inquietudes

Sobre a arte de duvidar

Mariana Ribeiro

Aspirante a muitas coisas, amante da psicanálise, escritora por natureza, fadada a duvidar, viajadíssima dentro de si.

"Ismos não são bons"

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    5 filmes, 5 olhares sobre a depressão

    Sempre nos ajuda os olhares do cinema nas questões difíceis da vida, então vamos ver cinco desses olhares sobre a depressão.

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    Para superar as perdas, Freud Explica

    Tirar proveito da mortalidade e da frágil condição humana é um trabalho de delicadeza e não é um simples clichê de “viva cada dia como se fosse o último”, que na prática já se prova perdido.

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    A relação com o corpo, entre a liberdade e a escravidão

    A valorização do corpo como porção da vida que foi dada e como meio de experimentar o mundo está perdida. E está perdida em meio a uma luta perigosa contra o corpo “errado”; perigosa porque lutar contra o corpo é lutar contra si.
    Se o valor que o corpo tem para a indústria for o mesmo valor que o corpo tem para o indivíduo, então estamos perdidos!

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    5 filmes franceses que nos ensinam muito sobre a vida e o SER humano

    Para quem ainda não se apaixonou por esse tipo de cinema, ele não nos deve roteiros com versões dramatizadas e fantasiosas da vida, quando se diz "final surpreendente" no cinema francês, não é no sentido de felicidade enlatada Hollywoodiana, mas dos ângulos construídos mostrando as capacidades e incapacidades humanas.

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    Sobre como nos deixamos levar pela tirania da felicidade

    O mais esperto, talvez, seria nos conscientizarmos, admitirmos que o ser humano faz o que pode e assim nos tornarmos mais hábeis a aproveitar nossos momentos de alegria quando vierem; afinal a felicidade como tirania já anula em si o seu propósito, é uma mentira cansativa de se atualizar todos os dias.

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    Nós, os fabricantes de solidão

    É um erro acreditar que a experiência de se relacionar superficialmente irá gerar experiência para um relacionamento duradouro. Relacionar-se superficialmente ensina a ser cada dia melhor nisso, enquanto a experiência de fazer durar só se adquire fazendo durar.

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    O mito do fútil ao redor de Marilyn Monroe

    Uma mulher culta? Leitora voraz? Escritora?
    Mas não era um símbolo sexual? Só um bichinho bonito?

    Com 36 anos de idade Marilyn estava tão cansada disso que morreu. Os problemas de Norma Jean (seu verdadeiro nome) sempre foram muito sérios, mas o problema maior talvez seja o fato de que nunca a tenham levado a sério, como muitos fazem até hoje.

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