intensidade escrita

Uma jornada pela adorável e selvagem vida das palavras

Viviane de Araujo Aguiar

Formada em Antropologia. Amante das artes em geral, interessada em viver um dia de cada vez, buscando a simplicidade e a beleza das pequenas coisas. Adora refletir sobre a vida e os comportamentos humanos. E encontra na escrita um modo particular de ser e estar no mundo.

  • habilidades-comunicacao-810x539.jpg
    COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA

    "PALAVRAS SÃO JANELAS (OU SÃO PAREDES)
    SINTO-ME TÃO CONDENADA POR SUAS PALAVRAS, TÃO JULGADA E DISPENSADA. ANTES DE IR, PRECISO SABER: FOI ISSO QUE QUIS DIZER? ANTES QUE EU ME LEVANTE EM MINHA DEFESA, ANTES QUE EU FALE COM MÁGOA OU MEDO, ANTES QUE EU ERGA AQUELA MURALHA DE PALAVRAS, RESPONDA: EU REALMENTE OUVI ISSO? PALAVRAS SÃO JANELAS OU SÃO PAREDES. ELAS NOS CONDENAM OU NOS LIBERTAM. QUANDO EU FALAR E QUANDO EU OUVIR, QUE A LUZ DO AMOR BRILHE ATRAVÉS DE MIM. HÁ COISAS QUE PRECISO DIZER, COISAS QUE SIGNIFICAM MUITO PARA MIM. SE MINHAS PALAVRAS NÃO FOREM CLARAS, VOCÊ ME AJUDARÁ A ME LIBERTAR? SE PARECI MENOSPREZAR VOCÊ, SE VOCÊ SENTIU QUE NÃO ME IMPORTEI, TENTE ESCUTAR POR ENTRE AS MINHAS PALAVRAS OS SENTIMENTOS QUE COMPARTILHAMOS." (RUTH BEBERMEYER).

  • ausencia.jpg
    REALIDADES REFLETIDAS

    NA COMPOSIÇÃO DE MINHAS REALIDADES REFLETIDAS, ESCREVO A AUSÊNCIA PARA REGISTRAR AS MEMÓRIAS DO ESQUECIMENTO. DESILUSÃO, DESAPEGO, REFLEXOS E/OU PEDAÇOS DE MIM ENLAÇADAS AO OUTRO QUE UM DIA FEZ SENTIDO, QUE UM DIA ESTEVE AQUI E AGORA ESTARÁ LÁ, CUMPRINDO A MISSÃO PRETÉRITA DO VIVER.

  • smog-city.jpg
    ENTRE MUNDOS

    "Nossa democracia, frágil e precária, foi construída entre as ruínas da crise que sucedeu a grande expansão do 'milagre econômico'. Crise social, econômica, política e cultural, em que nos encontramos ainda hoje" (Soares, Luiz Eduardo. Uma interpretação do Brasil para contextualizar a violência in Linguagens da Violência, RJ: Rocco, 2000).

  • mágica-da-pintura-interna-45497767.jpg
    A GRANDE RAINHA

    Saiu à procura de algo que a pudesse consolar. E, na angustia de buscar, saiu na madrugada daquela noite quente, bastando um sorriso para a loucura chegar. De frente às portas que a levavam para dentro de si, ali, ela se absorveu e chorou. A noite já não existia mais, apenas um quarto escuro, transparente e revelador de descobertas infindáveis, permanentes ou não, mas libertador da normalidade paralisante.

  • moral da ambiguidade 3.jpg
    MORAL DA AMBIGUIDADE: POR UMA AGÊNCIA DO SUJEITO

    "O homem existe. Não se trata, para ele, de perguntar se a sua presença no mundo é útil, se a vida vale a pena ser vivida: estas são perguntas despidas de sentido. Trata-se de saber se ele quer viver e em que condições."

  • Roy-Andersson-012.jpg
    FICO FELIZ EM SABER QUE VOCÊ ESTÁ BEM

    Refletindo sobre a existência: A parte final de uma trilogia sobre ser um ser humano.

  • filmes_423_Voces Os Vivos 7.jpg
    "VOCÊS, OS VIVOS"

    "Seja agradecido, você que vive, em sua aprazível aquecida cama, antes que a onda gelada em Lethe lamba seu pé que tenta escapar" (J.W. Goethe)

  • We have sacrificed the bloom of youth.png
    Amado seja aquele que se senta

    Uma reflexão sobre “Canções do Segundo Andar”, o primeiro filme da trilogia existencial do diretor Roy Andersson.

  • 170834_Papel-de-Parede-Abismo-Mistico_1600x1200.jpg
    A SACERDOTISA DO TEMPO

    O Projeto da subjetividade frente às armadilhas do tempo. Como sobreviver aos imperativos do mundo social? Uma reflexão sobre estória, memórias e tempos plurais a partir de uma jornada pela vida.

  • borboleta.jpg
    BORBOLETAS EGÍPCIAS

    Aqui estou eu... Caminhando nos desertos que compõem as minhas trajetórias no mundo. De que modo posso agora exercer o meu caminhar? Vesti identidades que não me servem mais; sofri emoções em conflitos duais e hoje já não posso mais olhar em mim os reflexos de um corpo sepultado no passado.

  • elephant_traveler___my_pink_elephant_by_1maginate-d5x5hme.jpg
    ELEFANTE COR DE ROSA

    Um passeio pela adolescência e o mundo adulto a partir de situações cotidianas. O que podemos querer nos diálogos entre as gerações?

  • a reificação de mim marcisico. imagem 2.jpg
    O OLHAR POR DETRÁS DO SIGNIFICADO: A REIFICAÇÃO DE MIM NARCÍSICO

    No mundo das interações sociais vivemos o encontro de nós com os outros. E imersos em conflitos duais, vivemos relações a partir de nós mesmos. Mas, como materializar a busca por si sem transformar o outro como espelho? Como sobreviver à dualidade sem aniquilar nós mesmos e os outros?