lambida casual

por Leticia Flores

Letícia Flores Montalvão

Eu experimento a vida para ter o que escrever.

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    Você é gentil consigo mesma?

    Séculos de lutas e conquistas não apagaram as marcas da forca em nossas gargantas. As cordas ainda machucam nossas mãos atadas atrás do tronco enquanto sentimos o fogo mastigar a nossa pele aos poucos. Ainda temos medo de sermos castigadas por sentarmos de pernas abertas, abandonarmos as raízes, cairmos no mundo, abortarmos fetos, suarmos o corpo de sexos deliciosamente sujos, dançarmos com o vento e de nos amar. Mas será que, nesse contexto todo, nós estamos sendo gentis conosco mesmas ou apenas servindo cegamente aos outros?

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    Sobre escolhas, tempo e ser

    Ser não é quem. Ser não é como. Ser não é onde. Ser não é quando. Ser não é o quê.

    Ser é ser. Cuidar de si; cuidar do seu ser: sem acessórios, sem opiniões, sem tempo para o que não é, sem peso, sem culpa. Ser é s-e-r. Intransitivo.

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    Está na hora de você se reciclar

    Pode ser que a crise tenha mudado seus planos e tudo pareça estar meio perdido no caminho. Mas você ainda pode escolher mergulhar na sua própria crise ou aproveitá-la para respirar mais fundo os novos ares da sua essência. Você é quem escolhe se deve reciclar a sua vida ou jogá-la fora. Agora.

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    O sexo e a conexão com o presente

    Em tempos de loucura, o presente é um presente. Mergulhamos de cabeça em uma sociedade doente onde viver o agora é um grave desvio de comportamento. Mas, se nos arriscarmos a desviar o olhar para a superfície, veremos um fio de luz que reflete a esperança de ali retornar, botar a cara no sol, voltar a entrar em contato com a natureza, viver os sentimentos na sua mais perfeita harmonia e intensidade: desde os mais acalentadores até os mais apavorantes.

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    Como não desistir da paixão?

    Este texto é escrito para dois leitores: o primeiro, o ser amado; o segundo, você. Você que já desistiu tantas vezes das paixões, acreditando que era o amor o grande vilão da história. Aqui, abro minhas veias para serem percorridas pela sua leitura e faço um apelo: não desista da paixão! Como? Não desistindo do amor.

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    E se eu não pudesse falar?

    Descubro o pior da vida observando as pessoas, mas esqueço – sofisticadamente – de observar minhas próprias ações. Não que eu seja má pessoa, longe disso, meu amigo. Mas é que me dei conta, enquanto não podia falar, o que é o meu pior.
    Foi preciso que a vida me deixasse rouca pra eu descobrir o pior de mim.
    Foi preciso não poder falar para descobrir o pior do trânsito.
    E, sabe o que é pior?
    É que eu faço parte dele.

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    A cruz do peito quando o amor se vai

    Há quem diga que amores de gaveta nunca morrem; eu diria que eles nunca sobrevivem. Mas a escolha entre carregá-lo em coma induzido ou deixá-lo partir, é da alma de quem sofre, não de quem, pretensiosamente, procura entender.

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    Antes que a morte te leve, mãe

    Uma carta aberta às mães que viveram pelos filhos e agora buscam um novo sentido à vida. Um desabafo aos filhos cujo maior desejo é vê-las felizes.

    Mãe, a vida é linda. Do jeitinho que você disse que ela seria.

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    Seja a mulher da sua vida

    Seja inconsequente e pague por isso. Fique bêbada e pague a conta. Abra a porta do carro, banque uma rodada de choppe e, quando o dia não for de festa, simplesmente diga não. Diga não sem culpa, mas não sem educação. Seja breve na fala e detalhista no pensamento. Aperte firme a mão das pessoas. Sorria. Seja a frente de batalha da sua vida, sem colete à prova de balas. A vida, minha amiga, não é à prova de imprevistos.

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    Afinal de contas, qual é o papel do homem na família tradicional?

    O que acontece quando queremos imputar a pessoas o sentido da palavra "tradição"? Bom... eu poderia dizer sem pestanejar que ocorreria um desastre. Vamos entender porquê?

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    50 tons de clichê: até onde vai o limite de dominação do ser humano?

    Polêmica, masoquismo, poder, dominação e submissão: o enredo de "50 Tons de Cinza" que prometia muitas novidades chegou provocando uma onda de decepções, em especial nas mulheres. Mas em meio a um turbilhão de clichês, fica o questionamento que surgiu involuntariamente nas sessões de cinema: até onde vai o limite de dominação do ser humano?

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