Impossível ver o mundo de hoje sem lembrar do historiador Christopher Lasch (1932 – 1994), celebridade nos 1980 devido a seu livro “A cultura do narcisismo” (1979). A tese básica da obra é que a erosão progressiva do senso de comunidade lançou a sociedade norte-americana numa era de narcisismo, caracterizada pela perda de importância da personalidade, substituída pela preocupação com a imagem. Isso equivale a deixar de nos preocupar com o que somos para passarmos a nos preocupar em como somos vistos.
O Brasil dos últimos anos parece caminhar para esse caminho.
]]> Ler o artigo completoNo início de sua bem-sucedida carreira, o escritor de terror Stephen King tomou algumas ações que foram decisivas para o sucesso. Aprenda quais foram elas e como você pode fazer o mesmo
]]> Ler o artigo completoO último levantamento do PublishNews referente ao mercado editorial brasileiro em 2018 joga por terra a ideia, disseminada em não poucos círculos, de que brasileiros não são grandes consumidores de ficção. Pelo contrário. Livros do gênero ocuparam o terceiro lugar de vendas no ano, com participação de 19% no mercado. A surpresa maior é que as obras de ficção mais vendidas em 2018 tenham sido de autores nacionais, o que quebra outro mito: o de que os leitores brasileiros preferem ficcionistas estrangeiros. Talvez seja hora de jogarmos fora algumas ideias preconcebidas, nunca questionadas, e arriscarmos novas soluções de negócio.
]]> Ler o artigo completoNas novelas reunidas em Full Dark, No Stars (EUA: Gallery Books, 2011; no Brasil: “Escuridão total sem estrelas”), Stephen King traz protagonistas que realizam atos grotescos. No entanto, o autor nos consegue fazer sentir empatia por esses personagens, à medida que percebemos que a linha que separa o bem do mal pode ser fina como cetim.
]]> Ler o artigo completoResenha do livro "O Rio é tão Longe: cartas a Fernando Sabino", de Otto Lara Resende.
]]> Ler o artigo completoNo Brasil de hoje, ser conservador é a atitude mais digna que um ser humano pode ter.
]]> Ler o artigo completoA situação não está facil para ninguém, e Juvenal terá que se virar para achar um emprego
]]> Ler o artigo completoDeixem que eu lhes conte do meu amigo Roller Coaster.
Claro, começo pelo nome. “Roller coaster” é a palavra em inglês para “montanha-russa”. Mas no caso de meu amigo, ela tem outro sentido. Na verdade, não é o nome dele de fato. É um apelido que ele escolheu para si. A opção por essa palavra, me disse o próprio, foi porque ela remete, de modo onomatopaico (meu amigo tem uma fina sensibilidade literária), ao inseto conhecido popularmente como rola bosta.
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