leitura possível

A vida permite várias interpretações

Carolina Mussoi

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    Depois do último trem: o realismo fantástico e a metáfora da negação à morte

    Josué Guimarães, autor gaúcho, nascido em São Jerônimo, brindou a literatura brasileira com diversas obras. Figura multifacetada desempenhou, dentre várias atividades, a de jornalista, político e escritor, sendo essa última a de maior abrangência. Em “Depois do último trem”, de 1973, encontramos aquilo que se pode considerar como a metáfora da negação à morte. O realismo fantástico percorre toda a narrativa, característica essa, aliás, que pode ser encontrada em outras obras do autor, como em “Enquanto a Noite não Chega”, de 1978; e em “O Cavalo cego” de 1979.

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