letras perdidas

Para grandes, pequenos e médios leitores

Ricardo Ramos

Bucólico desde sempre, educador e ecologista. Fotógrafo que procura incansavelmente todos os finais de tarde, lágrimas e sorrisos que colocam o meu universo em movimento.

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  • 20120418-004844.jpg
    Eliot Porter - as cores cruas e puras da Natureza

    Eliot Porter ficou conhecido por dar cores à natureza quando os registos fotográficos ainda eram monocromáticos. As suas paisagens silenciosas e elegantemente equilibradas abraçam-nos numa mansidão de cores belas que nos aconchegam a alma que parece andar de mão dada com a natureza.

  • Hamilton
    David Hamilton e a obsessão da pureza

    As fotografias foram, muitas vezes, colocadas no centro do debate sobre as fronteiras entre arte e pornografia. David Hamilton defendia-se dizendo que lhe interessava a obsessão da pureza, querendo sempre retratar em suas palavras uma espécie de sinceridade de um paraíso perdido.

  • Somalia, 1992
    James Nachtwey - O inferno é aqui na terra

    Nachatwey regista os danos da guerra, longe dos bastidores do poder. Nestas terras, o galo não canta a anunciar a volta da aurora, os homens turvaram as suas vozes, as mulheres afogam-se em lágrimas e as crianças perdem a vontade de sorrir. As fotos dão voz a cidadãos comuns, afetados por um conflito que por vezes nem eles entendem. Ao mesmo tempo encontra também os verdadeiros heróis, os médicos e os trabalhadores humanitários, mas também as esposas, mães, crianças e padres que tentam aliviar a dor dos aflitos, fazendo questão de eternizar o momento, para que jamais sejam esquecidos. Porque através da fotografia somos eternos.

  • Frades 1982
    Georges Dussaud, o fotógrafo que captou o último suspiro de Trás-os-Montes Arcaico

    Georges Dussaud fez o registro dos últimos restos do Portugal de antigamente, registou o último suspiro de vários rituais que hoje são raros, mas que ainda perduravam nos anos 80.
    Congelou, eternizou pessoas, e os seus modos de vida, indivíduos anónimos que sorriam apesar da dureza do quotidiano das suas vidas.

  • Sally_Mann_Family_Pictures_09.jpg
    Preto e Branco, nu e cru de Sally Mann

    Sally Mann, artista que através da fotografia, nos traz perspectivas diferentes de olhar a vida. São momentos congelados no tempo carregados de sentimentos e sensações. Artista que ainda hoje é alvo de controvérsia. Expôs a sua família numa forma naturalmente bela, criando em nós um sentimento de nostalgia, saudade de uma infância distante, com sabor a morangos e queimaduras do sol.