lívia mendes

Alimentando a alma, aquecendo o coração e instigando o pensamento

Lívia Mendes

Arquiteta e urbanista que se apaixonou por observar e registrar as pessoas, a natureza e o construído em convívio. Nas esquinas dos encontros, nos sorrisos espontâneos, na simplicidade do florescer...um ser em descoberta constante.

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    Um sopro: vida

    Sugestiva e complexa é a pergunta que procura fazer o ser humano pensar a respeito do que viria a ser vida. No mínimo, permite uma reflexão sobre os rumos que temos dado a nossa própria existência.
    Frágil, mas que pode ser vivida com toda a intensidade de um momento: a sua plenitude.

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    Das surpresas

    Com um olhar espantado, recebemos aquele grande momento.
    Com o coração eufórico, uma carta é aberta.
    Com esperança, recebemos os acontecimentos da vida.
    Assim, os nosso dias são preenchidos de situações novas e inesperadas que dão as emoções capazes de nos fazer sentir vivos e donos das próprias escolhas.

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    Enquanto houver tempo

    “Tudo passa”. Estas duas palavras dizem muito sobre a nossa existência. A maneira como somos pequenos diante do poder do tempo e, por isso, a necessidade em aproveitarmos cada segundo de vida para presenciarmos sensações inacreditáveis, deixarmos ser guiados por bons pensamentos e um sorriso intenso no rosto. Como temos encarado o relógio do viver, presente nos gestos e atitudes? Somos quem queríamos ser?

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    Um tanto a mais

    Nem sempre os fatos do cotidiano dão indícios de tranquilidade. O coração amanhece tristonho e tudo que tocamos parece virar pedra, caindo sobre nossos próprios pés. Em meio à aridez, uma flor que se destaca e todo o restante é contaminado por sua grandeza. Assim deveriam ser nossas atitudes: a de alguém que não se deixa contaminar por maldades e ainda ser capaz de um tanto a mais de amor.

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    Para sempre

    Em meio a passagens e paradas, sobrevivemos apenas. Deixamos a racionalidade preponderar e ditar as regras, somos quase que seres inanimados que, ligados logo pela manhã, seguimos sem sentir e saber que sempre podemos mais. Ainda bem que filmes, livros e, infelizmente, as histórias das vidas de outras pessoas, podem fazer aquele alarme, proveniente do coração, soar rotineiramente em nossas mentes: você está vivendo e se entregando por completo ou apenas sobrevive?

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    Como que um malabarista

    Sinal vermelho e todos os veículos pararam. Foi ali, em alguns instantes, que o jogo de nos entreter foi o estalo para entender o que poderia ser a arte de viver. O malabarista não perdia o foco e, sem olhar para as faces dos que ali estavam, podia se orgulhar de manter todos os objetos que manipulava distantes do chão. Nenhum deixava de ser guiado sem o seu consentimento.

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    Das inutilezas

    Ontem era a cobrança sobre boas notas na escola e ótimos resultados no vestibular. De uma boa aluna, veio a cobrança por um emprego de salário digno. O carro do ano aliado à casa bem planejada foram conquistados. O corpo perfeito de modelo de capa de revista já era cobiçado. E por fim, perguntava-se: quanto de vida há nessa história que construí?

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    Matemática humana

    Em tudo que temos acesso, há um valor agregado. Coisas têm o seu valor financeiro, enquanto as pessoas apresentam suas qualidades inerentes ao seu caráter. Para que haja qualidade bastam atos e palavras de sinceridade. O valor das pessoas...

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    Precisamos de símbolos trágicos para sermos movidos?

    A situação dos refugiados, que tem presença constante nas manchetes dos jornais, foi escancarada diante de uma imagem. Sem voz, o silêncio falou por todos e contagiou os habitantes de uma mesma pátria, os seres humanos.

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    O que seriam de nós se não fossem os outros?

    Reflexão constante diante do que queremos para nos sentirmos em paz com o nosso ser interior

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    As vírgulas de nossa narrativa

    Da mesma maneira como de dias são feitos nossas semanas, meses e anos, de etapas são feitas nossa vida.
    Vírgulas que nos desestabilizam momentaneamente. Uma pequena ou brusca rotação no trajeto, mas que levam a uma narrativa completa.

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    Das escolhas inconscientes

    De todo a nossa capacidade de livre arbítrio, há decisões que nos direcionam a desvendar o ser que somos. Sem entender, sem compreensão racional, o "eu" torna-se mais livre e é descoberto como quem se contagia de tanta satisfação por ter-se encontrado.

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    De gostos e sentidos

    Por vezes, fazemos referência ao “gosto arquitetônico” como uma opinião indiscutível que deve ser tratada com a mesma cautela que assuntos relacionados à religião ou política. No entanto, é certo que apenas com questionamentos, o homem pode transformar-se, formar ideias e evoluir. Com Artigas, um universo distinto do vigente tomou forma ao incorporar conteúdos que fizeram o homem pensar seu modo de viver e habitar o urbano.

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