Giselle Castro

(En)Formada em Letras, apesar de ser avessa às fôrmas. Não é professora. Nem escritora. Nem muito certa dos pinos. É apenas uma admiradora de palavras que se mete à besta de rabiscar umas linhas em algum papel de pão por aí de vez em quando...

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    Quando o amor diz NÃO

    Não é porque existe amor que vai ter, necessariamente, final feliz.
    E não é porque não tem final feliz que vai ser, necessariamente, a pior coisa da sua vida.

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    Sobre nossas paradas obrigatórias

    Elas normalmente vêm antes das cardíacas.

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    A inestimável leveza do escolher

    Não dá pra botar panos quentes: escolher dói. Optar é desistir de viver parte das possibilidades – o que pode dar muito certo, mas também pode te lascar lindamente. E muitas vezes não dá pra voltar atrás numa decisão, porque alguns portais são mágicos e se fecham para sempre. Apesar dos riscos e das dores, porém, uma coisa é certa: uma decisão bem decidida não tem preço!

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    Uma história de (des)amor

    Porque às vezes a gente só precisa de uma história de amor, de uma oração e de um belo samba na cara pra seguir adiante. Não necessariamente nessa mesma ordem.

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    Quem tem irmã

    Palavras poucas para sentimentos muitos. Palavras poucas porque elas se sabem incapazes de conter um amor que transborda. Palavras poucas, mas com letras cheias de alma.

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    Eu sou mulherzinha

    Porque em tempos de discussão sobre machismo e igualdade de gêneros, é bom que as mulheres se coloquem no lugar delas, de uma vez por todas! (Homens: por favor, nos ajudem!)

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    Carta pra mim

    E se você escrevesse uma carta pra você [email protected], postando-a nos correios do tempo para recebê-la de volta em 10 anos? O que você (se) escreveria? Será que ela encontraria como destinatá[email protected] uma pessoa mais completa, mais feliz e mais sábia, cheia daquela alegria genuína do reencontro, com aquela percepção linda sobre a continuidade e a beleza da vida?
    Recomendo o exercício, porque é delicioso e enriquecedor.

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    Vamos planejar um ano novo sem planos?

    O ritual começa com a torcida pra Dezembro acabar logo e com a listinha de desejos pro ano que vai começar. O pacote inclui também aquela esperança esquisita de que o calendário novo é feito não de papel, mas de um pozinho mágico capaz de transformar tudo à sua volta... E aí, via de regra, vem a frustração, vem a carruagem virando abóbora, o cavalo virando ratinho e até o príncipe virando sapo... mas, que bom saber, ainda há tempo de tentar salvar o sapatinho de cristal!

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    Gente-correio

    Alguém já parou pra pensar na quantidade de mensagens que a gente recebe e envia ao longo da vida?
    Não, não estou falando das mensagens por e-mail, facebook ou whatsapp; refiro-me às mensagens que vêm das palavras, dos encontros, dos gestos, das escolhas nossas de cada dia - e que podem afetar pra sempre a vida do outro, ainda quando o contato é breve ou ocasional.
    Um brinde às mensagens e aos mensageiros, que estão continuamente vivos e operantes dentro (e fora!) de nós!

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    Que gosto você tem?

    A melhor parte da vida é carregar essa certeza de que somos absolutamente ÚNICOS. Somos essa mistura incrível de saberes e sabores. Somos um mapa de pirata que esconde um baú de moedas de ouro – e não dá pra saber se a melhor parte é encontrar as tais moedas ou se entregar às trilhas tortuosas e interessantíssimas que conduzem até elas... Mas para poder se aventurar nesse mundo fantástico é preciso coragem pra botar a mão na massa. E aí? Alguém a fim de adentrar essa instigante cozinha secreta?!

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    DESENCANTAR é preciso...

    A questão é: como saber a hora de encerrar os nossos ciclos pessoais? Quando saberei se devo mesmo abandonar aquele trabalho que me esgota completamente? Aquele relacionamento que já não faz as estrelas dos meus olhos se acenderem? Aquele curso que eu insisto em levar adiante sem paixão? Aquele “caso” que tem mais jeito de des-caso que qualquer outra coisa?