mesa na varanda

Puxa uma cadeira, pega uma taça e vamos inventar o mundo

Diego Brígido

Outras paixões: vinhos, jazz e plantas. Aromas de vinhos, sopros de sax e cheiros de plantas.
Há lugar melhor para vivenciar tudo isso do que em uma Mesa Na Varanda? Puxa uma cadeira, chega mais.

Que a fé não costuma faiá


Se você pedisse a uma criança para definir a fé, talvez ela dissesse, com a inocência que lhe é peculiar, “fé é acreditar muito em alguém que nunca nos prometeu nada”. Ou algo parecido. É um jeito simplista e subestimado de entender a fé, claro, mas tem lá o seu fundamento. Segundo o dicionário Aulete, fé é “convicção e crença firme e incondicional, alheia a argumentos da razão”. Ora, se é alheia à razão, é porque não depende de afirmações ou promessas para existir. Logo, a criança estaria certa com sua definição.

A fé extrapola a racionalidade. E por isso, talvez, não precise ser justificada. É como o coração quando toma a frente – quem explica? (ver texto A hora de pular fora). A fé geralmente está relacionada à religião, porque as religiões pregam a fé – a crença em algo ou alguém que não se pode ver, mas que muitos conseguem sentir. Acontece que a fé é muito maior que a religião, porque ela não está presa a dogmas e verdades incontestáveis. Não há regras para a fé.

Quem tem fé, tem porque realmente acredita em uma força maior agindo a favor desta ou daquela situação. E não porque um líder religioso impôs isso. Dogmas são impostos, a fé não! A fé, se não for espontânea, não é fé. A fé, se não for sentida, não é fé.

E por que ter fé?

Tem a ver com energia. Tudo no mundo e em nossas vidas acontece por influência das ondas de energias – boas e más. As chamadas vibrações energéticas. E isso não é a religião que explica, mas a ciência [no caso de você ser cegamente racional]. Quando nós estamos mergulhados em bons pensamentos, emanamos boas energias e, consequentemente, atraímos energias com a mesma vibração. É a tal lei da atração – pura ciência, repito. O mesmo acontece com quem se envolve em correntes de pensamentos negativos. Atrai a negatividade. Olhe ao seu redor e perceberá isso.

Ter fé é elevar os pensamentos, é produzir correntes de energias positivas e direcioná-las a alguém – ou a si mesmo. Ou seja, os resultados advindos da fé são consequências das energias que você mesmo gerou – e a energia é poderosa e está em toda a parte, nos influenciando diretamente.

E quanto aos anjos, orixás, deuses e entidades nos quais na maioria das vezes despejamos nossa fé? Bem, estes – dê a eles os nomes que quiser – são grandes parceiros na canalização desta energia. É deles a missão de fazê-la chegar a quem precisa. Você produziu, eles conduziram. E eles também estão ao seu lado pela lei da atração. E quanto maior for a fé, melhores as vibrações e mais fácil você irá percebê-los.

E com uma parceria tão poderosa, é claro que a fé não costuma faiá.

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Diego Brígido

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