ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

As lágrimas são sinônimos de esforço, querer, persistência, labor. Já os sorrisos, de realização, conquista, ato consumado. Por eu ser lágrimas miscíveis imersas em sorrisos, junto as palavras nas frases, emendo frases nos períodos, teço períodos nos capítulos para alguma biografia de páginas em branco ler.

A revolução dos bichos do Raul Seixas

O Sanção alienado (nome do cavalo personagem do livro) se ilude, sonha, desafia, conquista; para outros, às vezes sem nenhum merecimento, usufruir. Trocando em miúdos, é o popular: removo e adubo a terra, abro as covas, semeio os grãos, capino a erva daninha do pé da plantação, faço a colheita, ensaco a safra, cozinho o alimento, sovo a massa, preparo o biscoito e sirvo a mesa para vinte desocupados e irresponsáveis comerem. Este fenômeno biológico entre trabalhadores e parasitas está nas famílias e no seio social, porém o artigo tratará o assunto ligando-o à política brasileira.


lula2.jpgSai pra lá jararaca, sua peçonhenta! Vai inocular o seu veneno naqueles que dizem ser correligionários de partido, porque ideologia Marxista você precisa de uma para governar.
Nunca existiu e jamais existirá fatos grandes, enormes, estrondosos sem antes passar pelo crivo de fatos pequenos. Repetitivamente os fatos acontecem em cadeia e redundantemente em ciclos; lógico, não cortaram o mal pela raiz; ao contrário, cevaram, deram mamadeira e dormida para as jararacas em todos os lares.
Início este artigo relatando uma experiência que me ocorrera na época em que escândalos sobre corrupção, (havia, claro, mas ratos famintos não invadiam as despensas para comer o queijo numa bocada só) nepotismo declarado em setores públicos, formação de quadrilhas para extorsão e lavagem de dinheiro público, não era tão evidentes e declarados como são agora.
Indicado para prestar serviço numa empresa, assim que adentrei a sala, o diretor inquiriu: “Antes de sentar, por favor, responda-me uma pergunta: você faz, ou já fez parte, ou trabalhou em órgãos públicos; ou ainda foi funcionário público”? Imediatamente respondi que “não”. Porém, entendi tudo aquilo como uma afronta, pois o que interessava à empresa tais coisas de minha vida pessoal; estava ali vendendo minha competência e a resolução dos problemas dela, o resto mais fazia parte de minha historia, que em nada me comprometia como cidadão e minha conduta como profissional; portanto, por que dar explicações a terceiros do que fiz ou deixei fazer ao longo de minha carreira?
Terminada a entrevista, antes de cumprimentarmos a despedida, perguntei: “por favor, esclareça-me os porquês das perguntas iniciais? Qual a relação entre as minhas propostas de prestação de serviço, com o funcionalismo publico”? Secamente o diretor, respondeu: “É que não admito em minha empresa pessoas (funcionários) que já tenham prestado ou trabalhado em repartições públicas; porque, salvo aquele que desconheço, são todos profissionais oxidados pelo tempo. Anacrônicos, recebem o soldo mensal hoje, e já pensam no dia do próximo pagamento; mais nada. Quando não, nas férias, aposentadoria, benefícios, etc. Não querem nada, com a pátria amada. Passar bem e conto com os seus bons préstimos!”
Raul “badera” Seixas (um dos nomes dado por ele, a ele) era uma figura enigmática, criadora de em(pro)blemas, fora do contexto social, anarquista por sentimento e recorrendo ao eufemismo para qualificá-lo, no mínimo, imprevisível. Sem dúvida, ele carregava na manga da camisa uma metáfora para, indiscretamente, bem de mansinho, escancarar as portas das mazelas, denunciar os esquemas, ridicularizar os hipócritas e obviamente, escarnecer as maneiras como os reis e as jararacas tratavam e tratam os seus súditos.
Plantei um sítio / No sertão de Piritiba / Dois pé de guataiba / Caju, manga e cajá / Peguei na enxada / Como pega um catingueiro / Fiz acero botei fogo / "Vá ver como é que tá" / Tem abacate, jenipapo, bananeira / Milho verde, macaxera / Como diz no Ceará / Cebola, coentro, andu, feijão-de-corda / Vinte porco na engorda / Até gado no currá!
Até os anos de 1970, o Brasil era quase em sua totalidade rural e, literalmente, o homem do campo era o centro da paisagem produtiva e urbana do país. A fala arrastada e as vestimentas típicas davam os pareceres sobre as regiões dos caboclos. Na realidade, por mais que o cenário tenha mudado de lá para cá, muitas regiões ainda guardam suas tradições. Porém, isso é o que menos importava para Raul, que acostumado à política repressora da época, para não ser o centro das atenções, em “Capim Guiné”, letra escrita em 1983 por ele e Wilson Aragão, décima primeira faixa do álbum “Carimbador Maluco”, que tenha através de um musical infantil emplaca o segundo disco de ouro de sua carreira. Na faixa citada eles recorrem aos elementos da fauna e flora brasileira para delatar o lado oculto e apresentar aos politizados, as centenas de jararacas, ou melhor, os camaleões não declarados da política brasileira. Estava lançada “A revolução dos bichos” do Raul Seixas.
Com muita raça / Fiz tudo aqui sozinho / Nem um pé de passarinho / Veio a terra semeá / Agora veja, cumpadi, a safadeza / Cumeçô a marvadeza / Todo bicho vem pra cá.
Notório saber é que, se naquela época a letra já se enquadrava bem ao modelo político vigente, mais atual é para os dias de hoje; pois, por sorte, ainda resta meia dúzia de homens belicosos guerreando contra a terra, produzindo para alimentar a prole, o país e o mundo; como é o caso daqueles que estão envolvidos com as pequenas lavouras e os grandes empreendedores do Agronegócio. Bendito seja este povo, porque o dia em que eles cruzarem os braços, largarem as enxadas, rebelarem-se contra as ervas daninhas e pragas que parasitam as suas plantações, o mundo perecerá de fome; afinal, políticos mágicos e cientistas inventivos ainda não inventaram fórmulas acidificadas para diluir os plásticos e metais usados na fabricação das parafernálias eletrônicas. E se descobrirem, outro problema aparecerá para a ciência: “como conciliar os novos ácidos ao ultrapassado aparelho digestivo humano, que muito provavelmente, rebelará contra as alterações em sua linha de produtiva”.
Num planto capim-guiné / Pra boi abaná rabo / Eu Tô virado no diabo, / Eu tô retado cum você / Tá vendo tudo / E fica aí parado / Cum cara de veado / Que viu caxinguelê.
O planejamento político/econômico/social do país sempre foi uma receita de uma iguaria qualquer com os mesmos ingredientes pré-cozidos, que se analisada com a luz da racionalmente, as receitas dos fracassados programas de televisão sobre gastronomia são mais criativos que as medidas concernentes à politica pública adotada pelos governantes. Na economia, já copiaram deslavadamente os fracassados modelos econômicos argentinos e mexicanos; (e salvo um raro), nunca houve (se houve está nos livros de história e para povos incultos, o passado e o presente representado pela história não conta) um líder de estado que, em vez de vender a sua autopromoção, fechasse as portas para o inventário interno.
Trabalhasse os problemas do país na raiz, no cerne e a partir deles, combatê-los com todas as forças. Criasse um remodelamento político, que em vez de investir em futebol, que é a paixão nacional, mas não rende nada socialmente, investisse verdadeiramente em educação, saúde, transporte, moradia, etc. Os senhores do poder sobrevivem e alimentam-se da alienação política do povo.
Exemplificando, deixando o país nas mãos do vice, primeiro ministro e assessores, (quando esses não pegavam carona no rabo do cometa) usando a máquina pública, dentre todos os estadistas do mundo, o Lula foi o presidente que mais viajou no planeta. Em suas (con)gestões, com a falácia que estava apresentando o Brasil para o mundo, era mais fácil encontrar o “nacionalista Lula” no exterior, que administrando o país. Com o escândalo de corrupção na Petrobras, (apenas um deles) foi possível ter um panorama das vendas executadas por ele e suas comitivas de viagem, a qual chegou a ser com mais de 300 pessoas.
Tai o motivo de quando perguntado sobre o que acontecia no Brasil, deslavadamente, ele dizer que não sabia de nada. Completava dizendo que se “houve irregularidade”, que apurasse os fatos e cada um que pagasse pelo erro cometido. Oras, quem era o líder representante do país? O leitor? Quem escreve este? Nos seus mandatos, o país esteve à mercê de quem de direito? Sempre foi omisso em suas palavras, (na realidade um falastrão de bazófias e bestialidades) cego de atos e nunca presidiu com ares de líder estadista; mas sim adotando a política do populismo; do “eu sou o socialista bonzinho do povo”; (pode ser considerado o Robin Wood brasileiro) e com motivos de sobra, afinal, seu intento foi e continua sendo, apenas o poder. Para quem é brasileiro de fato e não apenas no RG e passaporte; brasileiro por amor ao que o país lhe oferece; pelas belezas e riquezas infindas e acompanha o desenvolvimento do país através da política, esse senhor nunca, mas nunca, teve compromisso sério com o país. Por sorte, ele comandou um povo alienado, um povo que contenta-se com cerveja e samba (agora maconha e funk); um povo que não discute política, mas que se mata pelo futebol e religião; com isto, ele como pequeno rei sem coroa que é, impera(ou) omitindo os fatos que agora estão escancarados ao mundo.
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O escândalo da Petrobras está rodando o planeta, com isto, países infinitamente menores economicamente que o Brasil, com a persuasão de um bando de mercadores e mascates espertos que espreitam o mundo batendo de porta em porta, comprando e vendendo para aqueles que, abrem as portas (a princípio inocentes) para a corrupção do petróleo; caso da Guatemala. Recentemente a trupe brasileira montou esquemas escusos com o poder público de lá, para a extração da matéria prima do ouro negro. Feita as diligências e apurado que houve desvio de dinheiro público destinado às obras que nunca saíram dos projetos de papéis, a população foi à luta, batiam panelas noite e dia, fez pressão sobre o Ministério Público, que por sua vez, tomou a decisão em tempo recorde de três meses e mandou a carcel (xilindró em português) o Presidente, o Primeiro(a) Ministro(a) e o vice. Certamente o brasileiro desconhece mais este lamentável episódio proporcionado pelos nossos “sérios”, egrégios e covardes mascates do petróleo; que além de prostituir o seu povo, prostituem povos que não possuem nem o que comer.
Para o brasileiro honesto que viaja o mundo, é vergonhoso saber e ser cobrado por coisas ilícitas que os espertalhões do poder e outras megeras de mesma nacionalidade, além de fazerem com seus compatriotas, fazem lá fora!
lula1.jpgQuanto tempo está no ar a novela: “Mais uns dólares pelo nosso ouro negro!”, e qual foi a punição para a cúpula corrupta brasileira?
Suçuarana só fez perversidade / Pardal foi pra cidade / Piruá minha saqué (qué, qué) / Dona raposa só vive na mardade / Me faça a caridade / Se vire e dê no pé.

Abrindo mais um capítulo da atual política brasileira, esta senhora (preciso citar o nome do ventríloquo?) apareceu no cenário político brasileiro, não por acaso, mas porque o major-mor da época necessitava de alguém de confiança (exclusivamente dele) para passar a faixa. A pessoa que estava sendo preparada para o cargo era a Marina Silva, que primando pela seriedade, comprometimento e sentimento nacionalista, declinou do Ministério de Meio Ambiente, porque não suportou tanta falácia do “presidente não sei de nada”.

Portanto, numa operação relâmpago o major-mor empossou-a como ministra e posteriormente, apresentou-a como sua sucessora ao cargo; o que convenhamos, se ele apresentasse o Paulo Maluf, fatalmente este teria abocanhado a vaga de presidente.
Peço licença para relatar que cinicamente, o Lula reuniu com o “senhor que rouba, mas faz”, Paulo Maluf, cuja finalidade foi pedir votos para o candidato à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Lembro ainda que, as campanhas do Lula sempre foram pautadas pela difamação ao “senhor que rouba, mas faz”. E dando a César o que deve ser dado a ele por direito, por onde se caminha em São Paulo, tem obras do Maluf.
Nota: definitivamente, o autor deste não tem a menor intenção de induzir o leitor a esse ou àquele partido ou líder de partido; pelo contrário, pautando pela imparcialidade, o intuito é só e tão somente apresentar os fatos, que fazem parte da história recente de São Paulo e do país.
Prosseguindo: quem ainda governa o país é o camarada Lula, que é representado por quem ele passou a faixa; e no “governo” atual, as negociatas entre os camaradas de partido e o PMDB sinalizam o poder. Por exemplo, o Aluísio Mercadante, que é cria do PT desde que nasceu e economista por formação, mas que de economia não sabe nada, pois além de participar da falência país, nunca atuou como economista; no primeiro mandato da presidenta foi empossado como ministro da Ciência e Tecnologia. O que ele sabe sobre os conceitos de ciência aplicada e a transformação dela em tecnologia? Pergunte para ele o que é uma jazida de recursos minerais qualquer e como transformar a matéria prima e as maneiras de processamento da mesma? Para um país que não desenvolve tecnologias, um cargo como esse é totalmente improdutivo, desprezível, inócuo; porém, mantém a tradição partidária e a paz entre os aliados. Evita menos burburinho interno.
Atualmente, ele migrou para o ministério de Educação. O que esse cidadão sabe sobre Piaget, Paulo Freire, LDB (Leis de diretrizes e Bases)? E se souber, é mais um dotado de teses e teorias; pois humanas aqui é de pouca valia. E se alguém acha o contrário, responda sem rodeios o que significa a primeira lei da economia, que reza que é “administração e gerenciamento de recursos escassos. É saber operar com o pouco”. Se soubessem administrar o pouco, teríamos equilibradamente o muito; pois o país é riquíssimo, no entanto, administrado com pelas pessoas erradas, postas em cargos errados.
Como Paulo Freire, qual é o pedagogo que se propõe a alfabetizar um adulto em menos de 30 dias? Nenhum; e em vez de trabalhar os problemas da educação começando pela raiz, o quais estão virando pontos de venda de drogas, preferem burocratizar, como foi o caso da fracassada reformulação da educação em São Paulo. Em qual momento do ensino, o Estado, a Educação e a família, se aliaram, juntaram-se para discutir e resolver os problemas dentro e fora da escola, dos alunos, dos professores, dos métodos de ensino, da grade curricular, etc? Nenhum, no entanto, é isto que prega as teorias da “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire. Por sinal, os nossos pedagogos lecionam, são diretores e administram escolas do Estado e Município, mas seus filhos estudam em escolas particulares, simplesmente porque o papai tem condição financeira e o seu filho não será, o que ele foi, ou é. Esse discurso infame e decadente de pais é contraditório e auxilia na elitização das futuras gerações. Faço questão de escrever um artigo relatando a divisão, a separação, que é o atual ensino brasileiro. Já dando indício será, pergunto: qual é o perfil, qual é a classe dos alunos que estudam medicina, veterinária, odontologia, certas engenharias, e aqueles que estudam pedagogia, história, geografia, filosofia e outras de humanas?

O que o cientista político ou sociólogo que desconhece a bala perdida e o tráfico nas favelas, com doutorado no Marxismo, Fernando Haddad, que como mencionado acima precisou do apoio do “rouba, mas faz” para se eleger, está sendo deveras útil ao povo Paulistano? O que ele tem aplicado do que teorizou em seu mandato? Qual foi o projeto implantado que está sendo eficaz ao Paulistano? Exceto a ciclovia, que é projeto para “ruminante pedalar”, porque o brasileiro é acomodado, piolho de carro, consumista de petróleo e não abre mão de maneira alguma de seus costumes e hábitos; mais nada. À muito tempo, São Paulo está parado por falta de comando, de liderança, por falta de quem zele e trabalhe; e sob seu famigerado governo, em vez de se dedicar integralmente ao que se propôs usando o voto da massa de manobra, no ano passado ele voltou a lecionar na USP; (Universidade de São Paulo). Por outro lado, talvez para ser nomeado e lembrado como o prefeito que serviu (pessimamente mal) dois deuses ao mesmo tempo.
Sagüi trepado no pé da goiabeira / Sarigüê na macaxeira, / Tem inté tamanduá / Minhas galinha Já num fica mais parada / E o galo de madrugada Tem medo de cantá.
E assim, de queijos em queijos comidos numa bocada só (para não dizer roubado da despensa), os brasileiros vão se sucumbindo às víboras que ele mesmo cri(a)ou; afinal, nunca existiu e jamais existirá fatos grandes, sem antes passarem pelo crivo dos fatos pequenos. Repetitivamente, os sumiços dos pequenos e grandes nacos acontecem em cadeia e redundantemente em ciclos. Deixou a porta da despensa aberta, sossegadamente eles vão e voltam. E como o dito pela jararaca: “deram a paulada no rabo e não na cabeça”; consequentemente, ela está vivíssima.
Apelando para a verdade quase que absoluta, o brasileiro nasce sob a insígnia do levar vantagem em tudo e quer matar a jararaca que ele mesmo cri(a)ou. O capim guiné e as nacionalidades são as referências das espécies de serpentes existentes em cada matagal.
“Se eu for preso: serei herói;
Se morrer: mártir;
E se ficar solto: presidente”.
- Quem disse isso? Quem disse isso?
- Eu sei; eu sei: o ex-presidente jararaca; o milagroso Jesus Cristo dos dias de hoje.

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Para um povo descarado, desqualificado, despolitizado e inculto, nada melhor que políticos desmoralizados. E vice-versa. Mesmo porque, não há poder sem povo; o contrário, povo sem poder, é possível. A priori, este foi o conceito filosófico do anarquismo; que não deu certo porque onde tem dinheiro, poder e o pensamento do homem, impera no mínimo, a corrupção. Fato é que o homem corrompe mesmo, barganha e negocia até com a morte; que obviamente, não se vende por dinheiro nenhum e livrando os honestos por princípios: mata. Aniquila. Dizima; porém leva anos para limpar, sumir com as) raposas), com os parasitas, com as pragas e muitos outros bichos nocivos às plantações, aos galinheiros, aos quintais.
Povo disciplinado, respeitoso, comprometido socialmente e sobretudo honesto de princípios e valores intrínsecos, fecha portas e janelas, une-se em prol de um objetivo; e definitivamente, não dá oportunidades, brechas para ladrões e corruptos.
A segunda parte da música repete a primeira; tal qual a nossa política: uma enorme fazenda que produz riquezas em abundância para os perdulários dos porcos socialistas do poder encher as mesas, esbanjar no exterior, e devolver os restolhos e as migalhas das cascas à bicharada; que lambe os beiços, porque também não fez nada pelo que recebe. O que é o assistencialismo?
Pergunto: é ou não é, a “revolução dos bichos” do Raul Seixas? Méritos para o “Maluco beleza, o badera Seixas”; porque o autor do artigo apenas esmiuçou; como o juiz Moro, espantou as moscas e esparramou a Merda, fez as analogias da letra, à política atual praticada no Brasil.
Desejo melhor sorte aos brasileiros! E da próxima vez, que será no final do ano, protejam-se, cerquem bem suas plantações com grossos arames de malha fina; porque os animais bípedes de hábitos noturnos estão soltos caçando suas presas. E se tiver que matar um ou todos, dê a paulada na cabeça. Uma só e caixão e vela preta. Cemitério. Senão..."mata-me ou o queijo, roubar-lhe-ei!"
Atropela um, atropela dois...cruuuuza o disco final. No Ministério da Casa Civil: o Sanção usurpador, pois em todos os tempos, foi o que menos produziu no (e para) país. Em gramados limpos ou escusos, ele é o Barcelona da política brasileira e com as ferraduras afiadas, está roubando um bolão dos adversários e compariotas.


Profeta do Arauto

As lágrimas são sinônimos de esforço, querer, persistência, labor. Já os sorrisos, de realização, conquista, ato consumado. Por eu ser lágrimas miscíveis imersas em sorrisos, junto as palavras nas frases, emendo frases nos períodos, teço períodos nos capítulos para alguma biografia de páginas em branco ler..
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