ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

O perfil de uma lesma canalha, anacrônica e gosmenta sem perfil, resume-se ao: "Ei, esperem por mim! Não entendo o porquê dessa correria atabalhoada, o porquê de tanta competição, se iremos para o mesmo lugar! Embora não aparentem, sapatos camufladores e tênis mimetistas são egoístas e não suportam retardatários na pista. Faz-se saber, portanto, que se for pelo atletismo cotidiano, não compito e nem sou exemplo de atleta"

As redundâncias estruturais da Engenharia brasileira

Qual a vida útil de uma obra de infraestrutura viária de Engenharia para que ela não transforme sonhos em pesadelos? Sobretudo, sonho sonhado e não realizado, é noite de sono perdido e sonho inutilizado.


Zé Geraldo que é músico e não sabe nada de área técnica de engenharia responde: “Tudo isto acontecendo e eu aqui na praça, dando milho aos pombos”.

No meio da ciclovia tinha um calendário, um megapacote de dinheiro com 45 milhões e a indiferença. Em que pese as minhas vistas míopes e turvas, juro que vi o calendário, o megapacote de dinheiro com 45 milhões e a indiferença que pedalavam juntos na ciclovia; e nunca mais esqueci.
ciclovia-desaba-rio-futura-03.jpg Foto: Futura Press
Quinta feira. Feriado. 11 horas da manhã. Contrário da noite calma e o enluarado salpicado de estrelas que cobriam o firmamento com uma profusão de pontos luminosos no negrume do firmamento, o mar amanheceu agitado. Altas ondas de mais de 3m de altura se formavam ao longe e como uma imensa mão aterradora, precipitavam para o alto e se estilhaçava contra os rochedos circundantes à ilha. No embate do ataque contra defesa, onda mole agredindo rocha dura, tanto bate, até que fura.
Este é o dito popular de séculos passados e lei elementar nas questões da hidráulica, pois sabendo-se que a insistência dos fenômenos naturais é inimiga da “robustez” das obras criadas pelas mãos do homem, deveria ser criteriosamente estudado nos cursos de engenharia. No entanto não é assim que procedem e o desalento das tragédias que era de quando em quando, está virando moda. Por sinal, como em tudo neste país, tanto de bom quanto de ruim, apregoam que Deus é brasileiro, talvez seja por isto que permanecem estáticos à espera que o Criador faça justiça e resolva os problemas criados por nós.
barragem.jpg (Foto: Christophe Simon/AFP – 6 novembro 2015)
Ano passado em Mariana, Minas Gerais, vilarejos inteiros, várias espécies animais e seres humanos foram varridos de seus habitats pelo denso mar de lama que se formou pelo rompimento da barragem de Fundão. As ondas do pequeno tsunami mineiro atropelavam-se, formando ondas movediças, arrastando o que encontravam pela frente, ratificando outra lei natural, que é a chamada força de origem hidráulica. A água uma vez estanque, devassa impiedosamente. Neste caso, a culpa foi simplesmente da água residual que achou por bem se rebelar contra a prisão dos três ou quatro anos impostos a ela?
Óbvio que não! Entretanto, assim que a tragédia ocorreu, tentando encobrir o caos induzindo a mídia e àqueles que não pensam racionalmente a técnica, alegaram que o problema ocorrera por causa de um abalo sísmico. Hilário, pois os abalos sísmicos se formam no centro da Terra e através da propagação de ondas, atingem alguns mil quilômetros de distância. Portanto, impossível haver abalos sísmicos que se formam e “eclodem” apenas no local de formação. Não convencidos, chamaram outros especialistas e doutos para tentar explicar o que por si só, era explicável: erro técnico, que só pode ser do projetado e executado por humanos e fim de papo. Contudo, seis meses se passaram e feliz rompimento da barragem, obrigado
ponte1.jpg Rompimento na tubulação da Cedae na Avenida Epitácio Pessoa provoca desmoronamento da ciclovia na Curva do Calombo (27/05/2015) - Márcia Foletto / Agência O Globo
ciclovia-desaba-rio-futura-02.jpgFoto: Futura Press
Na engenharia brasileira sobram engenheiros; faltam técnicos.
Difícil acreditar que uma obra viária construída a menos de quatro meses não seja forte o suficiente para resistir à primeira ressaca. Onde isto ocorreu? No Rio de Janeiro, cidade que já foi maravilhosa, mas que por motivos maiores, é um dos cartões postais mais degradados do país. Novamente entra em cena as explicações simplistas, sem o menor fundamento de técnicos e responsáveis, dizendo que foi o mar revoltoso que devorou uma parte da via elevada, por qual trafegava o lazer sobre as duas rodas de uma bicicleta.
ponte2.jpg 1/1 SLIDES - Fornecido por Estadão
Óbvio que foi isso! Então, como e por que isso ocorreu? As marés que formam não são estáticas, não se sujeitam às ordens humanas, pelo contrário, são livres e fazem o que bem entendem, quando entendem, motivo daqueles que propuseram o projeto para aquele local, estudá-las com sério rigor e responsabilidade. E como fazer isto? Preliminarmente, estudar alguns fatores e condicionantes técnicos que atuarão na obra quando pronta e uma delas, talvez a principal, o estudo das ondas. Para isto, faz-se mister uma pesquisa atualizada de campo, que começa com um levantamento topográfico atualizado e operando em favor da precisão técnica, algumas tomadas de intensidade de força, tanto da água quanto do vento que provavelmente atuam no local; de posse destes e outros dados técnicos, comparar com os dados estatísticos de anos passados, cuja variabilidade é de 10, 20 ou 50.
Numa obra como aquela adota-se os dados estatísticos de longos anos e quando da elaboração do projeto, acresce fatores de correção de segurança que suportem a de maior intensidade pesquisada; afinal, uma obra de engenharia viária de infraestrutura deve durar, manter-se resistente e operante, suportando a carga projetada para ela, no mínimo dez anos. Pelo menos era esta concepção técnica que se ensinava até nos extintos cursos técnicos de segundo grau.
Outro fator que deveria ter sido levado em consideração é a própria via Oscar Niemayer, pois ela foi implantada a bem tempo (20 anos talvez?) e já naquela época o projeto previa distância e altura mínimas requeridas em relação a N.M.M (Nível Médio das Marés). Por que levar em conta todo esse aparato técnico na concepção do projeto da ciclovia? Para garantir satisfatoriamente a segurança e trafegabilidade viária, como tem sido com o elevado até os dias de hoje. Tecnicamente o exposto é tão verossímil, que as ondas não atingiram a via e se atingiu, o impacto foi irrelevante.
Com a implantação da ciclovia, essas medidas diminuíram, enquanto que as alturas de elevação das ondas se mantiveram, (supondo a pior das hipóteses) no maior nível das anteriores. Outra maneira viável, subsidiária e consistente no estudo da altura máxima das ondas é levantar o maior número de casos ocorridos nos últimos anos no país, e um exemplo que deveria ter sido levado em consideração, ocorrera em Recife; quando fortes ondas atravessaram as pistas duplas das avenidas nos dois sentidos, atingindo os prédios que deviam estar no mínimo, 50m do N.M.M.
Mais uma maneira de estudo que poderia ter sido adotada é determinar uma distância máxima de deslocamento de onda e através de uma simulação angular de lançamento, pelas formulas de Torricelli e do M.U (Movimento Uniforme) tanto vertical quanto horizontal, obter a altura máxima atingida. Observa-se, pois que os dados para obtenção do projeto são mais empíricos do que físicos; portanto quanto mais estudo de casos, melhor. Afinal, nos projetos de engenharia de infraestrutura, principalmente os de poucos dados técnicos, não deveria desprezar o empirismo, nunca.
Posto isto, qual a única possibilidade de implantar a ciclovia garantindo, portanto a segurança plena dos usuários? Pelo simples fato de que se a distância do N.M.M até a implantação diminuiu, a única solução lógica que confere segurança e trafegabilidade ao usuário seria elevar o nível da ciclovia, que variará conforme o pesquisado nos trabalhos prévios e estudado nos projetos preliminares: tais fases prestam somente para isto.
Provavelmente se a via fosse dois metros acima da altura em que foi implantada, não tivesse ocorrido o acidente. Pelos motivos expostos, esta é a questão técnica e lógica, porém, elevaria os custos com fundação e estrutura e diminuiria consideravelmente o (B.D.I) faturamento líquido das empresas contratadas, que imagina-se que tenha sido o mínimo possível; afinal, do orçamento inicial, houve um pequeno ajuste financeiro de 25% apenas.
Sem citar os órgãos municipais, estaduais e de classe que deveriam fiscalizar e muitas das vezes não aparecem nas obras, as quais cobram altas taxas dos responsáveis técnicos para liberação, indiretamente, mais dois problemas estão imperando na engenharia brasileira: o primeiro é a questão política e o segundo, é o ensino praticado nas faculdades. Concernente à variável política, não é preciso dizer mais do que está acontecendo com a C.P.I (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Lava-Jato, em que os envolvidos no escândalo de corrupção são os políticos e as grandes empresas de engenharia. E qual a relação com a queda da ciclovia? Pelo noticiado, a empresa construtora é da família do secretário de Turismo do Rio e visava somente atender as obras propostas para as Olimpíadas e finalmente, estamos em ano eleitoral, ocasião em que a pressa pelos votos é inimiga da perfeição e a inobservância deste preceito, fatalmente gera inconvenientes, lógico que para o contribuinte e usuário da cidade.
Ainda restam obras, como o engenhão que fizeram para os jogos olímpicos e está caindo aos pedaços, inacabadas e tornaram-se fantasmas.
O segundo problema, é a montoeira de cursos de engenharia que são abertos num piscar de olhos sem o menor rigor e seleção do professorado; sem coordenação pedagógica do curso e disciplinas; grade curricular sem pré-requisitos; inexistência de laboratórios apropriados à pesquisa e ensaios; o que é preponderante para correlacionar a prática à teoria e sem visitas técnicas. E por pior que seja a faculdade, quando os educandos aprendam o elementar exercício da técnica, porque curso de engenharia são pouquíssimos, não querem desenvolvê-la nem o pouco (morrem de medo do peso da botina e do cheiro de concreto, mas é o que tem como representante estrutural do país) e intitulando-se como engenheiros, sentam a bunda na cadeira em frente ao computador e vociferam com o Google que esclareça e resolva os problemas técnicos da obra em curso.
Esquecem (se é que sabem) que o apropriado por Arquimedes, diz que se fosse dado ao físico uma alavanca e um ponto de apoio, ele moveria o mundo. Portanto, fez saber ao mundo que o exercício de estar presente exercendo a técnica, fiscalizando de perto e operando com as mãos, está acima, muitos degraus acima do assinar, como fazem os engenheiros modernos: assinantes de plantas e nada mais. Muitas das vezes, não sabem nem onde fica a obra a qual assinaram o projeto; esses são classificados como caneteiros pelo mercado de trabalho.
Não faz muito tempo e uma ressaca de proporções razoáveis cruzou as duas pistas com duas faixas cada, atingindo os prédios em Recife e poderia ter sido um dado relevante no estudo do projeto da ciclovia, pois teria pelo menos a distância máxima da onda. E uma vez conhecida a distância máxima atingida e uma simulação angular de lançamento, pelas fórmulas de Torricelli e do M.U (Movimento Uniforme) tanto vertical quanto horizontal, obtém-se a altura máxima atingida. Este estudo físico é muito usual nas perícias técnicas criminais, o qual denomina-se estudo de balística.
Ainda com relação à questão laboratorial, como oferecer um curso de engenharia consistente sem laboratório? Enquanto que um laboratório completo de determinadas disciplinas técnicas, tais como física, química, informática, solos, concreto, hidráulica, elétrica, resistência de materiais, topografia, pavimentação, etc, custa por volta de um milhão de reais, através do crédito estudantil, tem milagrosas faculdades oferecendo o curso por 300 reais. Milagre (o EaD faz parte do pacote) existe e para recebê-lo em casa, bastam o RG, CPF, nome e endereço completos.
Lembro-vos que o petista Aluísio Mercadante, cuja formação acadêmica é Economia e nunca foi economista, já prestou relevantes serviços ao Ministério da Ciência e Tecnologia e se não mudou, está operando muitíssimo bem no Ministério da Educação. Sobretudo, no universo humano, tudo é exatamente como no universo sideral e ambos estão em constante movimento. Para pior?
Conclusão do artigo: mantida como está, a probabilidade de rompimento da ciclovia em outros pontos é bastante grande, como ocorreu em 1997 com outra, pois com o Aquecimento Global e as mudanças repentinas de temperatura, está ocorrendo uma variação considerável no comportamento dos mares, provocando a incidência de fortes ondas como as que ocasionaram o acidente; que se não destruir a estrutura, (e não importa o comprimento das cruzetas no topo dos pilares para recebimento e encaixe dos extremos do vigamento) certamente causará perdas e danos à integridade física dos ciclistas e usuários, podendo levá-los à morte. Exemplificando, se não tivesse ocorrido o giro e o rompimento da viga, as pessoas que trafegavam na ciclovia no momento da ressaca, fatalmente teriam sofrido sérios danos físicos devido a velocidade e intensidade da força da(s) onda(s).
Tecnicamente, para elaboração de um projeto completo de engenharia viária, deve-se obedecer as várias etapas de estudo, as quais inclui:
- um levantamento expedito: ocasião em que se conhece o local, desenha o croqui do visto e lista os detalhes técnicos a serem coletados na próxima fase;
- nessa, faz a tomada dos dados de campo, tais como: levantamento topográfico; análise de solo; (sondagem) no caso da ciclovia, determinação da velocidade e intensidade dos ventos, bem como, da ação das ondas;
- a terceira fase é sobre os estudos preliminares. E inicia-se o processo de feitura das pranchas de desenho com todos os elementos e condicionantes técnicos; que quanto mais estudados, proporcionalmente, garantirá a viabilidade de implantação;
- a quarta é fase de elaboração do projeto executivo, contendo as plantas detalhando as estruturas, ferragens, cortes, o memorial descrevendo todo o detalhamento técnico. É também nesta fase que é feita a varredura, dando por finalizado essa etapa, a qual deverá ser rigorosamente implantada;
- por fim: implantação da obra. Todavia caso detecte algo de errado, o exercício da técnica permite a parada dos trabalhos, para o reparo de projeto. Isto sim é técnica aplicada.
- Após encerrada a obra, redige novo memorial descritivo, relatando os pormenores da implantação, materiais empregados, prazo de validade e os porquês de se fazer a manutenção periódica.
Adendos:
A seguir a ficção dialogada entre o engenheiro e o servente que vistoriavam os escombros de uma construção que matou 5 operários em São Paulo:
- Fizeram o perfil geológico-geotécnico do solo? – pergunta o servente.
- Como assim? – responde o engenheiro. E assim vai se sucedendo o diálogo entre os dois.
- Aquilo que chamam de sondagem do solo. É o perfil que após feitas as investigações mostra as diferentes camadas de solo e as suas respectivas resistências à penetração.
- Ah, sei!
- Fizeram o slump teste do concreto?
- Como assim?
- É a medida do abatimento do concreto, quando 3 camadas forem postas num recipiente cônico e sujeitas à 25 batidas. Com isso é possível saber o adensamento do concreto logo que feita a retirada do recipiente; através deste rápido ensaio manual, pode-se medir a exsudação do concreto e comparar com a medida estabelecida em projeto.
- Ah, certo!
- Fizeram a cura do concreto certinha?
- Como assim?
- Processo que permite a hidratação do concreto nos primeiros dias e garante posteriormente a resistência e a durabilidade ao longo dos anos. Esse processo de tratamento elimina as possíveis retrações e fissuras que podem ocorrer devido às reações químicas que ocorrerão na peça concretada: uma delas é a desidratação por falta de água. - Ah, bom! Quanta inteligência!
- Qual foi o fator água-cimento?
- É a quantidade de água ideal para certa quantidade de cimento e demais materiais usados na dosagem do concreto. A relação água-cimento está relacionada diretamente com a resistência do concreto: excesso de água; baixa resistência. Menos água...
- Hum, já sei! Nem precisa terminar de falar.
- O traço foi dosado corretamente?
- Troço? Como assim?
- Fizeram o teste de ensaio à compressão das amostras de concreto?
- Como assim?
- É o ensaio que determinada o rompimento da peça quando imposta à determinada carga. Obviamente, a resistência ao rompimento deve ser maior que a resistência mínima requerida em projeto para suportar uma dada estrutura e a notação técnica é fck.
- Tá certo. Entendi!

.
.
- O seu capacete é amarelo? Deveria então estar trabalhando, limpando os banheiros. O que está fazendo aqui?

- Como assim? Estou fazendo o mesmo que o senhor está fazendo: vistoriando o que está pronto.

- Como assim?
- Qualquer semelhança entre eu e o senhor é mera intuição sensorial.
- Como assim? Cego vidente; é?
- Sim. Na última contagem, foram cinco os espíritos que sobraram de minha classe de operários. Por favor, façamos o sinal da cruz e após, um minuto de silêncio!
Este duo de perguntas e respostas entre um engenheiro e o servente é para reviver a peraltice técnica feita numa obra predial do ex-deputado Sérgio Naya, que para angariar maiores lucros, fazia o concreto com areia lavada de mar (sem o percentual de argila necessário para a coesão do concreto e da argamassa). A “negligência técnica” valeu a queda da edificação e a destruição de muitos sonhos. Somente isto!
Quando não estão envolvidos em escândalos de corrupção, são as pequenas obras causando tragédias. E alguém que possui status, quando perguntado sobre a morte do braçal que trabalhava nas obras do Itaquerão, estádio doado gratuitamente ao Corinthians e poderia auxiliar para a retomada do descalabro moral que assola o país em todos os setores, responde com indiferença: “numa obra desse porte, isto acontece mesmo; o importante é o estádio estar pronto para a abertura da copa”. Qual a diferença entre o que disse o cidadão que diz ser brasileiro e ícone do futebol brasileiro e a frase citada na introdução composta por Zé Geraldo?
A irresponsabilidade e a ganância por ganhar fortunas com o mínimo esforço denotam que o maior problema do Brasil é ético e moral (para não dizer falta de vergonha; falta de sensibilidade; falta de brio) e quando estes atributos se desprendem do âmago humano, as estruturas da engenharia humana tendem à oxidação, tornando-se posteriormente em cultura do descomprometimento; exatamente como o país se encontra.
cyrela.jpgEstande de vendas desaba e deixa feridos na Vila Olímpia (Foto: Reprodução TV Globo)
Antes de fechar a redação deste, mais uma cobertura se transformava em metais retorcidos, causando morte(s) de inocentes que batiam pregos e cravavam as picaretas contra o solo duro em troca de sobrevivência. Vida do povo e corriqueiras tragédias na Construção Civil brasileira nos últimos tempos, nada de novo!
Se pensas em fazer e acontecer, consulte primeiro a Natureza, depois a razão e por fim, a ciência; seguindo esta cadeia de estudo e valores, sofrerás menos, afinal de contas, em cada ato mal pensado, as consequências são inevitáveis.
Particularmente, o editor deste nunca acreditou no amor, porque decididamente acredita na falta de respeito, na ganância pelo dinheiro e na falta de empatia; sentimentos que mais imperam na relação humana! Resumindo: ele não acredita na humanidade, porque não acredita no ser humano; e não acredita no Brasil, porque não acredita em si, afinal, além de humano, é brasileiro.


Profeta do Arauto

O perfil de uma lesma canalha, anacrônica e gosmenta sem perfil, resume-se ao: "Ei, esperem por mim! Não entendo o porquê dessa correria atabalhoada, o porquê de tanta competição, se iremos para o mesmo lugar! Embora não aparentem, sapatos camufladores e tênis mimetistas são egoístas e não suportam retardatários na pista. Faz-se saber, portanto, que se for pelo atletismo cotidiano, não compito e nem sou exemplo de atleta".
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