ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

Próximo, lado a lado com as teorias e longe, anos luz da solução, sigo impotente, escrevendo nada de óbvio para Obvious

Pequeno diário de uma enorme jararaca

"A massa ainda comerá o biscoito fino que eu fabrico" - Oswald de Andrade.



Preliminares:

"Se tentaram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo". As foices são ingratas e cortam os dedos, enquanto os martelos, covardemente, pregam; e o pior, aliam-se para decapitar à traição um animal indefeso e modesto que se intitula como: "Eu sou a alma mais honesta do Brasil". E por ser a alma mais honesta, nunca roubei e jamais roubarei o que pertence a ela.

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Poder é o único cargo que não necessita de conhecimento especifico de como legislar ou executar; apenas...os votos da democracia. E sem títulos, pois, quem os detém, pouco resolve e se resolve, pensa somente em si e nos achegados. Ainda sob esta ótica, perante os recentes acontecimentos, para a obtenção do Poder, quanto mais venenosa for a Jararaca, melhor. E após 16 anos de, insistentemente lutar com (e contra) todas as forças, confeitei o bolo, fritei os salgadinhos e forneei os biscoitos para a massa degustar como se fosse prato pleno. Nunca mais esqueceram o lauto banquete; pois, uma vez serpente venenosa, sempre jararaca peçonhenta.

Contextualização: Início descrevendo minha saga como retirante nordestino, comparando-a com Sanção alienado, nome do cavalo personagem do livro "A Revolução dos Bichos", que se ilude, sonha, desafia a sorte, transporta cargas pesadas, luta com os inimigos, dá patadas no vento, conquista; para outros, às vezes sem nenhum merecimento, usufruir. Trocando em miúdos, é o popular: removo e adubo a terra, abro as covas, semeio os grãos, capino a erva daninha do pé da plantação, faço a colheita, ensaco a safra, cozinho o alimento, sovo a massa, preparo o biscoito e sirvo a mesa para vinte desocupados e irresponsáveis comerem. Este assunto e fenômeno biológico entre trabalhadores e parasitas está nas famílias e no seio social, porém escrevo-o em meu diário, ligando-o à política. Boa leitura. É um prazer imenso dividir com o povo, o muito que contribui e pretendo continuar contribuindo, para a massa operária do país. Inclusive para o leitor, pois foi eu quem criei o Sisu, os sistemas de cotas, o ENEM (Enem sou dos ricos; Enem sou capitalista, mas sobre o Enem, não confunda com o Enem sei nada, slogan exclusivamente meu) e os esquemas de entrada nas faculdades pelas portas do fundo, etc.

Depois de assistir o filme Bye-bye Brasil repetidas vezes e imaginando ser o protagonista tocador de sanfona, peguei carona no pau de arara e vim atracar nos portos seguros do Sudeste brasileiro. Amo de paixão o Norte e Nordeste, mas sempre ouvi os matutos dizerem que era no Sudeste que as coisas aconteciam; como realmente são e acontecem realmente. Sai de meu torrão, porque precisava saber quem eu era. Necessitava me lançar à prova de fogo. Conhecer os vários brasis, dentro do gigantismo do Brasil. E claro, vivenciar "o quem cedo madruga", saber se é verdade que antes do entardecer, com a provisão na mesa e o burro na sombra, está. Portanto, queria saber que poeta sou eu, atuando nas vidas de um povo e no cotidiano político do país. Com esses compromissos e mais muitos outros grandiosos projetos, larguei o Nordeste e vim para São paulo morar, para mais tarde em Brasília, a carreira encerrar.

Morei em São Paulo por muito tempo. Quase fui abocanhado pelos dentes afiados e vorazes daquela onça perigosa e devoradora, que não dorme noite e dia; porém necessários à minha evolução, tanto como ser humano, quanto político defensor da pátria. Lá tornei-me cascudo, sensível e quando preciso, indiferente.

Casei e constitui família. Dei para os meus filhos, o que não tive e todos estudaram. São donos de seus narizes e estão, financeiramente, bem. Crescidos. Caminham com suas próprias pernas. Realizados. Bem sucedidos. Vou parar de corujice e relatar em meu diário o que interessa. Escrever na história do Brasil porque larguei o Nordeste. Certamente meus netos irão ler as proezas do avô. E embora com 72 anos bem vividos, tinha e continuo com meus propósitos de luta e liberdade para o meu povo sofrido. Nunca esqueço o lema em tempos sórdidos, das épocas de vacas magras: "a luta continua companheiros". E não pode parar mesmo... o progresso e a evolução devem ser tratados como locomotiva em movimento constante e obviamente, sem freio. O passado deve ser esmagado pelo rolo compressor do progresso.

Também foi em São Paulo o prenúncio de tudo. Foi lá que a estrela brilhou em meu caminho; pois estava na maior megalópole do país e o melhor, junto com o maior número de migrantes vindo do Norte e Nordeste. Vim do povo, sou do povo e para o povo, sempre! Mas como alguém que sonha com coisas grandes, chegou uma hora que o imenso tornou-se pequeno para um ser de coração terno e mente que pensava além de seu tempo. Então, agradeci os paulistanos, em especial os companheiros de São B. do Campo, pelos bons momentos de luta, glória e toda conquista obtida e rumei para outro canto. A inquietação faz parte dos aventurosos. Não só nasci, como sou e precisava inquietar-me mais. Respirar novos ares.

Como caixeiro viajante, desloquei-me para Brasília. A cidade do lago Paranoá é de baixa umidade relativa do ar, porém de alta voltagem política. 440 volts é a voltagem mínima que alimenta o Planalto. Embora não tivesse tantos na época que cheguei, fui bem recebido pelos meus irmãos candangos que vieram construir a Capital Federal, inaugurada em 1960, no governo do mineiro e diamantino, Juscelino Kubitschek. Recém chegado e inexpressivo, comecei coadjuvante, depois roubei o papel principal. E apostando no teatro do jogo político, escrevi scripts, foi diretor, produtor, fiz efeitos visuais e escrevi as partituras da trilha sonora por quais transitei duas vezes. Será que tenho conhecimento suficiente para liderar o séquito de fieis e através dele, completar a trilogia do filme Bye-bye "fomiséria" do Brasil? Essas serão as cenas que veremos até meados do ano que vem.

Enquanto 2018 não chega, sigo balançando os galhos da macieira, quem sabe cai uma Eva (estou viúvo, minha mulher papagaio de pirata, vivia no meu ombro e morreu não sei qual foi o mês) com carros importados, smartphones de última geração, televisores de 50 polegadas, home teather europeus, castelo em Atibaia com piscinas, grandes latifúndios com vigorosa boiada de corte no Centro-oeste, plantações de eucaliptos para celulose, viagens ao exterior todo mês, triplex em São B. do Campo, de pernas abertas por R$ 1,99 (um real e noventa e nove centavos) para um Adão socialista que detesta trabalho. Aliás, cortei o dedo mínimo e montei os sindicatos no paraíso, precisamente, para não ter vínculo empregatício e atividade remunerada. Para quê eu quero dinheiro? Como Marx, sou um socialista que estudou 10 palavras para socializar os que estudaram apenas uma ou duas. Sem nunca esquecer-me que a seleção qualitativa não faz frente a quantitativa, nivelei meu povo por baixo.

As abelhas só produzem mel e a cigarra estufa o peito cantando até morrer, porque não sabem onde fica a Capital Federal. Conheço uma formiga que carregou uma folha vinda de longe, aproximando-se de Brasília deu uma paradinha para descansar e arriou o peso no chão, veio o vento e levou sua provisão; que era para suprir o inverno e estação das chuvas. Coitada, tanto trabalho da infeliz para nada! Mas eu não desamparo os meus e para assisti-la, a bichinha da espécie lava-pés recebi todos os meses uma bolsa auxílio, que todos pensam que foi instituída nos formigueiros por mim, mas na verdade foi criada pela esposa e assinada em lei pelo marido e antecessor a minha gestão. Em verdade vos digo que detesto os dois. Humm, falei bobagem! Por favor, desconsidere as duas últimas frases; pois deve-se amar as pessoas como não houvesse amanhã. Sou humano e por sê-lo, cometo os mesmos erros. Todavia, quando as benevolências das obras são maiores que as palavras mal ditas e maledicentes, fatalmente, o pecador será perdoado.

Para remissão desse único pecado cometido, farei o sinal da cruz três vezes, seguido de um Pai Nosso com uma Ave Maria e serei eternamente salvo. Através de seu filho Jesus Cristo, conheço a índole de Deus... e ele não desampara os seus nunca! Como é de conhecimento do Criador de todas as coisas, "Eu sou a alma mais honesta do Brasil". E honestidade é tudo.

Contrário da fome, que foi meu carro-mestre de campanha, em Brasília tem tudo a tempo e à hora. Comida boa, morada cinco estrelas, roupa de cama trocada diariamente, avião para qualquer lugar do mundo, auxílio para compra de gravatas, sapatos e meias. Tudo gratuitamente. O que se ganha é livre. Sem comentar que ganha-se presentes finos em barras de ouro para a família e em prata para os entes consanguíneos em oitavo grau.

Paulatinamente ouço falar de crises econômicas; falta de planejamento, corrupção deslavada no seio político; desvio de verbas para cá, desvio de verbas para lá; obviamente onde tem mal intencionados e esse tal bicho de duas patas, isso pode ocorrer e não descarto tais coisas; mas jamais isso ocorreu e ocorrerá aqui em Arraial D´ajuda. Isto deve estar ocorrendo muito longe, em lugares além-oceanos.

A vida cobra. A realidade devorada pelas hienas. E a passarada entra com as penas. É a sapiência dos animais dando significado à ignorância humana. Nas horas de folga, dedico-me à filosofia: sempre acreditei que uma nova era se constrói com a asnice, porque inteligência e conhecimento demais encaminha o sábio ao Poder. Está pensando o quê; também escrevo e isso é o motivo d´eu existir? Prosseguindo:

Em um ano qualquer, enquanto as cigarras, formigas, abelhas, porcos, bois, cães, gatos e outros bichos bailavam conforme a música que eu na qualidade maestro, regia para eles, chamei o PMDB para se juntar aos camaradas. Vieram todos arreganhando os dentes alvos como porcelana. Nunca vi político banguela. Trazendo o partido para o meu lado, desarmei o inimigo. Com o tempo percebi que nem tanto, aliás os miseráveis possuem um arsenal de armas e barganhas políticas. Assim como dei o golpe ideológico, eles foram traidores e deram golpe político. Não esperava por isso, afinal, dei poder e asas para todas as serpentes que no passado eram minhas inimigas, voaram do poleiro do cativeiro e quando retornaram, fui picado por elas. Quanta ingratidão! Deveras, não deve-se dar asas para quem nasceu para rastejar. Esse dito está na Bíblia e quem era anjo de luz, em Lúcifer se fez. Cruz-credo.

De qualquer maneira, juntos e misturados, mandamos e desmandamos. Com o maior número de Senadores, ganhamos o Senado. Criei cargos fantasmas. Avisei a vovozinha para tomar cuidado, pois nomeei o inimigo número delas, para Ministro de Energia. As vovozinhas não foram comidas pelo lobão, em compensação ficaram sem dinheiro para comprar os medicamentos... por que? Por que a tarifa de energia foi às alturas e não voltou ao solo até agora; aliás, aumentaram para 5 reais o valor tarifário acima de cada 100 kW consumidos.

Meu inseparável amigo "mercador", economista dos bons, com pós no exterior, botei na pasta da Ciência e Tecnologia. Uma vez que sabe tudo de recursos naturais, hídricos e energéticos, não me decepcionou. Dispensei a Marina que era bocuda em demasia e falava pelos cotovelos em defesa de matas, nascentes, animais, enfim, em nome da fauna e flora. Por que falar e preservar animais, florestas e coisas que ninguém vê e portanto, o que não é visto, não dão votos? A ex-minitra está por aí penteando macaco, ou cortando cana, serviço o qual não deveria ter saído. Procure vaga no Rede, partido que prega a Sustentabilidade, estão admitindo urgente. Boa sorte... é o mínimo que desejo para os maus amigos!

Despi mais uma que se dizia camarada, para que todos vissem o que ela tinha debaixo da saia. Outra traidora. Descolei um favorzinho com o homem que ficou conhecido nacionalmente como "rouba mas faz", mas hoje afirmo que é meu melhor amigo, ou melhor pedi os votos de seu eleitorado para ajudar eleger o meu "irmão de luta" a prefeito de São Paulo. Pintou ciclovia com o vermelho do socialismo. Fiquei imensamente feliz pelo apreço com os camaradas. E peço seu voto para voltar a balançar a roseira. Botar para... para... quebrar. Não ponha más palavras em minha boca honesta.

Aprovei o que eu bem entendi e quis. Copa do mundo; jogos Olímpicos, Olim-piadas para pessoas com pernas e braços e sem eles também. Se você não sabe quanto foi gastos com os mega-eventos, não será eu que vou saber. Até o Papa papai papudo, arranquei de Roma e consegui trazer para fazer folia aqui. Um auê dos diabos! Lúcifer deu risadas no inferno; porque o santíssimo Papa é argentino, nacionalidade que meu povo detesta, mas e daí? Para tanger a boiada, ferroar manada de cegos, pode ser de qualquer nacionalidade. Por onde caminha a religião, sempre tem um séquito de seguidores esperando com fé e braços cruzados a chuva descer em goteiras do céu. Assistidos: assim criei e formei meu povo. E me retribuíram os donativos recebidos. Fui eleito e reeleito. Bato no peito e digo que sou o homem que mais viajou no mundo às custas da miséria dos analfabetos políticos. Enquanto existir bobos, os reis podem morrer de qualquer doença, exceto de depressão. Sorri; viajei, comi; bebi; dormi e disse que nada sei, como não sei mesmo...; o resto mais não posso dizer. Compromisso assumido com o meu slogan: "não sei de nada; sou surdo, mudo e cego." Pelo mundo vaguei, fui e voltei, porém, nem na Capital Federal, me encontrei. Um verso de rima pobre.

Eu e a minha patota P M de bestas, que de besta não tem nada, fizemos, pintamos e bordamos o diabo; para a minha traidora - foi como a denominei para os jornais espanhóis, recentemente chuva e sóis; pedalar, pedalar, pedalar e acabar com tudo, por isto, fiquei sem minha magrela. Nunca ouviu falar em magrela de aço: bicicleta ingênuo. Estou andando a pé. Anarquista reacionário do mal?

burrico.jpgIniciada em 2007 ao valor de R$ 4,5 bilhões, a conclusão da transposição do "Velho Chico" estava prevista para 2012. No entanto, com o fechamento das portas do país para auditoria, a foto de 2015 revela em quê pé os trabalhos se encontravam em muitos trechos do projeto. Em 2016 o custo ultrapassava os míseros 12 bilhões, no entanto, a aduana está fechada, os ratos comeram o dinheiro, e sumiram na capoeira e nem a serpente jararaca pega-os. O que sobrou é a esperança, o suor e a urina de animais e homens, como líquidos que fluem pelo canal. Menos mal!

Não, sou bonzinho e socialista do bem...; e por retirar da boca e repartir o pão com quantas pessoas estiverem famintas, talvez, o Jesus Cristo dos dias de hoje. Como Marx, Stalin, Trotski e o mais novo irmão de luta, como sou considerado pelos camaradas, não socializo nada que é meu. Milagres? Faço sim: um deles, é a obra da hidrelétrica Belo Monte. Que luz brilha em meus olhos? Desmontei os montes, para a luz transparente e clara que movem as pás dos moinhos do país passar. Se a indústria e os ruralistas não vão à Belo Monte, a energia gerada pela hidrelétrica vai até o povo. Também faço chover no sertão..., procure saber sobre a transposição do Velho Chico; ou do rio onde bateiam prata e ouro. As obras se arrastam por mais de 10 anos, mas uma hora termina. Somos lentos ao carregar o andor para que todos possam se benzer no pé do santo. Transportando essa metáfora para a transposição, vamos devagar com as obras para que tudo saia perfeito, correto e jorre água em bicas. Chega de gotejamento nas torneiras e telhados. Como disse o camarada Caetano, que tudo saia como um som do Tim Maia. Nem santo segura um socialista marxista, como eu! Êpa, respeito comigo, hein: charlatão socialista, não. Se continuar com gracinha, chamo o juiz moralizador para você, seu coxinha de palavras repetidas! Destruidores do país...

Estudei longos anos a fio para papagaio, sou cátedra em repetir os clichê que me chegam prontos e mastigados, porque criador e inventor, nasci. Pensamento de Jararaca da Vinci.

Quem é que assinada por este e está procurando por uma Eva para trazer para o Jardim do Éden? Quando souber eu digo. Por enquanto, num sei de nada companheiros e quem sabia, morreu... como Sócrates, o que sei, é que nada sei; mas uma estrela vai brilhar em seu caminho. Em meu paraíso, tudo é luz e mistério. Entendeu ministério, pois então, vem comigo, camarada! É para o plano alto e silenciosos dos Ministérios na madrugada é que sua excelência está sendo convidado. Vem comigo... e deixa o resto por minha conta... é lá que os ratos trabalham incansavelmente para operar as vossas despensas; ambiente o qual guarda o queijo nosso de cada mordida. Se no seu meio tudo é mistério, lá tudo é às claras! Óbvio; e enquanto todos dormem em noites breu soturno, no ministério, tudo é às claras. Gemas amarelas por dentro e cascas brancas feitas de calcário por fora. E tudo termina em ovos; quando não, em ovas. Petróleo, sítio em Atibaia, cobertura em S.B. do Campo, meu reduto eleitoral e pizzas nunca mais... pizzas é iguaria degustada pelos meus inimigos de poder. Do pessoal da direita; eu e os camaradas somos esquerdistas, canhotos de palavras, pernas, mãos e ações.

Estudei longos anos a fio para papagaio, sou cátedra em repetir, porque criador e inventor, nasci. Isso é a única coisa que sei, o resto mais, não sei de nada; mas quando souber, desde que com uns contos em Reais ou em centavos de dólar, ou em libra esterlina, te conto em outro conto. E de conto em conto, sobre o que não sei, fica o (e)leitor a ver navios e com o contado, engabelado. E de forma plácida e inusitada, após 16 anos de tentativas, a massa engoliu o sapo fino, com barba e tudo, que eu fabriquei. O camarada Oswald não errou ao dizer o que disse sobre mim. Enem sabia que o escritor existia, pois, na escola que estudei, os professores só preocupavam-se com as disciplinas ligadas ao socialismo do irmão Marx e nada de literatura brasileira. Livros, escrita e leitura não enchem barriga, ao contrário, apresentam o atestado de pobreza para o educando. E pobreza e miséria iguais as que passei, bastam as vividas no Nordeste; que dizem ser "terra de cabra da peste"... e como tem cabras, bodes, serpentes, pestes e cobras por aquelas bandas!

Contando com seu voto em 2018, fico por aqui. Unidos venceremos... eu mesa posta eu sigo comendo; e o resto do povo, os dedos cheio de pasta, lambendo. Por favor, não entenda outra coisa, a não ser pasta. Para mim chega e para o leitor, o que leu sobre mim basta...

P.S.: estou escrevendo a biografia da Jararaca citada no texto, o problema é que ela não cansa de dizer que não sabe nada, de nada. Imagine se eu na condição escritor, vou saber sobre ela...; lembro-me, vagamente, os poucos dias que ficava em Brasília. Conclusivamente, penso que era como os jogadores da seleção canarinho: aparecem na estação, comem o alpiste nas gamelas em épocas de jogos da Seleção e batem asas para lugares distantes. Identidade, origens e raízes não mentem. Por outro lado, verdade é que, a maioria não sabem em que continente o país está situado. Pobre povo sem escritores, sem livros, sem representação, sem leitores, sem Educação, sem saúde, sem habitação, sem transportes, sem tecnologia, sem nacionalistas brasileiros por princípios e óbvio, sem quem zele por ele! Mas a culpa é só, e somente, do Temer: erário?


Profeta do Arauto

Próximo, lado a lado com as teorias e longe, anos luz da solução, sigo impotente, escrevendo nada de óbvio para Obvious.
Saiba como escrever na obvious.
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