ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

Cronologicamente, didaticamente, antropofagicamente, funciona assim: as palavras que saem de minha boca, não são escritas; e se escritas, não são exercitadas

Quando os legados dos pais moldam o bom caráter do filho!

"Não quero ser lembrada como a menina que levou tiros. Quero ser lembrada como a menina que não baixou a cabeça". - Malala Yousafzai.


"A educação é o caminho para salvar vidas, construir a paz e fortalecer os jovens. Essa é a lição que Malala e outros milhões como ela estão tentando ensinar ao mundo". - Ban ki-moon


Malala por ela mesma: Será que os pais, mães, professores, conselheiros; funcionários, empresários, treinadores, dirigentes; Zico: "Galinho de Quintino", tido como o atleta/astro de décadas e aclamado pelo clube e torcida; os jogadores profissionais mercenários que ganham mares de dinheiro; detento Lula, ex-presidente que mais investiu em futebol em vez de educação e saúde e com isso se beneficiou com milhões de votos; os 10 adolescentes que faleceram na tragédia incendiária e mais os outros que dormiam no mesmo "Ninho do Urubu", (os supersticiosos, conspiradores e Profetas dizem que a cegueira intelectual inicia pelo nome) pertencente ao Flamengo Futebol e Regatas, algum dia souberam, ou sabem quem é Malala, que na idade semelhante à dos adolescentes que morreram, disse: "Não quero ser lembrada como a menina que levou tiros. Quero ser lembrada como a menina que não baixou a cabeça". - Malala Yousafzai.

Provavelmente não. O mesmo aconteceu com o Profeta andante de alpercatas, Jesus Cristo, o qual apenas 12 fiéis discípulos o seguiu. Em tempo, os bons exemplos não são ouvidos, muito menos seguidos; pois, caminhar pela longa e estreita trilha fechada da retidão, somente os retos desapegados; quando não, os resignados de coisas materiais ousam e são capazes. O restante da massa de manobra, embora encontrem dificuldades até nas facilidades, optam por cavar oportunos desvios e atalhos.

malala1.jpgDa rebeldia nasce o gênio; pessoas comuns, pouco ou nada acrescentam, ou mesmo contribuem para o todo. Nascem banguelas, humildes e ingênuas, para mais tarde, após longas décadas, morrerem com dentição de porcelana perfeita, megalomaníacas, batedoras (ativistas de latrinas de banheiros) de língua nos dentes em rede social, endinheiradas e maquiavélicas. Deveras, a rebeldia do arredio é uma maneira de altruísmo afetuoso e através dela, nasce o gênio.

Embora tenha recebido o prêmio Nobel da Paz em 2014, nunca havia interessado-me em ler nada sobre Malala, a adolescente que foi baleada e quase teve a vida ceifada pelo Talibã; até que de súbito, fuçando um sebo daqueles fétidos, com longos corredores mal iluminados, ladeados por um emaranhado de prateleiras, tipo ninhos de ratos, com filhotes de páginas ululando carcomidos pelo tempo, deparei-me com o livro: "Eu sou Malala", de mais de 300 páginas. Foi um sobressalto para minhas vistas, afinal, qual o motivo daquele exemplar semi novo estar ali naquele alfarrábio devorado pelo óxido do tempo, com Malala de olhos arregalados para os meus. Varri com os olhos a introdução na orelha de capa, nada de excepcional; e se não fosse a frase/prefácio: "A todas as garotas que enfrentaram a injustiça e foram silenciadas. Juntas seremos ouvidas", provavelmente, não o compraria.

Logo entendi a mensagem: "compre-me agora, já; e aprenda com meus ensinamentos, ou serás mais um covarde a ser devorado pela ignorância contida na maioria, ou seja, aparentarás ser, o que não é. Devemos ser 100% naturalmente autênticos e nada, zero superficialidades". Em concordância Malala, pois aparências maquiadas pelo photoshop, botox, cirurgia bariátrica; ativismos ambientais Black Power, ou amiúde, àqueles que fazem-se vistos pelo chumaço de cabelos na cabeça; pelos sorrisos de plástico deformados para uma selfie; pelas magias dos pós secam barrigas; pelo esticam-daqui, puxam-de-lá as rugas, enganam.

Sem titubear, botei-o na capanga e corri para o meu refúgio; sobretudo, recordei que lendo sobre as recomendações dos velhos sábios, o que não se sabe com certa profundidade, nada deve-se dizer sobre. Mais: enviesadamente mal humorados, dizem eles que calar-se diante do estrondoso alarido, é a maior conquista dos sábios modernos em um mundo "globalizado"; pois, globalizando o que querem, mentiras (faque neus. Detesto inglesismos) e verdades se fundem, cuja finalidade é confundir os acomodados falazes de conhecimento. Destarte, teria eu que ler alguma coisa sobre a adolescente que ganhou notoriedade mundial com sua postura aguerrida, corajosa, ousada, destemida de não se calar frente aos caos proporcionado à sua família e a nação paquistanesa pelo grupo terrorista Talibã. O livro é um híbrido de romance familiar com a biografia de cada personagem, fundido à forte tendência ao terror. E foi o terror que prevaleceu, levando Malala ser, o que foi; ou ao que é. Porém, por trás daquela figura rebelde, ativa, passiva, disciplinada, família, arredia, há um personagem que, suponho, seja desconhecido para a maioria: seu pai. E logo na página 23, Malala relata essa interação amistosa, o que caracterizaria a relação entre ambos.

"Quando eu era bebê, meu pai cantava uma música escrita pelo famoso poeta Rahmat Shat Sayel, de Pestawar. A última estrofe é assim:

Oh, Malala de Maiwand,

Ergue-te mais uma vez para fazer os patchuns entenderem o significado da honra, Tuas palavras poéticas movem mundos,

Eu imploro, ergue-te mais uma vez."

O nome Malala foi em homenagem à Malalai, uma jovem de 17 anos, adolescente bravia que esteve presente nos campos de batalha cuidando dos feridos, levando comida e água; na ocupação inglesa contra o Afeganistão, suas raízes, seu povo. Como toda guerra que dizima os inocentes e justos que pregam a liberdade e igualdade, Malalai foi morta pelos britânicos. O avô de Malala não gostou nem um pouco do nome posto pelo seu filho, na neta. Disse ele que era "um nome triste; significa luto e sofrimento". E no decorrer da leitura nota-se que bucolismo, poesia, religião, conhecimento, superação, dificuldades financeiras, investimento em capital humano, dor, mortes, mudança de cidade e sofrimento caracterizam a família de camponeses pregadores da irmandade universal através do conhecimento e saber.

Seu pai era professor do ensino médio na aldeia onde moravam. Falava inglês e não só lecionava, como dominava o conceito histórico do país. Era um tipo de pessoa interessada em política, poesia, relação humana e sempre estava envolvidos em questões sociais. Embora não se qualificasse como tal, o fato dele ser um "agitador / ativista" em defesa da coletividade paquistanesa e não de grupos sectaristas "A ou B", fazia dele alguém a ser seguido, um herói com caráter para Malala; que por sua vez, absorvia em essência seus legados humanos e posições políticas. Aliás, toda a família, incluindo sua mãe que era prendas do lar e os irmãos mais novos, participavam ativamente das propostas do patriarca.

"E o meu medo maior é o espelho se quebrar." fragmento final da letra "Espelho" composta por João Nogueira aos que possuem um Pai com poderes de Pai e amigo; e não um progenitor/provedor dentro de casa, falando de futebol, samba, churrasco, datas, manias e coisas fúteis, apenas; tipicamente da família brasileira.

Malala era uma menina desenvolvida intelectualmente e acostumada desde cedo aos discursos em público. E numa festa de recepção aos pais em sua escola, enquanto os demais alunos sentiam-se envergonhados de apresentarem para plateia ouvinte, a educanda recitou um poema celebrando as palavras do Profeta. Aproveitando o ensejo, Malala pediu mais um minuto da atenção de professores e pais para recitar uma frase de sua autoria: "Um diamante bruto deve ser lapidado várias vezes até que se transforme numa minúscula joia"; e concluiu dizendo ao público que tal pensamento revelava a necessidade e esforço voluntário para realizar os desejos do coração. Sem revelar-se à ninguém, estava decretado a influência de seu pai sobre sua formação, tanto moral, quanto política, cultural e intelectual. O panorama começa mudar radicalmente para pior, quando um grupo de desaforados, forasteiros e terroristas invadem o território onde Malala e família moravam. Principiando ser servos do bem, o grupo age junto aos pobres, aliá-se à religião, dominam as rádios locais e criam movimentos contra o Poder.

Em Mingora, território moradia de Malala, a leveza da poesia escrita pelo seu pai culminava com explosão de bomba contra quem fosse de poesia, contra quem fosse difusor de liberdade e conhecimento. Para os contra e reacionários terroristas, o saber ocupava espaço nos novelos neuronais, perturbava a nova ordem local e não menos, o silêncio imposto pelo toque de recolher do terror. Portanto, para o Talibã a família de Malala teria que silenciar à qualquer custo!

No entanto, as investidas não resumiam somente em atacar o Poder político, mas também o poder do conhecimento; e a escola de línguas, a qual oferecia ensino gratuito aos mais carentes e necessitados criada por seu pai com extremo sacrifício e suor, passou ser alvo dos terroristas. Contudo o professor e pacifista não desiste de sua proposta social, ao contrário, acreditando piamente que a cultura refinada e educação de qualidade pudessem revolucionar seu povo, investia cada vez mais; a ponto de a escola contar com inúmeros professores aliados.

Gil Gomes era tido como um grotesco, um brega falaz radialista de AM em meio à mídia tida intelectualizada dos anos 80, porém dava aula para o atual Datena e outros que, fora o sensacionalismo lacrimoso, ganham fortunas de dinheiro para dizerem o trivial, ao iniciar e encerrar o seu programa de reportagem policial, sabiamente, dizia que "se você agir com dignidade, poderá não consertar o mundo, mas certamente será um canalha a menos". Agir com dignidade: foi exatamente isso que o pai de Malala fez, permanece fazendo e provavelmente, fará em toda sua existência na Terra.

malala2.jpgSalvo uma Malala da vida, que é uma em meio à multidão de 1 de milhão de estranhos que caminham lado a lado, a definicão de ser humano em duas palavras: farsa; engodo. Essa espécie passa ileso pela vida sem saber quem é, porque a indefesa, a benévola e envergonhada Natureza é mudamente sem palavras!

Enquanto o pai de Malala conseguia hegemonia e reconhecimento internacional como ferrenho defensor dos Direitos Humanos, principalmente por valorizar o papel da mulher na sociedade e obviamente, por defender com unhas e dentes os direitos das crianças de sexo feminino, adolescentes e idosos à escola e educação, sua família corria sério perigo de ataques dos contrários ao seu pensamento transformador. Malala via tudo aquilo acontecendo e para aumentar o espanto e temor, a família recebeu uma carta nada pacífica endereçada ao seu pai: "Você é filho de um erudito religioso, mas não é um bom muçulmano. Os mujaheddin vão encontrá-lo aonde você for". Mesmo com o perigo, ameaças e mortes de pessoas ligadas aos movimentos de libertação estivessem acontecendo na porta de sua escola, seu pai mantinha-se resoluto e não acreditava que nada aconteceria à sua família e caso as ameaças viessem ser concretizadas, seria contra ele. A verdade é que, todos estavam em meio ao fogo cruzado e em uma de suas conferências sobre o bombardeio que sua escola sofrera 3 anos antes, o patriarca chegou dizer que "Fazlullah - mentor e líder do Talibã na época - é o chefe de todos os demônios. - e perguntou aos presentes: "por que não foi capturado!?"

Certo dito popular pontua "que muito ajuda quem não atrapalha". Verdade inconteste, pois para ajudar no empreendimento, unir forças em prol de uma causa em comum, é um ou outro; mas para desagregar e separar tem uma porção. E o restante, com sua insignificância, indiferença e hipócrita mesquinhez, não fede e nem cheira. Dito que não tem nem um milímetro a ver com Malala, que abraçou e tocou em frente a causa de seu pai; e seguindo o preceito de Malalai, foi para o campo de batalha e saiu como heroína.

Malala fazia de tudo para não demonstrar, mas as constantes ameaças a deixava aturdida, desestabilizada emocionalmente. O que é compreensível, pois era uma adolescente pueril ainda em formação, tanto física quanto psicológica. Uma adolescente em formação e mesmo aparentando maturidade de mulheres vividas, nutria em seu íntimo o medo que algo pior acontecesse à sua família. À noite, esperava seus pais dormir e corria às portas e janelas para ver se estavam realmente fechadas. Não dormia enquanto não verificava todos os portões para saber se também estavam trancado com ferrolho. Imaginando que alguém pudesse entrar em sua casa, com a mesma finalidade, rondava todos os ambientes. O medo era um leão rugindo, constantemente, sem dar tréguas para sua mente.

O resumo do livro em um parágrafo: "Um dia vi meu irmãozinho Atal cavando furiosamente no jardim. "O que está fazendo?". perguntei. "Uma cova, ele respondeu. O noticiário recheado de mortes e assassinatos, tornava natural que meu irmão pensasse em caixões e túmulos. Em vez de brincar de esconder, as crianças inventaram um jogo chamado "Exército X Talibã". Faziam bombas com galhos de árvores e usavam gravetos como se fossem Kalashnikovs. Eram essas suas brincadeiras de terror."

Por sorte e salva pelos deuses da sabedoria, dois simples canalhas quase assassina uma geniosa visionária que vislumbrava novos horizontes, não só para seu povo, mas para o mundo.

O que seu pai menos imaginava, aconteceu; e no dia 9 de outubro de 2012, voltando da escola no ônibus/caminhão esfarrapado que transportava os alunos, duas pessoas encapuzadas fizeram o condutor parar e como gatos, escalaram a parte de trás e um deles inundou de terror o interior do ambiente com a pergunta: "quem de vocês é Malala". E sem esperar que ela dissesse o porquê estava engajada no movimento: "escola e educação, indiferente ao sexo, é um direito de todos e poderia ser útil, auxiliá-los, tanto quanto suas irmãs, seus irmãos e se as tivessem, suas filhas", a adolescente de 16 anos foi, friamente alvejada com dois disparos à queima roupa na cabeça.

Existem mulheres, assim como existem ativistas femininas, como existiu Amélia, a extinta mulher brasileira. Entretanto, com os ensinos de seu pai, Malala preferiu ser Amélia, uma aguerrida e verdadeira Amélia defensora de uma causa, defensora de um bem maior para a humanidade.

A Bíblia cita em Efésios 6 versículo 2 e 3: "Honra teu Pai e tua Mãe, para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra". E Malala não deixou se abater, ao contrário, enobreceu o seu sobrenome; e ao honrá-lo, elevou às alturas os nomes de seu Pai e de sua Mãe!

O Prêmio Nobel da Paz foi dado à Malala, mas presumo que ela tenha repassado-o ao pai; pois tê-lo como mentor, professor e Pai, foi o seu mais consagrado prêmio.

Dentre as muitas condecorações internacionais, Malala foi representante da liberdade das mulheres na França, recebendo o Prêmio Simone de Beauvoir. Por sua vez, seu pai foi escolhido conselheiro da Educação na ONU.

A falta de cultura refinada, ensino pensante, redemocratização da democracia, conhecimento apurado, família com estilo de família e não ajuntamento de pessoas e a falta de Pai e Mãe orientando e repreendendo insistentemente, pois criança criada ouvindo somente sim e delicada feito cristal intocável, não sabe o que é, e nem é dado à ela a condição de liberdade e ensino do que é conquistar por esforços próprios, é o reflexo do estupro coletivo; afinal o terror, o tráfico, o ladrão, o vagabundo usurpador que dorme até meio-dia; o corrupto, o adultério nas camas dos lares e o oportunista bonzinho falaz que nada faz, estão para todos que convivem em sociedade. Sociedade que nada mais é: grupos de famílias associadas que se unem para usufruir de um bem comum. Usufruir de um bem ou mal, comum, lógico; se não, não é sociedade!

Se Malala, pai e família não foram a revolução que quiseram e continuam querendo para seus irmãos mund'afora, pelo menos foi a revolução que um dia sonharam; pois apenas sonhar não basta, tem que transpirar a execução dos planos traçados, elaborados no papel. Parabéns Malala e família, quem sabe um dia a maioria dos seres humanos que compõe a humanidade, pense a causa maior, una forças e caminhe sob as pegadas semeadas pela sua família, ora em solo alagado, ora em solo árido, ora sob a explosão de bombas, mas também sob a merecida paz!

Passou da hora de tomarem Malala e família como exemplo e reeditar, reconstruir os moldes de uma família próspera, ordeira, disciplinada e progressista. Fatalmente o resultado refletirá em sociedades mais civilizadas, mais justas, mais humanas, mais empáticas; e menos luz, câmeras, ação. Diminuindo o volume de escória (7 bilhões é lixo demais) lançado nos monturos e aterros sanitários, o planeta Terra agradecerá imensamente!

P.S: Ensinamentos não declarados pela família de Malala: O bom, o excelente, o exuberante líder é àquele que está no comando, à frente do rebanho no campo de batalha ensinando, esclarecendo, elucidando, dirimindo dúvidas, mostrado com exemplos práticos como se faz.

Qualquer estudo, pesquisa e ciência sobre comportamento humano falha quando a criança é educada, recebe formação familiar exemplar e orientação adequada para a vida adulta. Berço e formação doméstica bem estruturada auxiliam no caráter e personalidade do cidadão; assim feito, não há necessidade de ser reprimido quando adulto, ao contrário, será uma pessoa briosa, cumpridora, altruísta, desenvolta, respeitadora, influente, "limitada", compromissada e capaz.

Considerações finais do ensaio à cegueira:

Mas veio o tempo negro / e a força fez comigo, o que a força sempre faz / não sou feliz, mas não sou mudo / hoje canto (grito a paz, berro o amor, vocifero o respeito universal, proclamo o saber ecumênico, brado a revolução no seio familiar) muito mais. - Belchior

Criança é criança de carne, ossos, emoções, olhos, sentimentos e seja ela negra, branca, azul, rosa, vermelha, pequena ou gigante, merece respeito e trato como gente; e não mimá-la como um frágil cristal intocável, como as crianças formadas e educadas pelos pais atuais. Mesmo sabendo, muitas vezes, criam e alimentam serpentes peçonhentas. Os presídios atestam tal verdade.

A busca de novas razões e respeito aos capacitados humanos que construíram e constroem o mundo, vão se dissipando desenfreadamente pelos infelizes que tocam o terror e acomodados que tudo sabem, sobre tudo dizem, sobre tudo se metem, mas em nada contribuem; sobretudo, nada fazem em prol do bem maior, infelizmente! São bandos de pombos e pardais terroristas silenciosos, tácitos, usufruindo do que as mazelas lhes proporcionam gratuitamente, sem cobrar um vintém furado.

Tudo pode ser ensinado. Sim, comportamentos são ensinados/aprendidos. Aprendemos como nos comportar; aprendemos até como sentir; aprendemos ser empáticos.

A melhor etapa da vida para ensinar e educar pessoas, comportamentos e formar personalidade, é na infância. Depois que os vícios enraizam, digo maus vícios, bau, bau; suporte a dosagem de veneno ingerida por sua Senhoria, Nicolau! E por favor, seja escrupuloso e nada de transferir o problema que, certamente contou com sua colaboração; mesmo que indiretamente! A Bíblia condena e o Código Civil Brasileiro incrimina quem é conivente, nega a verdade, omisso e cúmplice do malfeitor.

Se não é tudo, família é quase tudo e isso basta! A perspectiva é: qualifiquemos o comportamento das crianças e quem sabe, temos chance de ter uma humanidade melhor no futuro. Malala e família ensinou-nos, mostrou o caminho e como se anda sobre as pedras.

Quando os legados dos pais moldam o bom caráter do filho! "Não entendi o título: Por que, algum filho recebe maus exemplos dos pais?"

O vagabundo, o crápula, o corrupto, o oportunista barganhador, o canalha, o corruptor, para não qualificar a maioria dos seres que compõe a humanidade com adjetivo pior, que são tidos como os melhores filhos do mundo, não germina na sociedade, mas brota no seio familiar e prolifera, dão bons frutos em meio à sociedade.

O pior cego é aquele que não quer ver o que leu nas entrelinhas! O que escrevo é para ser visto? Visto ou lido? Como sugestão, o que escrevo é para derramar sangue, suor e lágrimas no exercício do mesmo, porque visto e lido, presumo que tenha sido! No mais, sem data de retorno prevista, estou indo embora.

Entrevista de seu pai e o livro que foi lançado recentemente sobre a filha, Malala em: https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2019/02/17/pai-de-malala-ela-vai-a-festas-da-conselhos-e-falamos-de-tudo-menos-sexo.htm


Profeta do Arauto

Cronologicamente, didaticamente, antropofagicamente, funciona assim: as palavras que saem de minha boca, não são escritas; e se escritas, não são exercitadas .
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