ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

No afã que a vida lhe seja a caixa de presente distante da emblemática forca do multicolorido laço de fita da morte, nutro-o com viagens, alimento-o com gargalhadas, enalteço-o em palavras, ironizo quem cruza seu caminho; e fora as subjetividades citadas, dou o que comer e beber diariamente para o meu futuro esquife. Até quando terei que bancar essa chantagem emocional, esse prejuízo econômico, eis o mistério da fé

Alvissareiros: um texto de mais Amor que Ódio

A Legião Urbana em "Que país (de nacionalidade brasileira) é esse", inicia fulminando as estruturas, rompendo dogmas, insultando ideólogos, metralhando a sociedade, com a estrofe: "Nas favelas / no Senado / Sujeira pra todo lado.
Ninguém respeita a Constituição

/ Mas todos acreditam no futuro da nação".


Finalizando, a banda pesa o som e Renato Russo abre a goela para berrar o futuro, que pode ser entendido como agora, neste exato instante: "Terceiro mundo, se for / Piada no exterior.

Mas o Brasil vai ficar rico / Vamos faturar um milhão".

Errata: em vez de: "mas o Brasil...; leia: ... alguns brasileiros vão faturar um milhão. Pois, contrário da corrupção que foi instituída e nacionalizada, a sorte e a honestidade de ganhar o pão de cada dia suadamente, não é para todos os brasileiros. Afinal, trabalhar em regime CLT para sustentar a máquina pública, dá trabalho.

Contextualização: Trotsky conheceu Engels, Stálin e Lenin e correu léguas de distância dos mandatários socialistas russos, indo parar no México, com medo de ser esquartejado pela foice dos bolcheviques; ou a história russa foi escrita por historiadores mentirosos? Como dizia a minha analfabeta, filósofa, estúpida, psicóloga, visionária, formadora de opinião, educadora, inútil, crítica, empática, sensível, rude, cosmopolita e Mãe, que do seu ventre pariu um asno; "quem não te conhece que te compre, meu filho". E eu nunca consegui valor acima de uns centavos de Real no mercado humano brasileiro. Admito: sou gente; e gente vale pouco ou nada perante os animais domésticos de raça pura trazidas do exterior, perante o próprio homem; em contrapartida, vale muito, é ouro puro perante os espelhos, balanças, holofotes, perante a família, orla da praia, lojas de shoppings e Natureza. Aliás, ao contrário de todas as demais, o que essa espécie mais faz com competência é emporcalhar as águas, desmineralizar o solo, tocar fogo nas matas, poluir a atmosfera, e destruir, generalizadamente, os recursos naturais!

Paulatinamente, celebridades e políticos brasileiros protagonizam cenas e discursos que, além de hilários, tendem ao ridículo. Estando ele na Grécia, terra de homens sérios, os quais, teorizaram e construíram as leis da democracia, o fantástico Zé de Abreu, com seu super bigode, bateu com a língua nos dentes, ao dizer que daquele momento em diante, seria o Presidente do Brasil; aliás, para contentamento dos aliados e correligionários de ideologia, colocou a faixa presidencial; e ao aportar no Brasil, carregado nas costas pela fanática e cega multidão, foi recebido no aeroporto com honrarias de estadista.

zé de abreu.jpgEm bilhete escrito para o 247, de sua prisão política, o ex-presidente Lula diz que o ator José de Abreu, que foi entrevistado pela TV 247 na noite desta terça-feira, "já está com cara de presidente"; "Sou cabo eleitoral do Zé de Abreu", anunciou, mandando um "abraço no nosso novo presidente".

A (in)dispensável e eminente Marta Suplicy em anos idos de queda, derrapagens de aviões e desmonte da tripulação sobre florestas e solos montanhosos, a ex-Ministra de Turismo do ex-presidente "Jararaca, ou Alma mais honesta do mundo", disse em tom audível para os quatro cantos do país ouvir, que quando o estupro é inevitável, deve-se besuntar bem o orifício, relaxar e revirar os olhos, delirar de tanto gozar.

Paulo Maluf nos tempos de "roubo mas faço", disse que era "para estuprar, porém, matar jamais". Em certa feita, a Dilma Rousseaf também não deixou por menos e ao palestrar na ONU, mandou a dela, ao dizer que a tecnologia tem que criar mecanismos para estocar vento.

Recentemente, o atual Ministro da Educação, filhote do americano-brasileiro, Olavo de Carvalho, disse que brasileiro é terror, vândalo e destrói tudo no exterior. Deveras, se fazem o que fazem no Brasil, será que existe alguma mentira em suas palavras? De qualquer maneira, foi mais uma bela presepada em forma de verdade. Dando continuidade ao "Zorra Total nosso de cada dia", Zeca Dirceu (não confunda com o ex-presidiário José Dirceu, nobre ex-parlamentar que dizem que tinha 5 identidades falsas na época da Dita Mole, porque cerceamento de linguagem não é ditadura) disse que cansou de ouvir, cantar "Tchuchuca do Bonde do Tigrão". Isso explica porque cultura elevada move, bem como é o indicador do nível de um povo. Fato é, se o anunciante/político precisou apelar para a publicidade, marqueting e caixa enfeitada com laço e tudo, para vender, barganhar seu produto, duvide da essência contida no presente.

Essas feras geniosas e inovadoras da comunicação estão sempre nos eventos certos, no lugar certo, discursando para o povo certo; afinal, cada povo ouve, acredita, dá seu voto, faz coreografia e segue os políticos e celebridades que querem e apoiam. No entanto, como tudo se paga, semelhante ao custo dos filhos, a fatura vêm com juros e correção monetária, pode passar décadas, mas a fatura chegará à casa do esquecido devedor; pois, dívida é como briga "quebra barraco" em favela e em condomínios luxuosos de "primeira classe", também: quem bate nunca lembra, contrário de quem apanha, que não esquece nunca da derrota no embate.

Não que eu queira ou torça, mesmo por que minha família e nacionalidade é brasileira, não sofro nem um pouco, não contento-me, não fede e nem cheira se o país subir ou descer com o novo governo. Aliás, se subir é mérito do povo e se descer, demérito dos governos; contudo como ilustração didática, pirâmide nenhuma foi iniciada de cima para baixo. Socialmente falando, isto é regra. Nunca pensam que, diante do ultrapassado e famigerado conceito de democracia, sociedade é governo; e não o contrário. Em todas as posses, celebração criada em 1972 pelos militares e plenamente aprovada pelos democratas, sempre foi esse alarde, arruça parecida explosão em barril de pólvora, mas com o tempo, não passou de fogo soprado pelos ventos em moinhos e paióis de palha. Todos, ratifico, todos os governos ao final de mandato provaram sua ineficiência.

É tão verdade que a Dilma foi deposta; a besta fera e "alma mais honesta do mundo" está enjaulada na P.F de Curitiba; Cabral Pezão de Garotinho estão, ora em casa, ora jogando xadrez; Crivella tá no bico da botina dos comandantes da Câmara do Rio de Janeiro; e o último presidente, apelidado de "vampiro", se livrou do xilindró através de um famigerado "habeas corpus", mas continua sendo procurado pelo "sol quadrado" do gradil aprisionador de corruptos, forasteiros, corsários de riquezas, aliciadores dos fracos, traficantes de sutilezas e larápios do suor alheio.

Aristóteles disse que todos e quaisquer regimes de governo são funcionais e darão bons resultados, se não houver líder humano. Incluía nesse caso a democracia, pois garante ao eleito a legitimidade através do voto. Portanto, faça como eu e tratem de lavar pratos, banheiros, vender flores em semáforos, engraxar sapatos, queimar o umbigo em chamas de fogões e com a ilusão que o futuro o pertence, estudar feito imbecil, para depois de formado, uma vez que não há trabalho no país para tanto gênio, contar carradas de mentiras tolas para os crédulos que sabem menos ou nada. Isso quando havia ensino e laboratório nas faculdades e professores gabaritados para tal; porque atualmente doam diplomas até por Sedex 10. O que significa a sigla EAD? Em resposta digo que é o IUB (Instituto Universal Brasileiro) dos dias de hoje, piorado óbvio, distribuindo diplomas. Tudo mudou, para pior, óbvio, no ensino do povo de nacionalidade brasileira. Pois, ao defender minha tese de mestrado diante da banca examinadora composta por muitos mestres em Educação, fui enfático e incisivo e resumi o que havia escrito em 50 páginas em só uma frase: "senhores e senhoras examinadores, prometo não reclamar de salário por amor ao ofício. No entanto, eu Profeta do Arauto, não sei de nada. O aluno sabe menos que eu, e o nada que sei, o educando não quer saber, então, por que não lecionar? Diante dessa tese, entendo que professor deveria lecionar gratuitamente. Como agente transformador que diz ser, sem remuneração, apenas como contribuição social. É o que farei, se aprovado. E pela lei da justa equivalência, a qual difundem mas não exercitam, quem nada sabe, nada ensina; o mesmo aplica-se à quem nada produz, pois, quem nada faz de útil para a família de mesma nacionalidade, não tem direito de exigir, comer e beber. Muito agradeço!"

Foi pegar ou largar; zero ou dez. Os examinadores entreolharam-se; piscaram um para o outro, fizeram um "O" com as bocas, franziram as testas e sem outra opção diante do método propedêutico de ensino apresentado, todos atribuíram nota 10 para mim; não pelo conhecimento e proposta educacional, mas pela coragem de denunciar o ensino no futuro; afinal, atualmente o professor não tem nada de humano, por isso, é tampão; e sem opção de melhores salários, dão aula. Detalhe: esse fato ocorreu faz mais de 60 anos.

Bolsonaro, Tiririca, Zé do Chapéu, Alexandre Frota e outros poucos sortudos estão garantidos por 4 anos com altos salários e sólidas mordomias devido as leis criadas por eles no passado. E você, qual é o sistema de leis que garante-lhe os benefícios como batedor de cartão? Sabes as diferenças entre Estatutários, Previdenciários e CLT? Para início de debate, a CLT foi criada por Getúlio Vargas e as leis Estatutárias e Previdenciárias por volta de 1970; para suprir os governos, uma vez que pagavam uma mixaria, uma ninharia de salário para quem era funcionário público. Não obstante, o sentimento de ingratidão permeia o reino humano e os poucos beneficiados com as leis e iniciativas implantadas à quase 50 anos, detonam a suposta ditadura dos militares; mas estão firmes e fortes mordiscando uma fatiazinha do bolo nobre oferecido pelos Municípios, Estados e União; afinal, qualquer montante de trabalho, seja ele muito ou pouco, dará e exigirá trabalho para demovê-lo; e o funcionalismo público não existe para operar, trabalhar, mas para burocratizar.

Nota-se pois, que antes de trabalho responsável, comprometido com o servir a sociedade, mesmo porque quem paga o funcionalismo público é o dinheiro arrecadado com os caríssimos impostos, a revolução trabalhista governamental dos militares legitimaram a estabilidade, segurança, cargos vitalícios, altos salários, aposentadoria, garantias e muitas mordomias beneficiárias aos interessados; e não houve um brasileiro que recusou ou recusa a oferta. Pintou concurso, que é o quê mais se vê nos jornais de emprego, chove enxurradas de inscritos.

Ali começava a falência do país como um todo em detrimento de meia dúzia; que atualmente elitiza-se através de concursos e não competência e títulos. Concurso é como vestibular, com a diferença que após aprovado em concurso, aposentadoria vitalícia bancada por quem de fato investe e trabalha para o engradecimento do país. O funcionalismo público saiu de férias-prêmio, ou operação papai noel no dia 20 de dezembro e só voltou à enrolação na segunda semana de janeiro. Diretamente, os Estados, Municípios e União não produzem nada, a não ser burocracia e altos impostos e ainda assim, não tem dinheiro para pagar o décimo terceiro dos funcionários que por sua vez, pouco fizeram por merecê-lo ao longo do ano.

E o funcionalismo privado? Certamente, se não fosse os alguns operários briosos do baixo escalão da saúde e segurança pública, a classe dos agricultores, pecuaristas e dos comerciários, nós não teríamos comido, bebido e esbanjado ostentação no final de ano. O que dizer da humilde classe operária denominada gari? Fidelidade com a limpeza do lixo, monturos e restos de tudo que amontoam nas esquinas das cidades. Como lixo não tem pernas, obviamente que foi levado pela sociedade; provando o quanto o brasileiro é imundo e joga contra si mesmo; pois lixo e entulho é chamariz para ratos, baratas, moscas varejeiras e outros bichos, que somado ao chorume, são vetores de doenças e bactérias. Depois culpam os governos pela falta, ou precariedade de saúde. A verdade é que a sociedade brasileira é anarquista democratizado.

Oportunistas disseminando um péssimo exemplo de anarquismo; e quando lhes convém, deliberadamente e sem medir as consequências e os efeitos dos seus atos no todo, cada fulano faz o que quer.

Quem faz o país subir ou descer economicamente é o poder privado, funcionalismo e poder público são, quando muito, administradores de suor alheio, porque de seus corpos não saem uma gota sequer. Para finalizar essa sarna infindável que esparrama em sua pele já escamada, faça como eu que sempre acreditei que não há nada tão ruim, que não fique pior; e sofrerás menos. E onde tem gente, fuja! Esse bicho número um na cadeia alimentar só pensa em si; portanto, humanamente, não deu e certamente não dará, certo. Não aposto em futebol de botão, porque é jogado por gente. Como disse a Marta Suplicy quando Ministra de Turismo de governo de ex-presidente detento; "quando o estupro é inevitável, besunte bem o orifício, relaxe a musculatura e goze o quanto puder".

Disse esta frase de impacto filosófico quando questionada como ficaria a reputação do Brasil no exterior, com a debicada do avião da extinta Tam contra as edificações lindeiras ao aeroporto, incinerando mais de 200 vidas em São Paulo; e ainda assim permaneceu no cargo de ministra até o final do mandato da "alma mais honesta do mundo".

Sobre a pérola derramada em solo Brasilis pela ex-ministra, o cantor Vando replicou ao pé da letra: "As mulheres bem amadas gostam de chegar cedo em casa".

Definitivamente, confesso que os poderosos são os meus heróis sem nenhum caráter, paladinos da justiça, verdadeiros executores de palavras, usurpadores do suor alheio e como não, corruptos em escala maior. Uma nação, um país não depende de sistema de governo, pode ser até o anarquismo, como é o texto, mas do caráter e probidade da nacionalidade de quem o habita; e convenhamos, a nacionalidade brasileira não é confiável. A começar por quem assina este, cuja nacionalidade é brasileira, somos todos corruptos. Deveras, uma vez que a nacionalidade é a mesma, uns mais e outros menos, somos todos corruptos.

Fato é que, após os holofotes, a fama, o glamour internacional e as manias de grandeza, os brasileiros querem ser beatificados como santos, pelos excelentes milagres e relevantes obras feitas em benefício do país.

- Profeta, que país é esse que foi beneficiado com as relevantes obras de seu povo; porque o Brasil, fora a ostentação e o gigantismo que são peculiares da nacionalidade brasileira, está mais quebrado economicamente, politicamente, socialmente, familiarmente, antropofagicamente, que arroz de terceira?

P.S.: lembrando que desde ontem, dia primeiro de janeiro e por 4 anos, a culpa por tudo que acontecer no país não deve ser creditada na conta do fascista e golpista Michel Temer, conforme diziam; mas nos ombros do Bolsonaro.

Não esquecendo também que o auto-empossado "Presidente" Zé de Abreu é o mesmo senhor, que em outra ocasião, cuspiu na cara de um casal que comia ao lado da mesa dele, no restaurante em que estavam. Como pouco escândalo é tolice, o ator foi motivo de discussão em suposto uso de dinheiro da lei Rouanet para auxílio à montagem de uma peça de teatro. Segundo divulgado pela imprensa, o artista teria que devolver 300 mil reais aos cofres públicos por não cumprir as cláusulas contratuais assinadas por ele, para a realização da peça.

Para não perder o fio da meada, o árbitro de futebol e servidor público federal, Sandro Meira Ricci, foi o brasileiro escolhido pela FIFA para atuar na copa 2018. Segundo divulgado pela mídia, o juiz pediu licença do trabalho por 40 dias; no entanto, valendo-se do tal "direito adquirido por lei", embora estivesse afastado do cargo, (se não revogaram o pedido) não teve os dias descontados; que por baixo custou 30 salários mínimos ao cofre público. Outro sortudo, porque se ele fosse registrado pelo regime CLT, iria, mas é para Ruuuua, como dizia Jânio Quadros. No sistema capitalista, empresa privada nenhuma paga por algo, ou pela mão de obra que não resultou em produção. Bastam os caríssimos e obrigatórios encargos sociais impostos por lei que incidem sobre a mesma, para mantê-la em operação e funcionamento.

Exemplares atos de heroismo nacionalista como os de Zé de Abreu, são praticados rotineiramente, no mínimo, por 200 milhões de amorosos alvissareiros que amam loucamente a si; e não querem nada com a Pátria, amada Brasil! E na maioria das vezes, descaradamente, são esses oportunistas que clamam, pedem, reclamam, querem moralizar a nacionalidade, a qual é fruto de uma sociedade imoral que se formou através de miríade de células máteres.

Portanto, os problemas do Brasil estão enraizados na estrutura social, que é a família formada entre um homem macho, uma mulher uma fêmea e os rebentos; sobretudo, porque a tecnologia ainda não inventou e jamais criará, humanos incubados, ou filhotes de chocadeira.

Sem mais, ou por ter muito, muito, muito mais o que escrever, fico na encruzilhada "Cruz, Forca e Espada", representante fidedígna e seguimento de aceso à estrada principal denominada Democracia Brasileira; instutuída neste território através das "Diretas Já", no ano de 1986. E se fundida à ditadura dos AIs, Ato Insitucional, para quem sofre de amnésia, chegamos ao neologismo, o qual separado metodicamente em palavras, obtemos o regime político/social/humano atual da Dita Cracia Dura do Demo. Uma vez que aqui tudo acaba MP (Medida Provisória) pizza, neologismos, habeas corpus e siglas, ficará desde já instituído e devidamente registrado no DOC, (Diário Oficial Clandestino) como: DCDD.

Escrevi esta porcaria de texto, o qual em nada soma ao conhecimento do ilustre leitor, no dia primeiro de abril. Ainda bem que dedicaram apenas um dia para a mentira; sobrando os demais 364 dias do ano para a verdade absoluta.

Mentir é fácil demais? Ora, se duvidas daquilo que deveria ser afirmativo, não pergunte para mim; mas para os pais de família, políticos, pescadores, Mãe Diná, para os filhos da mamãe, caçadores, vizinhos, amigos, Raul Seixas, Haddad, humanistas e para os mais de 200 milhões de irmãos espalhados por esse imenso Brasil; ou não somos família de mesma nacionalidade?


Profeta do Arauto

No afã que a vida lhe seja a caixa de presente distante da emblemática forca do multicolorido laço de fita da morte, nutro-o com viagens, alimento-o com gargalhadas, enalteço-o em palavras, ironizo quem cruza seu caminho; e fora as subjetividades citadas, dou o que comer e beber diariamente para o meu futuro esquife. Até quando terei que bancar essa chantagem emocional, esse prejuízo econômico, eis o mistério da fé .
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