ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

Um Profeta asno, ou Asno poeta que previu, resfolegou, instruiu, bateu os cascos contra o solo árido, leu a carta magna; e ninguém o ouviu. Atualmente, residindo no topo da colina, gargalha alto do caos, infortúnio e da desgraça humana: kkkkkk

Vento, Brasil adentro!

Os ventos levantam a poeira e o lixo;
arribam as saias;
ouriçam os cabelos das árvores;
e cantam réquiens e adágios fúnebres nos ouvidos dos prédios e palácios. Por fim...


Faço a todos os deuses, deusas, reis, rainhas, príncipes e princesas saber, que as verdades sopradas pelos ventos neste artigo não contém uma ínfima gota de seriedade. Passo longas e demoradas horas inúteis, fofocando com os ventos, novelando os polegares um ao redor do outro, bisbilhotando o cotidiano das deidades e escrevendo coisas fúteis. Portanto, uma bolacha à mais ou menos no bojudo e valioso pacote, não faz a menor diferença.

Imagen Thumbnail para 20190311_185109.jpgFoto pertencente ao autor do texto

Posto isto, qualquer alteração de humor, durante e após a leitura deste, é por conta e risco do leitor. E por favor, não tente se matar, pelo menos, nessa aula de engenharia poética, não.

Sugiro, então, que pense bem a questão antes de lê-lo. Se ainda assim quiseres, muito obrigado! Minha pena sem pena, agradece de cor, brilho e ação.

Ironicamente, no dia do Prof. mais uma fortaleza de prédio veio abaixo. Quais são as causas do acidente? Será por que as pessoas que construíram a magnífica, poderosa e imponente obra, não foram educandos e passaram por profissionais do ensino e educação desde a mais tenra idade? Provavelmente, não. Sei lá, entendi Patro, 3,1426... é o número admensional, representado pela letra grega Pi.

Certamente o Pi não se vê por aqui, e por não ser visto, não foi objeto de pesquisa e estudo de brasileiros. Também, para quê serve saber isso, se no passado, os geometras gregos se preocuparam em nos prover, mastigaram o conhecimento para nós?! Quando há necessidade, chamo o santo Google e ele que saia da casinha, e dance um tango; preferencialmente argentino. Se o Papa papão e Deus, é por nós, quem será contra nós? Resposta no livro de Apocalípse, que encontra-se escondido nas últimas páginas das Sagradas Escrituras. Antes que o vento chegue primeiro, vai lá conferir; vai!

Existe outra hipótese mais provável para o desabamento: não havia nenhum familiar deles, mãe por exemplo, (de quem construiu) morando no prédio. Na dúvida, assinale as duas respostas.

Mudando de Zé para jacaré, homem para lobisomem, jabuticaba para chupa cabra,porque conjecturas não interessa-me, lá vai o vento, levantando as saias, tafuindo nas entranhas e metendo o dedo nas podres feridas do Brasil, adentro.

Ventos, salinização, família de visão e ouvidos tapados professores mal formados, médicos (preferencialmente os cubanos) advogados, políticos honestos, ferragens oxidadas, falta de zelo por vidas, inexistente fiscalização dos órgãos competentes e concreto estrutural exposto às "bicheiras", é a combinação perfeita de materiais e ferramentas, do país que foi fecundado, ou cuspido, por acaso. Foi parido, puramente pela sorte e erro dos navegantes portugueses. Portanto, começou lá atrás, à mais de 500 anos, não o desmoronamento do prédio, mas de todo o país.

Com o avanço tecnológico promovido pelos gringos e o monte de faculdades à distância e presenciais de esquinas, obviamente sem uma betoneira, quanto mais laboratórios sofisticados, o Brasil é um país abarrotado de doutores, letrados, justas perguntas e injustas respostas, menos solução. E segundo o elementar da química, sem solução, a mistura não dará certo, nunca.

Em tempo, conclui-se pois, que o Brasil é cria parida sem raízes e legados. Cria que veio ao mundo órfão de pai e mãe; consequentemente, sem planejamento. Isto na hipótese do espermatozóide e o óvulo, ou seja do pai e da mãe servirem para alguma coisa à mais, serem mais útil ao sistema social, que aumentar a pobreza populacional.

Dando continuidade aos nossos estudos à distância, sobre o elementar da química, versa a lei universal da matéria que 2 corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, ao mesmo tempo. Huuum, ou os móveis, animais domésticos, papagaios, calopsitas, sogras e os moradores-condôminos, ou a construção, propriamente dita, em pé; eis a explicacão e o porquê da ruína e desabamento do prédio.

O país continuará sendo uma sentença matemática com muitas variáveis e pouca esperança no ar. Todavia, é o país do futuro e celeiro do mundo. Louvado seja, o alemão que inventou a cerveja. Porque o futebol é dos ingleses e o samba, dos nossos amigos africanos, mas tudo, menos a responsabilidade, comprometimento e caráter, se desenvolveu, e é priorizado no Brasil.

Iiiiça, que daqui um mês e meio, sol, praia, rede, água de coco, comida aos montões, champanhe na taça, ajuntamento familiar, braseiro, menino Deus. Fogos, assovios e palmas para o novo ano. Maestro Zezinho, com mil notas, uma cantoria repetida: "adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize, no ano que vai nascer, muito dinheiro no bolso, corrupção nas mesas e prédios a desabar, para quem tiver pernas, sair em debandada e correr".

Boa, boa, maestros Mil-e-Cianos! Agora manda um sambinha do morro: "você com o revólver na cinta é um bicho feroz; sem ele, anda rebolando e até muda a voz". Excelente, palmas! Mais um versinho do saudoso Bezerra da Silva. Manda, manda, vai lá: "vou apertar, mas não vou acender agora...; se segura malandro, prá fazer a cabeça tem hora". Vai, agora, na palma da mão! É você, Lombardi?!

Cidadania, internet, selfie, Faustão aos domingos, futebol na tv à tarde e a trágica cultura dos incautos, agente cultua o absurdo por aqui. Na falta de qualquer dos ítens citados, lá vai o samba do pirado vento, mirabolantes ciclones, prédios tombando, ninho de urubus incinerados, redemoinhos em tufões, lama escorrendo, fios de eletricidade incendiando boates, águas de mar empretecendo, barragens rompendo, vento vai, Brasil adentro.

No faz de conta nosso de todo dia, há poesia; exceto nas engrenagens que produzem corrupção e hipocrisia. À todo minuto, em toda família, em toda rodoviária, em todo estádio de futebol, em toda rodovia de mão dupla, em todo ninho de urubu, em toda escola, em toda boate, em toda balada, rola a marola e pitam um baseado, todavia.

Não por acaso, Brasil é dezzzz; e por ser 10 caso, é uma falta de vergonha! Ôô nacionalidadezinha, ou melhor, ventos descarados que arribam as saias, mostrando a podridão do reino, sô!

Sorte de quem morreu antes, como fez Tim Maia, ex-síndico da cidade, que já foi maravilhosa; e atualmente, tanto aqui quanto no exterior, é piada infâme e jocosa.

De uma vez por todas, quieta, sossega vento! Vai atormentar as folhagens das àrvores, antes que elas sejam ceifadas, pois como sabeis, estão fadadas ao extermínio.

Sossega vento, e não esparrame o fogo na floresta Amazônica, mais do que o esparramado. E contrário dos idos da dita dura, os quais diziam: "corre, que já vêm os omi", imploro que corras, porque já vem o cambaleante prédio movediço.

Considerações finais:

“Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados…” (Lucas 12:7).

A 6ª Surata, Versículo 59 do Alcorão, escrito por Maomé, diz o seguinte: “Ele possui as chaves do incognoscível, coisa que ninguém, além d’Ele, possui; Ele sabe o eu há na terra e no mar; e não cai uma folha (da árvore) sem que Ele disso tenha ciência; não há um só grão, no seio da terra, ou nada verde, ou seco, que não esteja registrado no Livro Lúcido.

É bíblico que a Natureza está submetida a um Ser Supremo: “E eles, possuídos de grande temor, diziam uns aos outros: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (Marcos 4:41)

Ventos ciclones, tufões e avalanches não se formam, sem antes iniciar pelo mais ínfimo redemoinho, bem como pela mais desprezível bolinha de neve. Contudo, por este provérbio não ser sério, badalem os sinos, orem para a Santa Irmã Dulce dos Pobres, sonhem com a Terra Prometida e sambem ao som dos tambores.

Cultura refinada, seriedade no trato com as coisas públicas e nacionalidade é tudo; ou quase tudo de bom, ou de ruim.


Profeta do Arauto

Um Profeta asno, ou Asno poeta que previu, resfolegou, instruiu, bateu os cascos contra o solo árido, leu a carta magna; e ninguém o ouviu. Atualmente, residindo no topo da colina, gargalha alto do caos, infortúnio e da desgraça humana: kkkkkk.
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