ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto


Entre flores e espinhos... um escritor sem pena, que pena, em escrever sobre as mesmices cotidianas, as quais não move sua existência. Por que? Porque embora todos os homens pensem, acredita piamente que a cultura recomendável move os atos. Pensando melhor, os homens não existem

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Profeta do Arauto

Ler, escrever, pedalar, fotografar, viajar e sobreviver com bagatelas de centavos. Premissas de Um Homem que contrapôs os mandos do Tempo; pois falta-lhe profissão! Vagabundo inconteste.

Ler e escrever é mais suave que o deslizar do orvalho em contato com os raios de sol matinal sobre as pétalas; é mais sutil que desenhar e menos enaltecido que as obras dos Homens.

Ler é a transformação de homens em cidadãos e cidadãos em nação. Leitura e leitor é a cultura e o reflexo intelectual de um país.

Quem escreve, obrigatoriamente é leitor e leitor, necessariamente dá-se o privilégio de não escrever.

Os olhos da cara revelam os formalismos e as aparências construtivas, enquanto que os olhos do coração revelam a essência da obra. Semelhante papel tem as fotografias e as palavras, uma vez que representam os olhos do invisível. Fotografia e salutares palavras, perpetuam as grandiosas obras, vistas especialmente nos ínfimos e desprezíveis detalhes.

Viajar é abrir portas e janelas do jardim do éden e deparar-se com as fornalhas do inferno, que a todos os ofensivos e oportunistas à de queimar. É desvendar a essência humana e poder beber da pouca água doce que ainda resta no planeta, e assim, descobrir o reino inofensivo da humildade. Viajando, o humilde viajante apodera-se de sabedoria e bem estar interior. Em síntese, quem viaja, externa os emaranhados caminhos que estão dentro de si.

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