ministério das letras

Visionário às ocultas

Profeta do Arauto

Mendigo, andarilho, irresponsável com pedigree de vacante, cínico com passaporte de intelectual que se encontrou, quando não, caminha dentro de sua essência... e adeus hipocrisia, religião, materialismo, futebol, melindres, carnaval, drogas, álcool etílico, taças de vinho, papo furado em botecos, praia, netos, animais domésticos, montanhas, arrebol, política, trabalho, vaidade, beijo insípido, catecismo, alter ego, adultério, viagens, sexo obrigatório e mecânico, filhos bastardos, medicamentos tarja preta, esquizofrenia, silhueta, filhos oficializados, depressão, aposentadoria, terapia, solidão... Chega: morri para os hedonismos dos normais!

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Profeta do Arauto

Ler, escrever, pedalar, fotografar, viajar e sobreviver com bagatelas de centavos. Premissas de Um Homem que contrapôs os mandos do Tempo; pois falta-lhe profissão! Vagabundo inconteste.

Ler e escrever é mais suave que o deslizar do orvalho em contato com os raios de sol matinal sobre as pétalas; é mais sutil que desenhar e menos enaltecido que as obras dos Homens.

Ler é a transformação de homens em cidadãos e cidadãos em nação. Leitura e leitor é a cultura e o reflexo intelectual de um país.

Quem escreve, obrigatoriamente é leitor e leitor, necessariamente dá-se o privilégio de não escrever.

Os olhos da cara revelam os formalismos e as aparências construtivas, enquanto que os olhos do coração revelam a essência da obra. Semelhante papel tem as fotografias e as palavras, uma vez que representam os olhos do invisível. Fotografia e salutares palavras, perpetuam as grandiosas obras, vistas especialmente nos ínfimos e desprezíveis detalhes.

Viajar é abrir portas e janelas do jardim do éden e deparar-se com as fornalhas do inferno, que a todos os ofensivos e oportunistas à de queimar. É desvendar a essência humana e poder beber da pouca água doce que ainda resta no planeta, e assim, descobrir o reino inofensivo da humildade. Viajando, o humilde viajante apodera-se de sabedoria e bem estar interior. Em síntese, quem viaja, externa os emaranhados caminhos que estão dentro de si.

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