muito além do óbvio

Sobre inquietudes, artes e algo mais...

Debora Delta

Atriz com um pé no cinema com um pé na escrita e com dois pés na vida.
Fã de Kubrick, Almodovar, Nelson Rodrigues e chocolate para adoçar tudo isso.
Apaixonada pelas inquietudes, pela mutação e por tudo que vai além do óbvio...

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    Qual é a sua liberdade?

    Você se sente livre no seu trabalho, na sua família? Se sente livre pra tomar as escolhas que realmente quer pra si? Você se sente livre pra ser tudo aquilo que realmente poderia? Se perguntar isso é um longo exercício e encontrar essas respostas é algo ainda mais desafiador, mas sem dúvida estar em contato com a sua essência é um dos maiores presentes que a vida pode nos proporcionar.

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    A representatividade feminina no cinema

    Pense em personagens femininas no cinema. Agora tente se lembrar de alguma não estereotipada como frágil, indefesa ou sem controle emocional. E mesmo em torno da heroína há uma figura masculina ou uma história de amor envolvida. Isso é um reflexo do papel da mulher na industria cinematográfica, por ainda faltarem mulheres em cargos de liderança, as histórias contadas são superficiais, clichês e irreais. Ainda ansiamos por mais representatividade feminina no cinema e em tantas outras áreas....

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    Os valores e as relações amorosas

    Ao relacionar-se, o quê você busca? Um status de "ter" um troféu? A tranquilidade de um fantoche? A perfeita união de dois seres? Quais são os verdadeiros valores a louvar, nesse labirinto de complexidade que representam os relacionamentos amorosos? E o mais importante, você conhece os seus próprios valores?

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    Até quando?

    Até quando o machismo irá imperar? Até quando iremos nos calar? Até quando haverá a próxima vítima, a próxima mulher intimidada, abusada, estuprada? Quantas mortes ainda iremos chorar? Que o silêncio apavorante se transforme no silêncio que precede a tormenta, o furacão, a mudança. Pois, não seremos livres enquanto outras mulheres forem prisioneiras. Não seremos fortes enquanto outras mulheres se sintam fracas. Não poderemos viver normalmente enquanto tantas morrem cruelmente.

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    Poemas desconstruídos aos ex namorados

    Do amor que ainda não havia acontecido, ela ressignifica os momentos vividos. Buscando em outra emoção, a menina acertou o passo quando criou a sua própria dança, sua própria canção. A mulher a toma pela mão, a música romântica agora faz sentido, ela não precisa mais de alguém, pois agora é o seu próprio abrigo. Então o amor vem, leve, livre, pleno, não a tira mais do chão, pois ele tem pés firmes, fortes e férteis e a acompanha nesse samba canção.

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    Qual a sua responsabilidade na desordem da qual você se queixa?

    É culpa do governo, é culpa do meu chefe, é culpa do fulano que não agiu dessa maneira ou de outra. Cruzar os braços e apenas apontar o dedo para encontrar culpados para os problemas, sejam de ordem pessoal ou social é sem dúvida, muito mais prático e reconfortante. Mas se responsabilizar, se informar, questionar valores e atitudes pode ser incômodo e trabalhoso, mas é também libertador, porque agora você assume as rédeas e a sua parcela de responsabilidade na desordem que tanto se queixa, para poder quem sabe, organizar ao menos a sua parte nesse caos.

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    PORQUE AGORA VOCÊ ESCOLHE!

    A vida é feita de escolhas. Sim ou não. Dentro ou fora. Partir ou ficar. Amadurecer ou murchar. Nós somos a soma das nossas escolhas. E muitas mudanças que queremos em nossas vidas só são possíveis a partir de novas atitudes, novos pontos de vista e novas escolhas. Algumas acontecem naturalmente, outras é necessário uma percepção um pouco maior e um conhecimento mais profundo sobre si mesmo. E você, já aprendeu a escolher ou ainda escolhem por você?

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    Resolução de ano novo: maturidade emocional

    "A maturidade nos permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade e querer com mais doçura". (Lya Luft)

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    Saciando a fome de “amor”

    Enquanto não formos capazes de entender o amor na sua essência, ainda buscaremos relacionamentos com o intuito de preencher lacunas e não construir vidas, continuando insatisfeitos com o outro e conosco. Procurando a metade da laranja enquanto ainda não somos nem um inteiro. Dessa maneira construímos e mantemos relações dependentes, tentamos mudar o outro, inventamos sentimentos. O ministério dos relacionamentos adverte, em caso de imaturidade de sentimentos, a opinião dos outros e o medo de ficar só podem ser totalmente prejudiciais. Procure um amor. O amor próprio de preferência.

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    Todo dia ela faz tudo sempre igual...

    Seguir modelos pré-determinados e viver no modo automático, podemos nos encontrar nessa armadilha sem ao menos perceber que estamos levando nossa vida e “fazendo nossas escolhas” baseadas em fatores externos e não respeitando o que de fato queremos e desejamos. Você já se perguntou o que te move? E aonde foi parar aquele instinto de liberdade, aquela vontade de viver novas experiências? Talvez, o melhor modelo seja não seguir modelo algum!

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    A loucura que nos cura.

    Como já dizia Raul: A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal. Afinal, o que seria possível se deixássemos de acreditar no impossível? Há algo além de poético na insanidade dos loucos sobreviventes, algo necessário, que pode nos conduzir à verdades escondidas sobre cada um de nós ou ao menos à uma vida sem tantos pudores e mais prazeres. Eu escolho ficar, com certeza, maluco beleza.

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    QUEM SOFRE POR AMOR? VOCÊ OU SEU EGO?

    Os dramas amorosos são sempre tão usados nas tramas de novelas, filmes e letras de músicas.
    Mas será que o amor verdadeiro realmente nos faz sofrer? Ou será que não é mais fácil culpar o fim de uma relação fracassada ao invés de confrontar um outro sentimento não tão bonito assim?
    Olhar para o ego quando ele está ferido pode não ser uma tarefa fácil, mas extremamente necessária para uma nova visão sobre o amor, uma visão mais simples, leve e doce. E vamos deixar os dramas apenas na ficção!

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    EM PROL DO FEMINISMO NOS PEQUENOS DETALHES

    Feminismo não é o contrário de machismo. Não somos opressoras. As feministas lutam pela liberdade e sobrevivência das mulheres. Vamos às ruas para protestar e isso sem dúvida é imprescindível para o movimento. Mas talvez o maior desafio é ser feminista nas pequenas atitudes, nos pequenos detalhes. Ser feminista quando aquela amiga difamou a outra pelo tamanho da sua saia, saber se posicionar ao escutar um comentário machista. Ser feminista é ser livre para optar como quer se comportar e quem quer ser independente do julgamento alheio e acima de tudo saber respeitar outra mulher. A pergunta é: Você é feminista quando ninguém mais está vendo?

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