mundo aleatório

Sobre qualquer coisa

Bruna Castelo Branco

Estudante de jornalismo. Por enquanto, é só isso

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    Para saber como são as coisas

    Essa história faz parte de uma série de textos chamada Casa de Memórias. Além de mostrar as lembranças de uma senhora solitária, conta a história de um tempo.

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    Simone de Beauvoir e o peso do tempo

    De aniversário em aniversário, Natal em Natal e Réveillon em Réveillon, quem nunca parou para pensar: "mas já? Passou tão rápido". Em "Mal-entendido em Moscou", de Simone de Beauvoir, este é o tema central que permeia toda a trama e assombra os protagonistas: o tempo. Como suportar as mudanças estéticas que chegam com a velhice? Como sobreviver ao tempo que pesa sobre os nossos ombros?

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    Claire e Frank se amam de verdade?

    Acho quase todo mundo que assiste House of Cards alguma vez já se perguntou: Claire e Frank se amam de verdade? Por que eles estão juntos e como conseguem aceitar os amantes que ocasionalmente, um ou outro arranja? Esse texto não é uma solução para essas perguntas, apenas uma divagação solta sobre o tema. OBS: contém spoilers. Cuidado.

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    A espera de Estamira

    "Tudo o que é imaginário tem, existe, é".

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    Morrer não é uma escolha

    Sobre o suicídio assistido, Brittany Maynard, convenções religiosas e as leis que regulamentam a vontade de viver – ou morrer. Impedido de cometer suicídio pelas autoridades de Goiás, o Solitário Anônimo deixou um questionamento e uma afirmação: “se o ser-humano tem o direito à vida, por que não pode decidir deixá-la? O futuro é uma hipótese”.

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    A Bela Adormecida na era do amor virtual

    Aurora, princesa da Bela Adormecida e Annie, protagonista do filme Confiar, dirigido por David Schwimmer e lançado em 2010, descobriram juntas que a vida é o maior (e talvez mais triste) espetáculo do terra. Em um momento histórico em que crimes e amores virtuais podem ser confundidos e as redes sociais nos impõe uma auto-exposição muitas vezes excessiva, hoje podemos ser compartilhadores de conteúdo – e talvez amanhã, ele próprio.

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    A estética da melancolia: por que o triste é tão belo?

    Não há problema em preferir músicas tristes a felizes, imagens acinzentadas a uma explosão de cores ou os filmes dramáticos e depressivos de Lars Von Trier aos sempre coloridos longas de Wes Anderson. Não há erro em querer expressar a tristeza ou admirá-la como uma forma de arte. Não é errado ser: o “problema” é quando um sentimento real e presente passa a ser representado como algo “cool”. O refrão “I’m pretty when I cry” de Lana Del Rey resume toda essa ideia: afinal, sentir a dor é importante – forçar a dor que não se sente é a questão.

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    Sobre narcisismo, Cisne Negro e Andressa Urach

    Em tempos de internet, beleza, amor, ódio, loucura e o exagero podem ser o final mais óbvio para aqueles que almejam o conceito de perfeição. Nina Sayers, protagonista de Cisne Negro e a famosa brasileira Andressa Urach fazem parte de uma geração de pessoas dominadas pelo narcisismo – cada uma à sua maneira.

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