mundo incessante

Por um mundo mais criativo e livre para amar.

Lena Casas Novas

Se chegar mais perto...
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Que comece a Zueira

O mundo precisa de mais humor próprio! As pessoas na internet são movidos por experiências, elas querem compartilhar as suas, querem publicar o inusitado! Contudo o humor se tornou um produto de grande valor agregado para as empresas que precisam se comunicar com esse público nas redes sociais. Daí, a zueira não tem fim.


De todos os desejos do ser humano, o mais incessante, é ser feliz! A ativação da endorfina — o hormônio responsável pela sensação de euforia, prazer e alegria é uma busca constante, que vai desde praticar atividades físicas, comer chocolate, tomar café... até rir alto em frente o computador! Antes de alguém completar com “...e fazer sexo!”, faça sua lista, e coloque em prática, okay?!

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Além de trabalharem, as pessoas estão na internet para se divertirem também. Jogam, curtem os amigos, comentam notícias, fazem e viram piadas; Dizem onde estão e o que estão fazendo; filmam e publicam tudo, fazem autofotografia [Freud explica]; querem se expressar livremente, querem compartilhamentos — nem que mandem a Presidente da República tomar naquele lugar em pleno Maracanã.

O humor hoje virou um "produto" de grande valor agregado das empresas que estão on-line! É isso mesmo! Desde os conceitos filosóficos sobre ironia e sátira, passando pela definições de arte, ele vem rompendo limites morais e sociais. Cada vez mais a publicidade bebe nesta fonte para manter as marcas vivas.

E como a zueira não tem limites, algumas organizações perceberam, e, já estão encaixando o humor em suas estratégias de marketing.

A marca de camisinha Olla vem atraindo cada vez mais seguidores em suas redes sociais por causa de seus 'memes' com mensagens de duplo sentindo, que arrebatam milhares de likes e compartilhamentos.

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As mídias tracionais como televisão, jornais, revistas, etc., estão convergindo com as mídias digitais. Não tem como resistir a isso —, o mundo está conectado, e, a comunicação com o público dos anunciantes tem que ser integrada às relações sociais para conseguirem engajamento, ou seja, sucesso nas campanhas.

As pessoas na internet são ‘e-consumidores’ em potencial — são movidos pelas experiências, têm sonhos de consumo de produtos e serviços que estão nos mercados on-line. Eles querem compartilhar em suas redes o inusitado! Não perdoam falhas, fazem marcas duelarem. A #ZueiraNeverEnds.

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O mar está tanto para lagosta quanto para Peixe Urbano, não existe a última Coca-Cola do deserto quando o Porta dos fundos pega uma marca pra "Cristo". Portanto as organizações devem alinhar suas estratégias de comunicação para o publico-alvo* , que é dividido da seguinte forma:

Grande Público;

Públicos Laterais ou Periféricos;

Fornecedores;

Clientes;

Usuários de produtos;

Funcionários;

Formadores de opinião;

Respondendo ao grande mistério da humanidade: Por que a zueira não tem fim? Porque o mundo precisa de mais humor próprio.

*Público-Alvo Conceito do livro Redação Publicitária. O que faltava Dizer, de Marco Aurelio Cidade.

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Lena Casas Novas

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