Alexandre Sá

Alexandre Sá geralmente é nerd e highlander, mas anda meio cansado de exercitar os músculos e resolveu escrever um folhetim. Os textos aqui podem ser banais e sem nenhuma responsabilidade. A frequência é relativa. A qualidade também.

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    Lama

    Mariana e Paris e todos os dias. Cada tragédia é única.

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    Havia ali

    Porrada maior, só quando a mãe morre. É como se o seu eixo de fixação a um legado qualquer tornasse-se instável. Depois que perde-se a mãe, a morte chega a parecer natural. A dos outros e a sua. O medo se esvai e, talvez, seja compreensível que o fluxo é contínuo, ligeiro, inevitável, como um boca aberta cheia de dentes.