o infinito é logo ali...

Escrever é como sonhar desperta...

Thiana Furtado

Escritora por paixão, aventureira por conexão, e admiradora de tudo que nos remeta a uma possível felicidade...
Insisto em acreditar na bondade que habita dentro de cada pessoa.
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Para ser grande, sê inteiro

Sejamos íntegros, para que sejamos dotados de valores sempre verdadeiros.


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Parafraseando posteriormente, a frase de um poema de Fernando Pessoa e dotando-me de intenções sempre verdadeiras, prossigo mencionando, agora com as minhas palavras:

Um justo coração, é aquele que caminha tranquilo colecionando bem-aventurança, fruto daquele que sabe colher com o seu carinho, com a prudência e com a empatia direcionada ao universo paralelo ao seu, transformando assim, realidades. Estas realidades, nem sempre apresentam-se a si, e aos seus, como a mais bela das existentes.

Que possamos ser sempre grandes, não em medidas físicas, mas sim em grandeza da alma.

Essa alma deve sempre estar preenchida de verdadeiros requintes, que terminarão por personificar o que de mais grandioso temos guardado dentro de nós. E porque não, apresentar ao mundo sempre o nosso melhor?

Possuímos no nosso interior, o quilate que devemos presentear ao universo, oferecendo a ele as verdadeiras joias interiores, que cuidadosamente restauramos ao longo de todo o nosso experienciar cotidiano.

Contudo, para que algo seja considerado justo e bom, é preciso que antes tenha passado pelas relações que fizeram-se necessárias, para todo o nosso aprimoramento.

Esse aprimorar trouxe junto as nossas experiências, que galgaram os anos pretéritos, recheados de primorosos manjares do nosso saborear mais avantajado.

Sejamos inteiros para que nada em nós seja ausentado da verdadeira arte que é o saber viver esta vida, que está sempre lotada de experimentações do iluminar de consciências…

Para sermos tudo isso, é preciso que saibamos obter do grande juiz que somos nós, as causas que serão justamente e meritoriamente vencidas por si. Saber presentearmo-nos e sendo assim posteriormente presentearmos ao mundo, sabendo que para isso precisaremos sermos os verdadeiros senhores de nós mesmos, para que possamos oferecer ao outro, sempre um pouco mais daquilo que um dia escondemos muito bem e que sempre esteve guardado no fundinho de nossos corações.

Que tenhamos méritos, e como consequência que tenhamos créditos. Que o nosso relacionar-se seja grandioso e íntegro, perfazendo o nosso entorno, de atmosferas livres de tudo aquilo que um dia acumulou-se de maneiras equivocadas de se levar a vida.

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Analisemos com cuidado as pessoas que decidamos trazer para junto de nós, pois um outro universo será sempre um outro universo, que até então é desconhecido, mas que precisa passar pelo crivar de estreitares minuciosamente delineados pelo juiz que deve ser justo, porém jamais ser severo demais.

Tenhamos critérios alicerçados em nosso bom senso, e que os nossos caminhares sejam sempre lotados de perpassares sempre macios e como consequência, como passos que hoje serão mais bem acertados. Sejamos dóceis para com o outro, para que ao iluminarmos os nossos caminhos, possamos atrair sempre sintonias benfazejas e felizes.

Que o cuidar com as palavras, no nosso relacionar-se, seja o feliz encontro de relacionamentos mais afortunados. Que a eterna busca do que é dois, não seja uma infeliz anulação do que um dia foi um, mas que precisa ser uma pessoa encarecidamente mais “feliz com a sua sorte”, mas que para que isso aconteça, é preciso que entenda-se que o doar-se verdadeiramente, não deve jamais ser o ofuscar-se de si mesmo, nem o aprisionar de egos, que um dia foram sãos. Saibamos ser o somar, sem nunca subtrair-se de si.

Que jamais façamos contas, que aos demais olhares, soem como indivisíveis, pois o resultado final deve ser algo que traga-te bem-estar e que isso não lhe faça jamais ter uma conduta considerada duvidosa.

Que nunca abandonemos o nosso eu, para darmos uma volta lá fora. Pois sabemos que quando voltarmos a porta pode não estar mais entreaberta, e que os caminhos da volta podem estar lotados de complicações existenciais.

Possamos nós viver em grupo, pensando sempre no coletivo, e saibamos que para sermos grandes e sermos inteiros, basta que sejamos sempre nós mesmos.


Thiana Furtado

Escritora por paixão, aventureira por conexão, e admiradora de tudo que nos remeta a uma possível felicidade... Insisto em acreditar na bondade que habita dentro de cada pessoa. Acompanhem-me em minha página: (https://www.facebook.com/amantesfecundosdotempo/).
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