o infinito é logo ali...

Escrever é como sonhar desperta...

Thiana Furtado

Escritora por paixão, aventureira por conexão, e admiradora de tudo que nos remeta a uma possível felicidade...
Insisto em acreditar na bondade que habita dentro de cada pessoa.
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Relações indignas nos conduzem a realizações indignas

"Há demasiadas pessoas no mundo a partilharem uma cama e um número incontável de ressentimentos.
Há demasiadas pessoas no mundo a mentirem a si próprias e a discutirem à frente dos filhos."
José Luís Peixoto


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Nem todo mundo é referência, e nem tudo que reluz é ouro. Saibamos disso antes de nos metermos em relacionamentos fadados ao fracasso...

Sem sabermos disso, muitas vezes, ouvimos das pessoas que poderiam ser certas, conceitos errados. Tendemos a dar créditos para pessoas que passamos muitos anos convivendo, mas estejamos certos que chegará um momento onde você deverá analisar se aquela pessoa é realmente a pessoa correta para você.

A discordância de opiniões, as dissociações nos relacionamentos que permeiam nossas condutas, deve ser algo a ser levado em consideração quando o que se almeja é poder filtrar as coisas que tenham verdadeiro sentido para nós próprios.

Quando percebermos que não temos mais afinidades, onde tudo no outro nos irrita, nos fere, nos agride, penso que será a hora certa para pularmos fora desse barco que afundou essa relação conflituosa. Chegará um momento onde precisaremos buscar nossa independência emocional, uma vez que, na convivência com o outro, a nossa individualidade pode ter ficado um tanto quanto abalada.

Podemos perceber isso em qualquer tipo de convivência, como por exemplo: entre namorados que convivem juntos a muito tempo, entre pessoas casadas, entre pais e filhos, entre irmãos, e finalmente, entre amigos.

Devemos saber perceber que, muitas vezes, o outro pode estar ferindo a nossa integridade, nos esmagando com conceitos falidos, com verdades impostas, com comentários desconcertantes. Tudo isso nos servirá para que possamos perceber que esse enlace finalmente pode ter chegado ao fim, e que este será o melhor momento para dizermos adeus ao outro e olá para nós mesmos.

Saber preservar nosso espaço vital e essencial, é o mínimo que podemos fazer por nossa individualidade. Dar um basta, mandar o outro passear, mandá-lo plantar coquinhos, tudo isso fará com que possamos fazer a feira em outros ambientes, ambientes que serão muito mais dignos de comportar nossos afetos genuínos, e também nossas condutas, bem como nossa parcela de contribuição com o mundo que nos permeia.

Não valerá a pena nos mantermos em relações indignas, onde só o que receberemos será o fel, ou a resposta ao nosso fel gerado por insatisfações progressivas, onde nos comportaremos como crianças birrentas e mimadas, pois saibamos que nos faltará muito pouco para que possamos nos dar conta de que esse relacionamento faliu, que se extirpou, que finalmente se encerrou, concluindo uma história que sabemos que não devia ao menos, ter começado.

É preciso que façamos a parte que nos caiba, não nos ausentando do dever que devemos ter para conosco, nos fazendo perceber que devemos nos respeitar acima de tudo, e nos mantermos em relacionamentos indignos só nos causará dores de cabeça e insatisfações ferrenhas.

Não se ausente de fazer sua parte, preserve-se, faça valer a sua vontade, retirando-se dessa relação que o tem desgastado terrivelmente. O café só estará bom quando for coado e o leite transborda se passar do ponto. Para tudo na vida, existe uma medida exata, para que se possa estar no termostato certo ou quando não, para vomitar sensações desgastantes que tanto insistem em nos machucar.

É importante darmos esse precioso passo, mostrando para nós mesmos que temos importância, e mais do que isso, que realmente nos importamos conosco, que, apesar das diferenças, também nos preocupamos com o outro, pois além de sermos feridos, também podemos estar ferindo o nosso semelhante.

Saiba acalentar sua alma, fazendo vibrar seu coração, na tentativa quase desesperada de alcançarmos a superfície quando tudo dentro de nós, já se afundou nesse mar profundo que são nossas lamentações e insatisfações cotidianas.

Coloque-se em primeiro lugar, ame-se proteja-se, respeite-se e cuide se bem, pois será só assim, sendo um bom pai para si mesmo, que você será capaz de pensar também no outro e na coletividade, que compõe a grande nata que abrigará nosso estreitar relacional.

Permita-se ir para frente, pois assim, com a fila se movimentando é que poderemos desocupar nosso lugar pretérito, dando passos rumo ao futuro, e permitindo que outras pessoas possam dar o próximo passo tão esperado.

Devemos estar incumbidos de realizar com aptidão, as pegadas certas rumo ao progresso, nessa luta remediável e concreta que acerca o muito de cada um de nós.

Persistamos!

"Se possível, não devemos alimentar animosidade contra ninguém, mas observar bem e guardar na memória os procedimentos de cada pessoa, para então fixarmos o seu valor, pelo menos naquilo que nos concerne, regulando, assim, a nossa conduta e atitude em relação a ela, sempre convencidos da imutabilidade do carácter." Arthur Schopenhauer 

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Escritora por paixão, aventureira por conexão, e admiradora de tudo que nos remeta a uma possível felicidade... Insisto em acreditar na bondade que habita dentro de cada pessoa. Acompanhem-me em minha página: (https://www.facebook.com/amantesfecundosdotempo/).
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