observações sobre o belo e o sublime

Sob um ponto de vista fortemente influenciado pelos olhos de quem viu...

Farah Serra

Uma jovem mulher que está deixando de ser quem era e se transformando em quem é... Se é fácil? Não. O que vem adiante? Não sei. Mas alguma coisa está acontecendo.

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    Mas afinal, o que se discute?

    Outro dia acompanhei, como espectadora, uma discussão sobre o famoso beijo de George Mendonsa e Greta Zimmer Friedman retratado por Alfred Eisenstaedt. Após isso, a minha cabeça permaneceu malhando em torno aos argumentos levantados e como o debate se desenvolveu. A única conclusão foi que continuei com a interrogação: Foi ou não foi estupro?

  • Winnie, Kevin, Paul
    Quem se lembra de Kevin Arnold?

    Quem se lembra de Kevin Arnold? Aquele garotinho, grande amigo de Paul Pfeiffer e apaixonado por Winnie Cooper, que vimos crescer na série americana Anos Incríveis, que foi exibida pela primeira vez na televisão brasileira em meados da década de 1990.

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    Sobre The Danish Girl – A Garota Dinamarquesa

    A Garota Dinamarquesa é um dos filmes mais dignos que assisti nos últimos tempos. Tamanha a delicadeza ao tratar um assunto tão obscuro e transgressivo. Trata-se da história de uma das primeiras transexuais a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo. Este filme se transforma em uma obra de arte quando permite a linguagem corporal prevalecer ao dialogo – onde apenas os sentimentos corroboram a magnitude da questão. Em meio a tanta banalização, tanto vazio, surge ao cheio.

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    O paraíso de A Praia

    O filme “A Praia” tenta nos revelar que o paraíso não é um lugar que podemos procurar, porque não é aonde vamos. É como nos sentimos em um momento da nossa vida.

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    Onde está o nosso eu?

    Em alguns momentos das nossas vidas sentimos que precisamos parar e nos questionar sobre o que estamos fazendo e para onde estamos indo.

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    Juventude e maturidade por Joseph Conrad

    Quando o jogo do destino nos afronta e clama pela nossa maturidade nos deparamos com a linha da sobra. Neste momento sentimos medo. Não nos percebemos a altura da tarefa que a vida nos impõe, tememos não conseguir. Entanto, é exatamente no meio desta tempestade que a nossa força se revela, conduzindo-nos ao outro lado da linha da sombra, à nova vida que nos espera.

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    PS. O que não se diz

    O que não se diz é que a verdadeira batalha dos renegados é com a tal humanidade que não conhece humanidade. Eles, esses seres – humanos – batalham com a minha e a sua omissão. Eles enfrentam a difícil guerra com a nossa cegueira moral. E enquanto nós vemos o horror, mas não o vivenciamos, eles não só o assistem como o vivenciam.

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    O meu eu e os meus pais

    Aos meus pais, pois são raras as vezes em que nos damos conta de que muito do que somos nós aprendemos com eles – os nossos pais.

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    Colaboração é a nova revolução

    Você sabia que é possível trabalhar de modo colaborativo, de uma maneira livre e espontânea, sem a imposição profissional? É justamente isso que nos incita o termo colaboração. E também o Bliive. Um movimento que acredita na colaboração como forma de revolucionar a ideia de valor, aproximando pessoas por meio do compartilhamento de experiências.

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    Grace, eu, e as nossas vidas

    É a tal sincronicidade, a 'coincidência significativa', desenvolvida por Carl Gustav Jung que explica a minha identificação com a história da lendária atriz e princesa de Mônaco, Grace Kelly. Só percebi a intensidade de tudo o que eu estava vivendo quando assisti ao filme Grace de Mônaco, de Olivier Dahan. Obviamente duas histórias distintas, mas coincidentemente duas histórias de amor, de transformação e, sobretudo, de reinvenção de si mesmo.

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    O submundo da blogosfera e o "não, obrigada!"

    O submundo da blogosfera é tão doente como a nossa humanidade. Trata-se de uma enormidade de seres humanos, pseudo blogueiros, interagindo mecanicamente, no mode on, sem pausa para pensar muito no por que, nem na relevância dos seus próprios resultados.

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    As grandes esperanças e as ilusões vividas

    Há um modo das coisas serem ou não serem, e sempre que eu precisar relembrar que o ideal é ter uma ilusão honesta e vivida assistirei ao filme Grandes Esperanças, de Alfonso Cuarón. Esse filme nos coloca de cara com aquelas questões relacionadas às ilusões e esperanças que nós mesmos criamos. É uma história linda, forte, envolvente - merecedora de toda a nossa abertura à totalidade que a sua experiência nos proporciona.

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