oeduardocabraldigitou

e deixou aí para quem quiser ler

Eduardo Lima Cabral

Eduardo tentou mas não conseguiu produzir uma biografia que não fosse clichê. Tentando fugir dos rótulos que acabavam por se apropriar de cada nova teclada para se apresentar, a ausência de uma biografia sincera e que - na teoria, descreveria quem ele realmente é, acabou por se tornar sua provisória solução.

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    A síndrome do Netflix

    Vivemos hoje um mar de opções, onde é mais prazeroso navegar e contemplar tudo o que temos acesso do que realmente escolher algo para viver de verdade, com ônus e bônus; vivemos hoje a síndrome do Netflix, preferimos navegar por trailers do que sermos protagonistas de nossas vidas e relações - um texto que vale o clique:

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    precisamos falar sobre ela

    Existe uma doença que faz com que os dias pareçam suportar mais horas do que o normal e isso da pior forma possível. Não é como quando você deseja mais tempo para aquilo que dá alegria. O que essa doença faz é se comprometer com aquilo que vai lhe proporcionar justamente o oposto, pois retira o prazer de tudo aquilo que você faz e esgota toda a sua vontade de fazer algo novo. Precisamos falar sobre a depressão, um relato de quem luta diariamente contra isso:

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    O medo de ser adulto

    Hoje, entre discursos furados, pratos mal lavados e amigos desempregados, os novos jovens de quase 40 anos fazem as malas para melhorar o inglês num intercâmbio que os pais asseguram que vai ajudar na carreira. Chegou a hora de falarmos sobre as gerações já quase formadas pela internet, com um legado vindo de redes sociais que completam décadas de existência e que já fazem parte integral do nosso comportamento, estamos cheios de Peter Pans entre nós - um recorte que vale a leitura:

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    Quero um filho de presente

    Penso em me presentear com um filho, em ver um alguém misturado de todas as pessoas que eu gosto e admiro ser idealizado e de fato realizado. Me dar este presente tem sido um pensamento recorrente, talvez pela idade que se aproxima das três décadas ou apenas pelos falsos sentidos consumistas que não tem mais suprido meus pensamentos existencialistas de um mundo que se consome sem sentir o gosto. Sem rodeios, um artigo para quem tem se perdido em pensamentos que oscilam entre ter uma família sem ainda ter alguém para começar uma - vale a leitura:

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    Meu primeiro suicídio

    Recentemente resolvi suicidar-me socialmente. Deletei meus cinco diferentes logins de todas as minhas contas em redes sociais, aquelas que geralmente a gente costuma cultivar o ócio e prolongar milhares de assuntos banais até que eles ganhem alguma relevância.

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    Um vírus chamado sucesso

    Mais perto dos trinta, percebo que a ideia imaginária de ter sucesso só funciona até a página dois. Como um vírus, a pequena célula de sucesso contamina a todos ainda quando jovens, começando com a criação de ideias impossíveis de se atingir mas que são extremamente fáceis de se frustrar. Eis aqui um amontoado de palavras para se blindar de ciladas mentais e culturais antes que seja tarde demais para se pensar em outra coisa:

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    A geração que não fala, só digita

    Independente do ano em que você nasceu, hoje nós vivemos numa geração que digita mais no whatsapp do que escuta o outro. Que pede amor, sem saber que isso é não é um favor. Não. Estas não são más, estas pessoas apenas estão perdidas.

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    Até que a conexão nos separe

    Você sai de um emprego ruim, mas o emprego não sai de você. Termina uma relação que fez mal, muito mal, mas a relação não acabou. Briga e rompe com pessoas, mas as vidas continuam ali, pendentes diante dos seus olhos. Este é um artigo que trata diretamente da questão de se conectar facilmente e de não se desconectar com aquilo que não queríamos que fosse embora, como se apenas esta pseudo ligação de algo valesse alguma coisa.

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    Procuro mulheres rodadas

    "Eu não mereço mulher rodada". É, o amigo da foto segurou um cartaz infeliz e, por conta de montagens, disseminou 'sem querer' uma mensagem que ninguém diz acreditar, mas se cai no anonimato, todos se mostram conservadores, preconceituosos e afins. Somos todos contra o Bolsonaro, mas ele esta eleito, gritando homofobia e esbanjando racismo - quem elegeu? Nunca ninguém de nós. Pois bem, vamos voltar ao básico, as mulheres, e ao básico do básico, o machismo e a hipocrisia diária do nosso dia-a-dia. Eu procuro mulheres rodadas sim, e explico:

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    Quando o orgasmo do sexo é ultrapassado pelo prazer da conchinha

    Eu sei, a imagem confunde. Também sei que a conchinha vem, geralmente, logo depois do sexo e, fugindo das pseudo sabedorias do autor, este não é o tipo de artigo extenso, é um parágrafo que resume de forma direta e reta aquilo que mais sentimos nesta atualidade líquida, onde o que nos assusta não é o sexo, a cama, a posição ou qualquer tara, mas a intimidade de pegar no sono falando tudo aquilo que não deve, como alguém que bebe, se abrindo intensamente, numa época que vale mais e se sai melhor, todo aquele que mente; linhas que valem a leitura:

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    Tenha paciência, a pressa é que faz de você uma presa fácil da solidão

    Isso não é um anúncio de classificados. Nem um estudo todo esquematizado sobre como homens e mulheres se dividem, reclamam dos relacionamentos, se amam, se casam e são infelizes; este artigo trás uma provocativa e breve visão da nossa sociedade que vive na pressa. Homens na pressa de conseguir uma presa e troca-la, o quanto antes, e mulheres, explicitamente claras com suas inseguranças e insatisfações numa sociedade machista, testemunham predadores se transvestindo de vítima para conspirar exatamente com aquilo que elas clamam. Precisamos aprender a ter a porra da paciência.

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    O nosso dissimulado mercado de relacionamentos

    Sabe aqueles protocolos sociais que aprendemos desde sempre? Falar que gostamos do presente ruim porque é educado ser assim, falar que o pior defeito é a honestidade e o perfeccionismo na entrevista de trabalho, dizer que nunca traiu e está perdidamente apaixonado para - finalmente, conseguir transar; então, se sabemos e conhecemos todas estas receitas de bolo, por que ainda caímos e cozinhamos essa cultura entre nós?

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    A geração 'T' e seus estranhos valores

    Que mané geração X, Y, ou Z, e isso de nada tem a ver com idade. Atualmente nós vivemos a geração 'T', aquela dos teóricos, intermediados por tecnologias e sonhos conectados em wi-fi, 3G, 4G, séries e um mundo paralelo de ideias que, infelizmente, se alimentam da realidade e tentam digerir a frustração de que a prática é ruim e a estática e cômoda teoria é a parte boa da vida: que vida?

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    Toda mãe é pai, mas poucos pais são homens o suficiente para serem mulheres
    Numa sociedade machista, ser pai é lindo, é função opcional, afinal, parece que todo homem pode errar e que, em 98% dos casos, as mulheres engravidam, ou propositalmente, ou pior, sozinhas. Este breve artigo serve apenas de exemplo para aqueles que elogiam quando um homem assume a responsabilidade de ser pai. Não existe coisa mais machista do que isso, é como elogiar o troco que veio certo; sou grato por meu pai ter sido homem o bastante e arcar com o que fez, mas mais grato ainda em ter uma mãe que foi mãe, pai, irmã, vó, amigo (...)
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    TRAGA SEU AMOR PRÓPRIO SEM PRECISAR DE NINGUÉM

    Esse negócio de que para esquecer um amor é necessário um novo amor, é como trocar de bebida alcoólica para deixar de ser alcoólatra; você precisa só de você, não é motivação, é determinação em enfrentar aquilo que se esconde atrás do medo de estar só: a felicidade de ser seu eu