As obras políticas de Tarsila do Amaral

Depois de perder uma fortuna, Tarsila do Amaral conhece a vida da classe operária e, não somente se identifica com esta causa, como também a retrata em seus quadros. Esta sua fase foi chamada de "fase social". É, também, nesta fase me que ela se aproxima da cena política da época.


Os operarios 1933 Tarsila do Amaral Os operários, 1933, Tarsila do Amaral

Na década de trinta, após ter perdido sua fortuna pessoal, Tarsila vende alguns de seus quadros, de sua coleção pessoal, e parte ao lado do seu marido Osório Cesar para a URSS. É nesse momento que ela tem contato com a miséria e o drama vivido pela classe operária, chegando também ela a ser operária em Paris. Ao voltar para o Brasil carregada dessas novas ideias é que desponta a sua fase social de pinturas.

Criancas Orfanato 1935 Tarsila do Amaral Criancas Orfanato, 1935, Tarsila do Amaral

Segunda Classe 1933 Tarsila Amaral Segunda Classe, 1933, Tarsila Amaral

Tarsila frequentava as reuniões de esquerda no Brasil, e durante a Revolução Paulista de 1932 foi presa por aproximadamente um mês, acusada de subversão e por sua viagem à URSS. Nesse período, não somente ela como outros intelectuais foram levados presos por engajamento político com a esquerda. Essa é uma das fases mais interessantes de Tarsila, pois já não gozava dos privilégios do dinheiro de sua família e fez a real experiência vivenciada pelos operários na Europa do mundo, o que a levou a sensibilização e expressão por meio da su arte.

Garimpeiros de 1938 Tarsila do Amaral Garimpeiros, 1938, Tarsila do Amaral

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