Salinê Saunders

Essa menina diz que ama, e que amando, escreve. Diz que as coisas escritas são tagarelas e que adoram sair tocando as campainhas dos corações alheios. Essa menina diz um bocado de coisa, mas o que mais repete é que aceita café, por favor.

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Salinê Saunders

Há 20 e poucos anos atrás, em um úmido mês de maio em Porto Alegre, em meio a pés frios e cobertores com cheiro de bolhas de sabão, ela já se espreguiçava dançante naquela barriga que já era pequena para suas pernas. Antes do café da manhã, eis que ouve-se o primeiro sinal, engasgado, daquela menina que Maria achou por bem chamar de Salinê. E Ricardo achou muito bem também. Desde então aquela porção de cabelos cacheados acoplados naquela coisinha redonda, que nada se parecia com um joelho, começara a ser alguém, visto que só o que é visto é indivíduo. Alguém que por uma sorte 'megasênica' têm a arte presente em sua vida desde o primeiro suspiro. Tinta, letra, música e movimento. É só assim que ela vê a vida, viva.

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