porão da alma

Carregue sempre a sua própria luz do sol

Caio Augusto Ribeiro

Sou um verbo conjugado na 1ª pessoa do singular. Ator e diretor no Teatro Laboratório Experimental (TLE), autor do livro O Porão da Alma, acadêmico de Ciências Sociais pela Universidade Federal de Mato Grosso e pai do Marcelo

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    TÍTULO

    Texto de resumo do artigo ponto final

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    Não banalizem a maldade de Hitler

    Hitler não foi a encarnação do mau supremo. Antes de ser tudo que foi, Adolf Hitler era humano. Um humano que chegou ao poder.

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    A polarização do mundo

    Enquanto o mundo for maniqueísta, os grandes impérios irão prosperar.
    A batalha torpe entre o Bom e o Mau precisa chegar ao fim para que possamos escapar das teias de manipulação e dominação que fomos inseridos.

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    A violência é um problema, não uma solução

    Bater não é educar. Matar não é impedir. Destruir não é reformar. Medidas extremas e irreversíveis não solucionam problemas.

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    Manifesto ao Teatro comercial

    Escrevo este artigo, mas não destino a um receptor senão a todos que acreditam na importância do teatro como arma e instrumento libertador da mente e das opressões sofridas diariamente.

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    O homem não sabe ser amigo de mulher

    Este artigo é destinado ao homem que acha que não precisa ler este artigo. Se o título não te atraiu, é mais do que necessário a sua leitura. Às mulheres, sejam livres para fazer e comentar o que quiserem, afinal, vocês já são livres e eu não preciso reforçar esta ideia.

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    A perda do significado das palavras

    Estamos inseridos em uma configuração social que existe sem essência e está morta de significados, vivendo de palavras vazias que não dizem coisa alguma. Quantos "nuncas", "Sempres", "Talvez" e "Pra Sempres" você já viveu?

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    Um cinema de autocomiseração

    A realidade criada no cinema da década de 80/90 influenciou as mentes imaturas da época a criar uma nova realidade mais atraente e mais irreverente. Armários nas escolas, liberdade excessiva, fugas inesperadas, karatê, valentões e CDF's. O resultado disto é uma geração de crianças frustradas ao assistir a realidade após o fim do filme. Ah, vida real, como é que eu troco de canal?

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    A solidão das pessoas nas capitais

    A tecnologia nos deixou só. E como é estar sozinho no meio de todo mundo? Ao final deste artigo, experimente escrever uma carta...