Jéferson Alves

Professor e filósofo. Serviços gerais para manutenção de pensamentos

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    Meu corpo como minha liberdade

    Meu corpo é o que sou. A partir dele sinto, recebo sensações – matéria-prima do pensamento – e penso. Meu corpo impõe-se a mim. Meu corpo, meu eu, o que sou. Meu corpo é a minha liberdade.

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    Carta aberta aos meus pais

    Todos os dias há alguém preocupado com meu bem estar. Me perguntam se comi, que horas volto, se levei casaco, se estou feliz, se meu trabalho e minhas atividades estão me fazendo bem, como está minha saúde. E eu, quando me preocupo com estes, que me querem tão bem? Esse texto é uma demonstração de como esqueço de agradecer aos meus pais, todos os dias, por tudo que fazem por mim e para mim.

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    Soneto 66 e o que Shakespeare tem a nos dizer

    William Shakespeare é um clássico, um expoente do pensamento humano. Suas obras nos mostram o nosso interior, como espelhos de nosso ser. O seu soneto 66, como uma flecha atirada em nossa consciência, nos mostra que devemos ouvi-lo. Ele ainda tem muito a nos dizer, principalmente em nosso mundo liquefeito. Pela arte, O Bardo evidencia nossas angústias.

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    Somos todos ridículos e sonhadores: uma análise em Dostoievsky

    Somos todos homens e mulheres ridículos. Somos sonhadores efêmeros. Somos seres que têm a capacidade de questionar tudo. Incapazes, no entanto, de modificar o mundo. Modificamos as questões e as respostas, mas o mundo é o único que permanece. O que fazer, então? Há um motivo para se viver? Sim, e Dostoievski, em “O sonho de um homem ridículo”, pode ter uma resposta.

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    A justiça é somente negação da injustiça? Se for, temos de repensar nossos conceitos.

    A justiça é um conceito muito discutido na contemporaneidade. O que cada um pode e deve fazer, até onde podemos ir, quais punições são cabíveis para quais ações são discussões que banham o cotidiano de todos. Há um novo modo de pensar a justiça e a injustiça? Poderíamos encontrar um modo de vivermos sem a necessidade de punições? Há de se pensar.

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    A nossa loucura em O Alienista, de Machado de Assis

    A loucura é um tema que atravessa nosso cotidiano, seja em conhecidos indivíduos, seja em costumes de pessoas próximas – mas sempre como um julgamento. Em O Alienista, Machado de Assis volta a essa tão deliciosa discussão: o que é loucura e quem são os loucos? Talvez sejamos nós mesmos.

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    Silmarillion, Ungoliant e a eterna fome do humano

    A obra Silmarillion, de J. R. R. Tolkien, é um clássico da literatura fantástica – a mais difícil e especial de todas. Mas será mesmo que essas obras, os contos de fadas, não dizem respeito ao "mundo real"? Pois Tolkien nos traz, na personagem malígna Ungoliant, a Grande Aranha, uma representação do humano que nos mostra que obras fantásticas vão muito além de uma simples história e que é destinada a todos os que se considerem humanos.

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    Por que ler obras de novos escritores?

    Ler é sempre bom, principalmente quando a obra nos toca e diz algo a nosso respeito. Esse é o poder da arte da literatura. E o que os novos escritores vem fazendo (muito bem) é exatamente isso: dar-nos sua arte para conhecermos a nós mesmos. Os novos escritores são os pensadores que pensam o nosso tempo.

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    A grandeza da pequena Alice no país das maravilhas

    Obras recebem o título de clássico quando nos trazem questões que refletem nossas experiências cotidianas e conseguem comunicar-se com nosso subjetivo. Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll, é uma dessas. O livro traz questões como imaginação de uma forma simples e muito bem construída. E tudo isso pelos olhos de uma criança. Esse foi o "tom de clássico" do livro de Carroll: uma criança que imagina um mundo.