questão de gênero

Sob um campo de ideias

Sandra Frietha

Poetisa. Louca por Rock'n Roll. Amante da escrita libertina. Que vezes se perde nesse emaranhado de letras, decifrando (como se fosse possível) frivolidades desse mundo belo e repleto de caos.

Com que roupa eu vou? – Uma miscelânea do que temos visto

Quantas guerras eu poderia ter evitado, se tivesse feito diferente? Quantas guerras eu poderia ter evitado, se não fosse indiferente?


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Sobre as guerras... O principio delas esta na mira enfadonha do globo ocular. Em frações de segundos, se de fato, não negasse-nos a sinceridade, bastaria para se diferenciar a real necessidade da cobiça. O desejo é inerente ao ser humano, tal qual o respirar, faz parte. o flagelo esta em não compreender que nem tudo é para todos.

Abrir a porta para o dito “novo”, não obstante, fenômeno esquecido; causa ânsia, angustias aflitivas à vista, em vista ao efeito de uma geração que vive reclusa em suas ostras. Migrar à fronteira que insisti em esbarrar em nossas incertezas, é necessário um salto e alçar os pés do chão, requer malandragem, um amor insuportável a si. Que face ante todo o medo, suportamos a dor de nos despirmos de todo nosso preconceito.

Paz e amor, positividade, quem dera fizesse o efeito desejado em nós, ao nosso redor. Assim como a beleza na estética dessas palavras.

O mundo está bagunçado. Vivas para o homem, que de bem, se esforça em não entrar na ciranda ultrapassada.

Eu critico, tu crítica, ele critica. Af! Esta na hora de assumirmos: Nós criticamos. Já deu não, desse lance de imputar ao outro a culpa por nossa completa incapacidade de absorção a mudanças. Discernimento esse que nos falta e oculta a aversão de saber se individuo errante.

Divergir é saudável, serve para construção de novos primas. Quem não questiona esta sempre um passo atrás. Porém é bom se proteger a quem diz regra à sua linguagem.

Não há uma única verdade quando referindo-se a um conglomerado populacional de sete bilhões de pessoas, porém dentro de uma sociedade a qual estamos engendrado, é necessário reconhecer qual a melhor forma ao desenvolvimento mutuo dentro do senso comum.

Quando o livre arbítrio não sabe dar graça ao ar democrático, nos deparamos com esse caos. Existem várias fórmulas. Saída? Uma só. Ou dentro, ou fora.

Os tempos são outros. Porém, a maioria ainda sofre com o poderio de uma minoria declarada classe opressora. Ninguém nasce humano, torna-se.

Parafraseando Simone de Beauvoir em um sentindo amplo, o humano que vemos em nosso ser é degradante. Não há um que se salve.

Defensores, saímos às causas variadas e justas e a indignação transborda pelas valas e esgotos àquilo que não conversa com a bandeira que arduamente levantamos.

O titulo subjetiva a armadura invisível (com que roupa...) que não possuímos no armário sobre um cabide. Armadura revestida no faz de conta da igualdade social, representada pelo gênero, classe econômica, etnia, religiosidade...

Imagine toda essa luta personificada em um único sexo, o feminino – malfadado sexo frágil, que de frágil persiste a característica, pois há um poder invencível, característica de uma simbiose retrograda que se choca entre virilidade e poder, predominante e protagoniza o desvario no achaque e extermínio da condição feminina, degradando o humano que há em cada ser.

Bem sabemos que o termo – frágil, não esta implícito apenas a nós mulheres, mas ao masculino, condição essa que como já dito, é visto com ares de perplexa incapacidade.

Inveja e egoísmo, os males primários da humanidade.

Quantas guerras eu poderia ter evitado, se tivesse feito diferente? Quantas guerras eu poderia ter evitado, se não fosse indiferente? O principio delas esta na mira enfadonha do globo ocular. Criacionista e evolucionista. Reciclem-se! Caso contrário, voltemos ao inicio.

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Sandra Frietha

Poetisa. Louca por Rock'n Roll. Amante da escrita libertina. Que vezes se perde nesse emaranhado de letras, decifrando (como se fosse possível) frivolidades desse mundo belo e repleto de caos..
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