questão de gênero

Sob um campo de ideias

Sandra Frietha

Poetisa. Louca por Rock'n Roll. Amante da escrita libertina. Que vezes se perde nesse emaranhado de letras, decifrando (como se fosse possível) frivolidades desse mundo belo e repleto de caos.

Quando percebi que não estava só

Na preguiça, da correria do dia-a-dia,
sem perceber, nos encostamos a frações á revelia.
Bora ser feliz sujeito/a, ociosa/o.
Plano B [?]
Não!
Sou mais você!


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Na preguiça, da correria do dia-a-dia, sem perceber, nos encostamos a frações á revelia. Bora ser feliz sujeito/a, ociosa/o. Plano B [?] Não! Sou mais você!

Suponhamos que sob um emaranhado de sugestões, submergidos seremos a tempo-espaço subtendidos? Mas, se, desprendermos do que julgamos ser única condição (afinal, cada um carrega uma verdade) – livres de pré -conceitos, pariríamos um mundo em arco – iris.

Nietzschiano o super-homem, ao famigerado super eu da Melodia sob a rima. O mundo se inicia por você. Simples.

Portanto, que em nossa mente, não seja perjúrio, mas que esse dito, impregne e seja aos levantes, sujeito absoluto. O único argumento que importa ao outro nessa hora, permanece intacta na senda do próprio querer – Do eu – Doeu, dói sempre. E o que fazer?

Não vejo falhas. Algo que impute retalhos na busca desenfreada da autoafirmação. Sintaxe de retrocesso, diriam. Mero equívoco, para uma mente desinformada, que se distraiu na caminhada. Mas não… Hello! Sem ser egoísta – fator imprescindível. Olhei para meu umbigo. Admirada com o que havia no orifício, descobri imperfeições e maravilhas.

Até fui abordada referente a condição do tu, nós, eles? De antemão disse: Desculpe, ElEs, terão que esperar. Agora é minha hora.

Sem ignorar o todo. A busca de “nós” – do eu interior, tornou-se primordial. Vivendo a supremacia do amanhecer e saber-se parte influente e absorvente, avistou se, quem de fato era merecedor. Faz bem, dar um play na tecla “basta!”. Revigorando-se em atenção à pausa que se faz necessária para não naufragarmos em atropelos e apontar de dedos. Não há urgência no outro.

Nesse momento, o que há de mais valia, é você. Ser dono de seu tempo é preciso. Stop! Deixar de se observar como algo circunstancial, passaria a se conjugar essência.

Na fila, pressionados seremos. Esmagados sem perceber, pereceremos. Os últimos, esteja certo, berrarão pela fresta da porta entreaberta.

Mas não tenha pressa, o mundo se inicia por você – lembra? Ininterruptas vezes, esbarraremos com amontoados de palavras que faz pressão e contorce a paz. Paciência.

Certo dia, resolvi a questão num embate entre duas palavras. Lá estava eu em frente a ele. Com o batom deixei minha melhor impressão refletida no espelho: Preciso-te! Ás vezes, é bom vermos voltar a nós mesmos.


Sandra Frietha

Poetisa. Louca por Rock'n Roll. Amante da escrita libertina. Que vezes se perde nesse emaranhado de letras, decifrando (como se fosse possível) frivolidades desse mundo belo e repleto de caos..
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