questão de gênero

Sob um campo de ideias

Sandra Frietha

Poetisa. Louca por Rock'n Roll. Amante da escrita libertina. Que vezes se perde nesse emaranhado de letras, decifrando (como se fosse possível) frivolidades desse mundo belo e repleto de caos.

Pink Floyd e a semântica inquietante: Olá! há alguém lá dentro?

A criança cresceu, o sonho se foi e eu me tornei confortavelmente entorpecido.


hello.png

Londres, 1965, numa conversa de esquina, Rick Wright, Roger Waters e Nick Mason, estudantes de arquitetura na Universidade Cambridge, confabulam o que viria a se tornar uma das bandas mais aclamadas da história do rock... o Pink Floyd.

Para chegar ao nome que conhecemos hoje, a banda além de formação, teve outros nomes como: Sigma 6, The Screaming Abdabds, Abdabs e T-Set, até chegar a Pink floyd junção de dois bluesman: Pink Anderson e Floyd Council, de quem Syd Barrett era fã. . Guiados principalmente pelo imaginário de Syd, a banda desponta com uma nova forma de arte, que esta longe da excentricidade e sim pura lapidação em demonstração de polos criativos, e essência da busca da genialidade. Suas ideias se estenderam em seguimentos das diversas artes que compõe além musica o material de apresentação, como encartes, shows elaborados, álbuns inovadores e capas de discos inigmáticas.

. Mesmo não havendo vestígio, no entanto, por via de dúvidas, damos aquela olhadela num faro de detetive inquieto para observar alguns encartes e capas dos discos, esperando quem sabe não encontrar Wally travestido em Syd Barrett, antes do exílio final, sob os ecos de um abobado coro celestial... [S]hine on [Y]ou crazy [D]iamond, por toda sua importância e contribuição ao Pink Floyd. syd.jpg

O álbum Wish You Were Here de 1975 foi um dos tributo a ele, membro e fundador da banda. Terror de todo admirador do Floyd e ver alguém chegar com um violão e descobrir no dedilhar das primeiras notas que Wish You Were Here será tocada. Repertório básico de todo músico de barzinho aqui em terra Brazilis. Música essa que intitula o nono álbum da banda. Sobre as músicas do Floyd, nos deparamos com uma epopeia. Sua narrativa nos faz personagens de uma jornada. Viagem profunda. O nirvana. Um transe. Um orgasmo. Um porre homérico, descreveriam esses caras. Transformam sons em ritmos, sobre o que o silêncio designou puramente vácuo. Por trás de mentes que buscam a aventura sonora, há quem torça o nariz, tendo-os como a figura da chatíssima insanidade (tal critica, um sacrilégio para quem idolatra). Para muitos outros é a própria genialidade bestial. 10/03/1974 é lançado nos EUA o álbum Dark Side Of The Moon, que mexe com a mente de muitos fãs. É imprescindível assistir “o Mágico de Oz” e deixar o disco rolar. Há em algumas das cenas muita sincronicidade, sendo essa uma das facetas da banda - instigar o imaginário coletivo.

dark.jpg

Drogas, sexo e rock’nRoll, brigas e muita viagem. Psicodelia, Folk e um som progressivo é o que o legado que Syd Barrett, Roger Waters, David Gilmour, Richard Wright, Nick Mason nos deixou.

A verdadeira face do que esta por trás da criação musical desses caras, algum dia se desvendara ou a resposta ficará no ar?

"a criança cresceu, o sonho se foi e eu me tornei confortavelmente entorpecido"


Sandra Frietha

Poetisa. Louca por Rock'n Roll. Amante da escrita libertina. Que vezes se perde nesse emaranhado de letras, decifrando (como se fosse possível) frivolidades desse mundo belo e repleto de caos..
Saiba como escrever na obvious.
version 8/s/musica// @obvious, @obvioushp, @obvious_escolha_editor //Sandra Frietha
Site Meter