Natalia Cola de Paula

A escrita pulsa em mim, ela é capaz de transformar as pessoas, emocionar, transmitir conhecimentos e sensações. Por isso que escrever é sinônimo de compartilhar saberes, e sonhos. Ademais, é uma experiência que proporciona prazer e aprendizagem a quem escreve.

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    A liquidez do amor

    Uma conversa acerca dos reflexos da modernidade nas relações humanas.

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    Em busca de equilíbrio.

    Todos nós precisamos de mais de um pilar para nos mantermos firmes emocionalmente. O motivo é bem simples, se um dos pilares desmoronar você terá os demais para apoiar-se. Sem dúvidas o sofrimento virá nos visitar perante fracassos e decepções, isso é inevitável, porém, dependerá de nós fazê-lo ou não morada em nossas vidas.

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    O egoísmo por detrás do eu lírico

    Muito comenta-se dos desdobramentos, reflexos, bem como benefícios do hábito da leitura. Porém, pouco se menciona a respeito dos reflexos que o ato de escrever exerce sobre o autor. É sobre isso que esse artigo fala. Mostra que o eu lírico do escritor não é puramente altruísta, havendo uma face egoísta, uma vez que o autor precisa da escrita para viver, para afirmar-se como ser humano. Na verdade, o escritor precisa da escrita tanto quanto ela precisa do mesmo para existir.

  • As pessoas deixam de viver não quando morrem, mas sim quando desistem de sonhar.

    Em síntese, vamos tratar de sonhos com certa maturidade e realismo, vendo-os como fruto de nossos esforços e não simplesmente como fatos utópicos, mas sem perdermos a vontade de sonhar e perseguir nossos objetivos, sem perder a determinação de realizar nossas quimeras.

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    Aprender a gerenciar suas emoções e ser líder de si mesmo é preciso.

    Não podemos deletar nossa memória, tudo que vivemos fica armazenado em nosso consciente ou inconsciente, não temos ferramentas para apagar o passado, todavia, podemos sim lidar de maneira saudável com elas, reescrevendo-as de uma forma que não nos causem mais ferimentos. Devemos tomar a efetiva posse de nossas vidas, decidir nossos caminhos e gerenciar nossos sentimentos de modo a amenizar nosso sofrimento e problemas. Não podemos deixar-nos sermos vítimas do destino, seres determinados pelo meio ambiente e pelas situações, como representado no romance naturalista " O Cortiço " de Aluísio Azevedo. Temos que fazer as escolhas possíveis para realizarmos nosso melhor sempre, mesmo perante circunstâncias adversas. Temos que escolher acerca daquilo que nos cabe fazer uma escolha, e deixar as contingências para o destino.

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    Eudaimonia

    Diariamente as pessoas acordam e partem em busca de seus sonhos e metas. Desempenham suas tarefas cotidianas, como trabalho e estudo em meio a uma rotina acelerada, em que não há tempo designado para parar, sentar e refletir sobre o que realmente buscamos com nossas atitudes. Fazemos tantos esforços e sacrifícios para a concretização de certos objetivos, como o esmerado diploma do curso superior, um carro novo, uma casa nova, subir de cargo no emprego, obter o sucesso, adquirir cada vez mais e mais dinheiro e bens, que nos esquecemos de nossa real busca: a felicidade, porque no fundo todos queremos viver momentos felizes, estar bem conosco e com as pessoas ao nosso redor.

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    Sanidade X Loucura

    O objeto de debate desse artigo contempla um embate entre a sanidade e a loucura no âmbito literário e como isso está mais presente em nosso cotidiano do que pensamos e de como a loucura e a sanidade são conceitos subjetivos e assim continuarão sendo, pois não há definição que diga perfeitamente o que é um comportamento maluco ou “normal”. No final entende-se que a loucura nada mais é do que um momento esplêndido de alcance e vislumbre da mais pura e verídica realidade.