reticências de um divã

Alusões ao mundo que existe dentro de cada peito

Hilane Tawil

Entre a vida que desabrocha no papel e a ponta da caneta, estão o teclado e a tela. No meio deles, uma jornalista que conta histórias pra conter o inconformismo de uma alma que insiste em voar pra longe

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    O demônio da mulher que não se cala

    “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, Simone de Beauvoir.

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    Frankly, my dear...

    Na rotina e no cansaço, romances hollywoodianos não funcionam. Deve ser por isso que um amor quebrado não dura um filme inteiro. Da ficção pra vida real, só restará uma frase no fim das contas: "Frankly, my dear, I don't give a damn". Lá estará ela te dizendo que o amor morreu.

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    O peso e a leveza do viver

    “Quanto mais pesado o fardo, mais próxima da terra está a nossa vida, e mais ela é real e verdadeira. Por outro lado, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, com que ele voe, se distancie da terra, do ser terrestre, faz com que ele se torne semi-real, que seus movimentos sejam tão livres quanto insignificantes. Então, o que escolher? O peso ou a leveza?” A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera.

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    A dor e a beleza da escrita

    "Escreva minha filha, escreva. Quando estiver entediada, nostálgica, desocupada, neutra, escreva. (...)" Assim Drummond aconselhou sua filha e na mesma linha de pensamento este texto se desdobra. Rabiscos no papel que curam feridas, linhas que libertam. E um lembrete importantíssimo: você pode fazer isso!

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    Marooned e a ilha da solidão

    A música Marooned do Pink Floyd retrata, com seus acordes melancólicos, a solidão de quem está distante e sozinho em uma ilha isolada. Como seria aproveitar a solidão nas ilhotas em que, por vezes, somos obrigados a nos recolher?