s o m e t h i n k

sometimes we do some thoughts about something

p a u l o m o n t e i r o

Pensador de tudo aquilo que se move no ponto cego do seu percurso.

paulomonteiro

p a u l o m o n t e i r o

Paulo Monteiro é um viajante (no seu quarto ou pelo mundo fora), que carrega uma mala sem fundo, ao som de “Estou Além”.

Cresceu numa pequena terra, onde os edifícios baixos não obstruíam os pensamentos e os sonhos. Muito parecida à aldeia do guardador de rebanhos, no cimo do outeiro.

Talvez por ser míope, opta por dar uso aos seus restantes instrumentos sensitivos, tornando-se, dessa forma, mais próximo do seu mundo e, por esse motivo, mais crítico.
Quando observa, através da visão, fá-lo pelo canto do olho.

Repudia o uso excessivo de factos, essa coisa inflexível que anula qualquer possibilidade de reflexão e discussão.
Prefere pensamentos, que permitem uma maior aproximação ao mundo natural e, “naturalmente”, um maior afastamento ao mundo artificial.

Encara o Verdadeiro e o Natural como condicionantes indispensáveis na formalização de Beleza.

Estuda Arquitetura e, dessa forma, estuda tudo aquilo que não é Arquitetura, tornando-a mais verdadeira para si. Incoerente?

Paulo Monteiro é um ser incoerente.
“Se o pensar agora é igual ao pensado, então tal não é pensar, é imitar”, diria Gonçalo M. Tavares.

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