sala escura

24 quadros por segundo na sua imaginação

Juliana Radler

Amante das letras e das imagens. Jornalista, videomaker, produtora independente e empreendedora.
"A diversidade cultural é o maior tesouro da humanidade. Quando celebrarmos isso ao invés de negarmos, todos os nossos problemas estarão resolvidos."


  • A cidade onde envelheço
    A Cidade Onde Envelheço

    O dilema de se encontrar em algum lugar no mundo, nem que seja para voltar ao ponto de onde partimos no mapa

  • Cate Blanchett e Roney Mara
    Carol e a necessidade de sermos nós mesmos

    O filme Carol, que arrebatou a crítica e deu à Cate Blanchett uma de suas mais excepcionais atuações, vai muito além de uma história de amor entre mulheres. É uma obra essencial que mostra a necessidade de sermos sempre nós mesmos. A coragem para seguir o caminho do amor, no amplo sentido desse termo, requer nadar contra a corrente da imposição moralista ávida por rótulos e normas de conduta.

  • Manipulação Midiática
    As convulsões midiáticas

    Você acha que a mídia tem o poder de construir e destruir pessoas? A série documental "Making a Murderer" revela os bastidores de um jogo de interesses capaz de colocar dois inocentes na prisão perpétua. E o documentário Amy Winehouse narra o quanto o assédio midiático contribuiu para a ruína de uma personalidade sensível e genial. Até que ponto a manipulação da opinião pública para fins econômicos e políticos está presente em nossa sociedade, supostamente democrática? O cinema documentário nos ajuda a refletir sobre esses assuntos nestes dois brilhantes trabalhos disponíveis no Netflix.

  • woodpe.jpg
    As revelações do Pica-Pau russo

    Documentário ganhador do Sundance Film Festival de 2015 narra uma jornada pessoal para trazer ao mundo uma estarrecedora hipótese sobre o acidente nuclear de Chernobil.

  • sebastiao salgado.jpg
    A face heróica do brasileiro Sebastião Salgado

    Reflexões sobre o documentário "O Sal da Terra", de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, sobre a vida e a obra do fotógrafo Sebastião Salgado.

  • walter salles e jia zhangke.jpg
    O cinema essencial de um intelectual bronco e teimoso: Jia Zhangke

    Velocidade, violência e "um toque de pecado" na China contemporânea.
    Sem os filmes de Jia Zhangke não entenderíamos a China tão bem, não conheceríamos paisagens em mutação, testemunhas de um tempo efêmero no qual a impermanência, tão ressaltada pelo budismo, se revela sem sombras.


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