simples assim tag:obviousmag.org,2015-10-27:/simples_assim//1571 2015-12-13T09:03:53Z Movable Type Pro 5.12 O dia em que deixei de acreditar em histórias de amor tag:obviousmag.org,2015:/simples_assim//1571.22700 2015-12-07T18:05:00Z 2015-12-13T09:03:53Z O dia em que deixei de acreditar em histórias de amor não foi um dia bonito. Não sei precisar o mês. Não sei precisar se era Outono ou Primavera. Por certo, era Inverno. Não me lembro da hora a... Catarina Vasconcelos http://obviousmag.org/simples_assim/autor/

Houve um tempo em que os livros de Nicholas Sparks, o senhor dos romances bonitos, eram tesouros para mim. Lia-os num piscar de olhos. Devorava cada frase. Sorvia cada palavra. E acreditava que, na vida além dos livros, também era assim. Os amores desencontrados voltavam a encontrar-se e a vida seguia feliz e serena.

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Brites de Almeida - Padeira de Aljubarrota, Heroína de Portugal tag:obviousmag.org,2015:/simples_assim//1571.22593 2015-12-01T15:42:58Z 2015-12-04T09:01:24Z Brites de Almeida nasceu em Faro, por volta do ano de 1350, no seio de uma família humilde de parcos teres. Não era bonita. Era uma mulher corpulenta, com cabelo crespo, olhos pisqueiros e seis dedos em cada mão.... Catarina Vasconcelos http://obviousmag.org/simples_assim/autor/

Brites de Almeida, mais conhecida como a Padeira de Aljubarrota. Mulher de armas. Heroína de Portugal. Levantou a voz e a pá contra os castelhanos e salvaguardou a independência da pátria. Sem medo. Sem credo. Apenas a força desmedida que só uma mulher pode ter. Tenho cá para mim que Brites de Almeida, a eterna padeira, foi a primeira feminista de Portugal.

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O dia em que me apaixonei por Alberto Caeiro tag:obviousmag.org,2015:/simples_assim//1571.22035 2015-11-04T17:58:48Z 2015-11-10T09:03:00Z Lembro-me como se fosse hoje. Era um dia de sol de Outono. Tudo o que eu queria era olhar pela janela ao invés de prestar atenção nas palavras melódicas do senhor professor. Mentira. Nunca gostei de olhar pela janela.... Catarina Vasconcelos http://obviousmag.org/simples_assim/autor/

Apaixonei-me por Alberto Caeiro no primeiro verso que li. Voltei a apaixonar-me, uma e outra vez, em cada poema que lia e relia até à exaustão. Há amores assim.

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Este fado, triste fado tag:obviousmag.org,2015:/simples_assim//1571.21989 2015-11-02T17:38:12Z 2016-04-15T08:00:04Z Cresci a ouvir fado, no velho rádio preto do meu avô. Um rádio que, já no seu final de vida, só funcionava à base de pancadinhas de amor, dadas a jeito até que de lá começasse a ecoar a... Catarina Vasconcelos http://obviousmag.org/simples_assim/autor/

O fado entristece-me. E alegra-me. E dá-me tudo aquilo que outra música não consegue. Fiz do fado parte do meu fado, e entre discos velhinhos e memórias de sempre, lá vou eu delineando esta estranha forma de vida, recordando o antigamente, pedindo que Deus me perdoe.

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Esta gente que nos castra tag:obviousmag.org,2015:/simples_assim//1571.21928 2015-10-30T18:32:56Z 2015-11-02T09:04:21Z Vivemos numa sociedade castradora. Inquisidora. Sufocante. Desde o dia em que nascemos, somos quase que forçados a carregar o mundo às costas, sem o deixar cair, sem descansar um instante que seja. Por vezes, dói carregar esse mundo. É... Catarina Vasconcelos http://obviousmag.org/simples_assim/autor/

Somos condenados à nascença, num julgamento sem juiz ou defesa, apenas a acusação inquisidora de uma sociedade cujo único objectivo é castrar quem se atreve a viver por si próprio.

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Simplesmente Gisela tag:obviousmag.org,2015:/simples_assim//1571.21889 2015-10-28T15:01:04Z 2016-10-28T12:21:29Z Gisela. Gisela João. Nascida a 6 de Novembro de 1983, em Barcelos. O Minho corre-lhe nas veias e o fado, desde cedo, colou-se-lhe à alma e de lá não mais saiu. Apaixonou-se por ele, pelo fado, ainda criança, enquanto... Catarina Vasconcelos http://obviousmag.org/simples_assim/autor/

Gisela João, fadista. Traz o fado arrastado na voz e o Minho dependurado ao peito, colado ao coração. Sorri quando dele fala. Enaltece-o. Orgulha-se dele, das suas raízes. Canta-o como mais ninguém. Põe-lhe amor de sobra, o mesmo amor que deposita em cada poema feito fado.

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