só entre nós

Não morremos de amor. Hoje em dia, morremos da falta dele.

Úrsula Pureza

Carioca, 24 anos, apaixonada por cafés, animais, natureza, séries. Amei histórias ainda na barriga, livros eu amei quando meu pai e meus avós leram pra mim pelas primeiras vezes e muitas outras mais.

Ser carioca é...


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É o sol que nunca some. São as pichações e os outdoors na entrada da cidade. É a avenida Brasil e a das Américas. É aplaudir o sol no arpoador. É o biscoito globo com chá matte na praia. São os ambulantes simpáticos que fazem músicas engraçadas. É o triste contraste da zona sul com a favela. É o guanabara. É o prezunic. É o suco de clorofila do Pão de Açúcar. É o Hortifruti. É a Lagoa de tardezinha. É o casal apaixonado andando de bicicleta na orla. É o posto 9. É o mar batido. É levar caldo e sair dando risada (e tossindo). É a Ilha de Paquetá. É a trilha da Pedra Bonita e do Parque Lage. É o Vidigal que a noite parece uma caixinha de jóia. É a água de coco. É o Cristo de braços abertos sobre a Guanabara. São os corpos malhados e sorrisos talhados. É o bolinho de bacalhau. É pegar o metrô. É a feira de São Cristovão, de Ipanema e de Copacabana. São os gringos por toda parte. É o engarrafamento. É o Carlos Drummond de Andrade. É o Tom Jobim. É o Vinicius de Moraes. É o Cazuza.

É saber receber. É ser acolhedor. É ser invejado por paulistas. É ficar feliz quando chega. É se orgulhar. É falar "mermão". É morrer de amor. É sair e querer voltar. É sentir saudade. É ser feliz por ter nascido na cidade mais linda do mundo. É ter orgulho de ser carioca.

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Úrsula Pureza

Carioca, 24 anos, apaixonada por cafés, animais, natureza, séries. Amei histórias ainda na barriga, livros eu amei quando meu pai e meus avós leram pra mim pelas primeiras vezes e muitas outras mais. .
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