solidão sociável

O uivo do Silêncio e a descoberta humana do verdadeiro Conhecimento

Yan Masetto

Em busca do equilíbrio fundamental para viver. Escreve para sobreviver, pois com palavras supera os obstáculos cotidianos. Um pouco de louco, somado a um fator imparável para pensar e refletir a vida que rodeia a cada passo.

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    Assassin's Creed: a inexistência de bem e de mal

    Altair, protagonista do primeiro game, dialoga com cada alvo assassinado, argumentando que o que faz é para reter avanços que serão destrutivos à humanidade por conta daqueles que detém o poder. Os assassinados, em seu último suspiro, zombam de sua postura, exatamente por não considerar que tal atitude seja realmente de justiça, mas sim de mais um querendo assumir o poderio da época. A tênue linha entre Bem e Mal se dissolve, e fica difícil pensar quem está de qual lado. Altair, o credo, os templários, a irmandade, todos são iguais: são capacitados a oprimirem os outros.

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    Sing: acertos e desacertos

    A proposta do texto é uma breve discussão sobre os acertos e desacertos do filme Sing: Quem Canta Seus Males Espanta, os pontos fortes, e aquilo que é necessário ser discutido.

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    Por que enviam os pobres para a guerra?

    O texto é provocativo: por que os "líderes" enviam os pobres para resolver as querelas que eles começaram? É bem simples: porque as querelas deles têm interesses muito maiores por trás. Não são pessoais, são conjunturais. Eles não têm a real vontade de estapear o inimigo, eles querem é mostrar quem tem mais poder, e não só, querem mostrar quem manda mais pessoas à morte para lutar por seus interesses.

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    Quando o tempo dobrou sobre si mesmo: Chrono Cross

    As joias criadas pela SquareSoft no passado ainda permanecem reluzentes e com toda a vitalidade. Por mais que se diga que os gráficos tomaram conta dos games atualmente, é nítida a complexidade que aqueles produzidos antes do desenvolvimento tecnológico nos oferecem. Dessa forma, uma revisitada no clássico Chrono Cross, um jogo em que o tempo é relativo a si mesmo: quando a descontinuidade demonstra ser tão contínuo quanto uma linha.

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    O perigo nunca é (e nunca foi) o Voldemort

    O real perigo nunca será aquele que vemos, tocamos ou até sentimos diretamente: o perigo verdadeiramente prejudicial é aquele que se estende silenciosamente, como se fosse uma brisa, e que nos pega de surpresa enquanto observamos, fixamente, o que consideramos o problema real.

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    Você pode ler este texto? Lógico que pode

    Você pode não pensar? Lógico que pode. Você pode não querer assistir aos jogos e partidas? Lógico que pode. Você pode ir, comprar os ingressos e assistir a todas as partidas presencialmente? Lógico que pode. Você pode refletir? Lógico que pode. Você pode gritar gol e discordar da política nacional? Lógico que pode. Você pode parar um tempo de criticar por conta das Olimpíadas? Lógico que pode. O que não pode é voltar atrás em suas decisões e escolhas, muito menos em sua abstinência de pensamentos.

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    Falácia do Batman

    Sabe aquele momento em que você está conversando, dialogando, e, inclusive, argumentando seu ponto de vista, quando seu interlocutor te responde com frases do tipo "rouba, mas faz", "não critique, pois poderia ser pior", "aceita isso que é melhor, poderia estar sofrendo todo mundo, não só aquele grupo", entre outras? Então, você está diante da Falácia do Batman.

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    Uma discussão sobre idade

    Um pouco de reflexão sobre o que a idade tem a nos apresentar: todos, indistintamente, pode nos ensinar algo, pode transmitir conhecimento, pode mudar nossos dias. Ser mais velho, ser mais novo, em tese, interfere pouco quando o assunto é a vida humana, ininterrupta, intensa e totalmente complexa em si.

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    A sociedade atual pensada através da música

    A música nos embala desde sempre. Ao nascermos, ao andarmos, ao irmos para o trabalho, a música está ali. Eis que, em um convite modesto, a lista abaixo mostrará um percurso para explicar nossa sociedade atual através de algumas músicas, algumas brasileiras, outra internacionais, mas todas com um fundo reflexivo sobre o cotidiano que vivemos faz algumas décadas - e precisa ser modificada, muitas vezes.

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    Literatura e Humanidade: interconexão profunda

    Todos precisam de respostas. Muitas vezes, elas não virão diretamente. Mas a Arte e suas manifestações existem para, ao menos, refletirmos, como em grandes espelhos, as essencialidades humanas. E dentre elas, encontra-se os três vértices humanos mais recorrentes: Don Quijote, Don Juan e Fausto.

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    A tênue divisa entre sinceridade e grosseria

    Todos os seres humanos têm, sem exceção, um amigo, ou ao menos um conhecido, que seja muito sincero. Muitas brincadeiras - e comentários - desse cidadão, muitas vezes, não são tão apenas sinceros, como também entram no campo da grosseria. Palavras desnecessárias, colocações improváveis em momentos inoportunos, piadinhas em circunstâncias adversas. E muitos, mas muitos dias em que ficar a seu lado se torna um desafio infindável. Entretanto, até que ponto alguém sincero não é nada além do que um ser grosseiro?

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    Você lê o livro, o livro te lê de volta

    Os livros são objetos inquietantes no mundo. Deles partem inúmeras histórias, até mesmo muito conhecimento e grandes reflexões sobre o cotidiano. E recorremos a eles como salva-vidas, como aquela boia laranja em embarcações, de uma maneira estranhamente desesperadora para que nos resgate de algo que não sabemos o quê. Ao abri-los, ficamos estupefatos com alguns, irritados com outros. É normal. Achamos que o livro não tem nada a nos oferecer. Aqui, uma inversão: será que não temos os olhos certos para oferecê-los e, por isso, nos incomodam?

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    As adaptações cinematográficas de obras literárias e seus percalços

    Adaptação é a lei natural que propicia a sobrevivência. Quando se adapta, novas perspectivas se apresentam. Se há um livro, as mentes deliciar-se-ão diante de sua leitura. Se há um filme, vê-los-ão com alegria e surpresa. Ambos encantam os olhos, entranham-se por nossos pensamentos e se desfazem em novas ideias. Mas quando um advém do outro, uma epidemia apresenta-se imediatamente: a do crítico de cinema de adaptação.

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