solidão sociável

O uivo do Silêncio e a descoberta humana do verdadeiro Conhecimento

Yan Masetto

Em busca do equilíbrio fundamental para viver. Escreve para sobreviver, pois com palavras supera os obstáculos cotidianos. Um pouco de louco, somado a um fator imparável para pensar e refletir a vida que rodeia a cada passo.

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    Qual o próximo porco que queremos assistir?

    O texto fará um percurso de como o capítulo The National Anthem em que a sociedade do espetáculo mostra sua pior face: a da banalização de coisas intensas e graves. Realmente graves. Lembrando: alerta de SPOILER ativado!

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    Qual é a sua média?

    O texto visa avaliar o capítulo de Black Mirror, de nome 'Queda Livre', em que as pessoas se avaliam, e todos têm uma média social, em que pode te impedir de entrar em certos locais, ou mesmo te isolar da sociedade por completo.

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    O que queremos dizer e não temos coragem: o efeito-Saharah

    O texto é uma tentativa de avaliação do fenômeno Sarahah e como escapamos de dizer aquilo que sentimos e pensamos diretamente.

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    O desejo pelo apocalipse

    Se você é fã de um apocalipse, senta que lá vem história. Não tão longa, mas é uma passagem bem interessante.

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    Questão de exclusão

    A proposta do texto é perpassar por pontos mais específicos, embora amplos para a dimensão de um texto. Tentar canalizar algumas ideias, expô-las de forma a chegar a conclusões breves e diretas no fim de cada ideia: se é fator de exclusão, ou se desta maneira, não afeta negativamente as pessoas. É uma proposta diferente, talvez que ninguém, até onde chega meu conhecimento sobre os escritos e falas, pois nunca falam se é bom ou ruim, mas se os alunos são culpados, ou problemáticos, ou se os professores são aqueles a quem devemos culpabilizar por esta desordem.

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    Vash ou como não julgar alguém pela aparência

    É sempre bom lembrar que, quando há um texto analisando os personagens, spoilers aparecerão. Porém, não achem que são spoilers profundos: a pretensão do texto é exatamente este, não acreditar na primeira impressão tão facilmente. E em Trigun, isso é ainda mais complicado.

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    Os sete pecados em Fullmetal Alchemist: Brotherhood

    Os pecados capitais são temas em vários tipos de criações artísticas, inclusive os animes. No caso de Fullmetal Alchemist: Brotherhood, não podia ser diferente: os sete personagens que levam o nome dos pecados nos oferecem uma leitura daquilo que o próprio pecado representa em si. Vale ressaltar que cada qual personifica perfeitamente o que cada um esconde por trás do invólucro humanóide: o que podia ser e não seria nunca. Por fim, vale sempre o [Alerta de Spoiler].

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    Gungrave: a promessa e o perdão

    Antes de iniciar o próprio resumo, que fique claro que há um ALERTA DE SPOILER. O texto tem como foco observar, analisar e situar as questões que envolvem o anime Gungrave, de 2003, seus personagens e, principalmente, o que os movem. No mais, fixar-se em Brandon Heat que, dentre todos eles, desdobra-se e curva-se a duas circunstâncias tão cotidianas quanto a de todos nós: da promessa e do perdão.

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    Trilhas sonoras de games: encantamentos eternos

    As músicas fazem parte de nossos dias. As músicas nos embalam, nos dão o tom do ambiente, de nossos sentimentos, de nossas almas. E nos oferecem a melhor experiência quando se trata de games. Games especialistas em criar boas trilhas sonoras são games lembrados pela eternidade. Aí vai um pouco da eternidade que nos foi legada!

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    Assassin's Creed: a inexistência de bem e de mal

    Altair, protagonista do primeiro game, dialoga com cada alvo assassinado, argumentando que o que faz é para reter avanços que serão destrutivos à humanidade por conta daqueles que detém o poder. Os assassinados, em seu último suspiro, zombam de sua postura, exatamente por não considerar que tal atitude seja realmente de justiça, mas sim de mais um querendo assumir o poderio da época. A tênue linha entre Bem e Mal se dissolve, e fica difícil pensar quem está de qual lado. Altair, o credo, os templários, a irmandade, todos são iguais: são capacitados a oprimirem os outros.

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    Sing: acertos e desacertos

    A proposta do texto é uma breve discussão sobre os acertos e desacertos do filme Sing: Quem Canta Seus Males Espanta, os pontos fortes, e aquilo que é necessário ser discutido.

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    Por que enviam os pobres para a guerra?

    O texto é provocativo: por que os "líderes" enviam os pobres para resolver as querelas que eles começaram? É bem simples: porque as querelas deles têm interesses muito maiores por trás. Não são pessoais, são conjunturais. Eles não têm a real vontade de estapear o inimigo, eles querem é mostrar quem tem mais poder, e não só, querem mostrar quem manda mais pessoas à morte para lutar por seus interesses.

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    Quando o tempo dobrou sobre si mesmo: Chrono Cross

    As joias criadas pela SquareSoft no passado ainda permanecem reluzentes e com toda a vitalidade. Por mais que se diga que os gráficos tomaram conta dos games atualmente, é nítida a complexidade que aqueles produzidos antes do desenvolvimento tecnológico nos oferecem. Dessa forma, uma revisitada no clássico Chrono Cross, um jogo em que o tempo é relativo a si mesmo: quando a descontinuidade demonstra ser tão contínuo quanto uma linha.

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    O perigo nunca é (e nunca foi) o Voldemort

    O real perigo nunca será aquele que vemos, tocamos ou até sentimos diretamente: o perigo verdadeiramente prejudicial é aquele que se estende silenciosamente, como se fosse uma brisa, e que nos pega de surpresa enquanto observamos, fixamente, o que consideramos o problema real.

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    Você pode ler este texto? Lógico que pode

    Você pode não pensar? Lógico que pode. Você pode não querer assistir aos jogos e partidas? Lógico que pode. Você pode ir, comprar os ingressos e assistir a todas as partidas presencialmente? Lógico que pode. Você pode refletir? Lógico que pode. Você pode gritar gol e discordar da política nacional? Lógico que pode. Você pode parar um tempo de criticar por conta das Olimpíadas? Lógico que pode. O que não pode é voltar atrás em suas decisões e escolhas, muito menos em sua abstinência de pensamentos.