superantropia

Até onde podemos chegar?

Wellington Freire

Profissional das Letras. Adora uma boa conversa e reflexões pertinentes. A escrita é apenas (mais) uma forma de expandir a sagrada filosofia de buteco nossa de cada dia.

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    Hoje eu quero apenas um novo começo

    O que é a vida senão um eterno arriscar? Um mega-cassino no qual estamos sempre ganhando e perdendo?

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    O que importa? A metade cheia ou a vazia?

    Certa vez alguém perguntou ao pintor Salvador Dalí o que ele gostaria de ser. Dalí, então, respondeu: "Quando eu tinha quatro anos eu queria ser cozinheiro, aos seis, Napoleão e desde então a minha ambição só tem aumentado; Agora quero ser apenas Dalí, e estou conseguindo".

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    Você sabe o que é o mashup literário?

    Dom Casmurro e os discos voadores. Orgulho e preconceito e zumbis. O alienista caçador de mutantes. Escrava Isaura e o vampiro. Senhora, a bruxa. São títulos que lhe parecem familiar?

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    Essa tal de tristeza profunda que não passa

    Você pode não saber, mas você morreu. Morreu para aquela velha vida que já não pode ser vivida. Morreu porque já não pode mais encenar o seu papel de trouxa no palco do mundo. Morreu porque entendeu o porquê de tudo e compreendeu como funcionam as engrenagens que movem a vida das pessoas que te cercam.

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    Você já calou hoje?

    Não, este não é mais um daqueles textos recomendando que você não grite a sua felicidade aos quatro ventos porque a inveja tem sono leve. Realmente há uma parcela de verdade, mas eu gostaria de ir um pouco além e pensar no poder da palavra na vida da gente. Não a palavra proferida, usada com propósito poderoso para causar o efeito necessário e obter um resultado benéfico para si. Me refiro à ideia da palavra encerrada, da palavra não-dita.

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    O fim do ciclo e a dificuldade do desapego

    O ciclo fechou. A roda girou. E você está com o pescoço virado para trás, incrédulo de que o presente recente já se converteu em passado.

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    A capacidade de mudar a própria realidade

    O sábio cronista Artur da Távola professoralmente já nos ensinava que a palavra decisão tem a ver com cisão (corte). Então, decidir é cortar algo que já não nos serve mais e, a partir disso, criar algo novo com o que sobrou.

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    O sentimento de impotência diante do tempo que nos devora.

    É a consciência de nossa finitude que nos permite aproveitar a viagem. É o entendimento de que todas as coisas deste mundo são impermanentes. Que pessoas vem e que pessoas vão. O que é ruim vai passar. E o que é bom também. Que o amor, assim como outros sentimentos, não precisa durar para sempre no tempo cronometrado pelo relógio. Entendemos que ele precisa durar para sempre dentro de nós mesmos, no tempo psicológico. Naquele lugar onde só nós podemos estar presentes, através de um clique acionado pelo controle remoto da memória.

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    10 devastadoras histórias de amor da literatura: o que aprendemos com elas?

    A literatura, enquanto manifestação artística, é uma das formas mais belas de expressão da essência humana. Na sequência, uma lista com as 10 histórias de amor mais devastadoras da história da literatura. O destino de cada um dos personagens já foi traçado, mas o nosso final ainda podemos mudar. O que aprendemos com cada uma dessas histórias?

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    A nau dos insensatos: uma alegoria cada vez mais familiar

    A sociedade é um barco indo a pique. E nós, passageiros que rumam a lugar algum, estamos afundando com ele.

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