sutilezas

Inauguração da vida

Thaísa Rochelle

Graduada em Letras-português, mestranda em Literatura, encontrou na poesia o seu lar. Contato:[email protected]

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    Não sou uma sereia, nunca serei

    Vivemos rodeados por imagens e opiniões que influenciam diretamente a percepção que construímos sobre nós mesmas. Nos dizem o que devemos vestir, quais a medidas ideais que o nosso corpo deve possuir. E muitas vezes nos sentimos frustadas diariamente porque não conseguimos alcançar tais padrões. A postura de Demi Lovato, que foi criticada por muitos, significou apenas uma imposição aos absurdos padrões de beleza feminina imposta pela sociedade e pela mídia, que "desenham" todos os dias os padrões aos quais precisamos nos encaixar. Não foi grosseria, foi sinceridade, apenas.

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    La délicatesse: o encantamento e a singeleza de apaixonar-se

    Pense por um momento em todas as definições de amor já ouvidas ou formuladas por você, pense na sensação de estar apaixonado. Agora conheça Nathalie e Markus e pense outra vez.

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    Viver é o melhor remédio

    Esse é um texto simples, assim como a vida. Um texto que nos lembra das coisas que passam despercebidas em nossa rotina, das pequenas partículas que formam a vida. São essas sigelezas que fazem tudo valer a pena, apesar dos pesares.

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    Os amores inventados

    Tenho tanto sentimento
    Que é freqüente persuadir-me
    De que sou sentimental,
    Mas reconheço, ao medir-me,
    Que tudo isso é pensamento,
    Que não senti afinal. [...]

    (Fernando Pessoa)

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    Tempo, idade e amor sob o olhar de um pescador

    A literatura tem mania de transformar em poesia os problemas humanos, de aclarar a nossa visão sobre o cotidiano, sobre as coisas invisíveis que guardamos no peito sem perceber. Refletir sobre a beleza estética de uma obra é fundamental para o nosso crescimento humano, por isso, este artigo pretende discutir, sobretudo, o tempo na visão de um personagem peculiar construído por Mia Couto.

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    As dádivas do perdedor

    Vencer, entre outras coisas, é ficar em paz consigo mesmo, é saber cair e levantar todos os dias, é querer o bem do outro, é saber sentir de verdade todas as oportunidades que a vida dá, é amar e chorar, e depois amar de novo e chorar outra vez e mesmo assim ter a dádiva de saber amar de novo.

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