Soraya Rodrigues de Aragão

Psicóloga, psicotraumatologista, terapeuta sexual, Expert em Medicina Psicossomatica,e Psicologia da Saude. Escritora e palestrante.Estudante de Terapia de casal e Familia. Sócia da Sociedade Italiana de Neuropsicofarmacologia. Autora dos livros Fechamento de Ciclo e Renascimento, Supere desilusões amorosas e pertença a si mesmo, Liberte-se do Pânico e viva sem medo e Talita e o portal. Sites: www.sorayapsicologa.com e www.alquimiadavida.org.
Email: [email protected]

Primeiro organize sua casa interna para depois querer podar as ervas daninhas do jardim do outro

Todos temos defeitos e virtudes, estamos em aprendizado, em constante processo evolutivo. A vida é uma escola em que todos estamos errando e aprendendo, caindo e levantando, aqui não existem pessoas incólumes, todos somos seres humanos em sua complexidade; lado luz e lado sombra.


Nesta pequena reflexão, trago um argumento que ninguém escapa: a maledicência, vulgarmente conhecida como fofoca. Pessoas imaturas com o intuito de denegrir e prejudicar o outro destilam seu precioso veneno manipulando pessoas específicas em seus pontos fracos. Isto porque pessoas maledicentes são estratégicas, não somente irresponsáveis, visto que o objetivo é prejudicar, é destruir o outro em um sentido simbólico ou mesmo real.

E tem pessoas que sabem fazer isto muito bem, apresentando argumentos plausíveis, se vitimizando, se fazendo de “coitadas”, diante de situações em que elas mesmas contribuíram de algum modo para o desenrolar dos acontecimentos que porventura desembocou em um desentendimento. Um dos comportamentos mais comuns dos maledicentes não é somente aumentar ou desvirtuar os acontecimentos, mas sobretudo julgar, apontar o dedo, se esquecendo, como diz o velho e sábio ditado que quando se aponta um dedo para alguém, três estarão apontados em nossa direção.

Nem preciso dizer que pessoas assim são perigosas, mas elas esquecem um detalhe importante: cada relacionamento, seja de amizade, familiar ou conjugal possui em seu bojo características próprias, um amálgama, um envolvimento particular que confere colorações subjetivas e relacionais inerentes a cada convivência.

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Todos temos defeitos e virtudes, estamos em aprendizado, em constante processo evolutivo. A vida é uma escola em que todos estamos errando e aprendendo, caindo e levantando, aqui não existem pessoas incólumes, todos somos seres humanos em sua complexidade; lado luz e lado sombra. Neste viés não faz nenhum sentido viver apontando o defeito e falhas dos outros enquanto sequer foram trabalhadas as próprias. É preciso ter autodiscernimento de que para cada um de nós é necessário muito trabalho, dedicação e principalmente boa vontade para trabalhar a própria evolução ao invés de observar e criticar a vida de outrem. Mas infelizmente nem todos atingiram este grau de conscientização e aqui reitero mais uma vez que não é um processo fácil estar nesta escola chamada vida.

Para refletir:

Primeiro organize sua casa interna para depois querer podar as ervas daninhas do jardim do outro.


Soraya Rodrigues de Aragão

Psicóloga, psicotraumatologista, terapeuta sexual, Expert em Medicina Psicossomatica,e Psicologia da Saude. Escritora e palestrante.Estudante de Terapia de casal e Familia. Sócia da Sociedade Italiana de Neuropsicofarmacologia. Autora dos livros Fechamento de Ciclo e Renascimento, Supere desilusões amorosas e pertença a si mesmo, Liberte-se do Pânico e viva sem medo e Talita e o portal. Sites: www.sorayapsicologa.com e www.alquimiadavida.org. Email: [email protected] .
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