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AVRAM NOAM CHOMSKY

“Requiem for the American Dream”, de Peter Hutchison, Kelly Nyks e Jared P. Scott tem como protagonista Noam Chomsky. Deve ser assistido por quem está buscando respostas na encruzilhada em que o Brasil se encontra.


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AVRAM NOAM CHOMSKY , nascido na Filadélfia, 7 de dezembro de 1928 , filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano, reverenciado em âmbito acadêmico como "o pai da linguística moderna”, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica.

Chomsky é Professor Emérito em Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e teve seu nome associado à criação da gramática ge(ne)rativa transformacional. É também o autor de trabalhos fundamentais sobre as propriedades matemáticas das linguagens formais, tendo seu nome associado à chamada Hierarquia de Chomsky. Seus trabalhos, combinando uma abordagem matemática dos fenómenos da linguagem com uma crítica do behaviorismo, nos quais a linguagem é conceitualizada como uma propriedade inata do cérebro/mente humanos, contribui decisivamente para a formação da psicologia cognitiva, no domínio das ciências humanas.

Além da sua investigação e ensino no âmbito da linguística, Chomsky é também conhecido pelas suas posições políticas de esquerda e pela sua crítica da política externa dos Estados Unidos. Chomsky descreve-se como um socialista libertário. Identifica-se com aquilo que é modernamente compreendido como "anarcossindicalismo", havendo também quem o associe ao anarcocomunismo ou ao comunismo de conselhos.

Em 1979, Paul Robinson escreveu no New York Times Book Review que "Pelo poder, alcance, inovação e influência de suas idéias, Noam Chomsky é indiscutivelmente o mais importante intelectual vivo, hoje." Contudo, Robinson continua o artigo dizendo que os trabalhos de Chomsky sobre Política são "terrivelmente simplistas". Chomsky observa que "se não fosse por esta segunda afirmação, eu era capaz de pensar que estava fazendo algo errado… é verdade que o imperador está nu, mas o imperador não gosta que digam isto a ele, e os cachorrinhos-de-colo do imperador como o The New York Times não vai gostar da experiência se você o fizer".

Chomsky também tem recebido crédito de grupos culturais. O grupo musical Rage Against the Machine leva cópias de seus livros em suas turnês.

A banda Pearl Jam tocou pedaços de falas de Chomsky mixadas com algumas de suas músicas.

O grupo de rock n' roll REM convidou o linguista para palestrar antes de seus shows, o que Chomsky recusou. 

Discursos de Chomsky têm sido apresentados em lados B dos álbuns da banda Chumbawamba e outros grupos.

 

O cantor e ativista político Bono Vox, do grupo irlandês U2, disse que "Se o trabalho de um rebelde é derrubar o velho e preparar o novo, então este é Noam Chomsky, um rebelde sem pausas, o Elvis da Academia… Como o rock n'roll dos anos 1990 continua sendo atado nas mãos, é irônico que um homem de 65 anos de idade tenha o real espírito rebelde".

A revista Rolling Stone escreveu que Chomsky "está no nível de Thoreau e Emerson no campo da literatura da rebelião". A Village Voice comentou que "Com que perspicácia (Chomsky) não fica enrolando e realmente diz alguma coisa!". Uma resenha no The Nation tinha a seguinte observação: "Não ler (Chomsky)… é cortejar a genuína ignorância".

“Requiem for the American Dream”, de Peter Hutchison, Kelly Nyks e Jared P. Scott como protagonista é Noam Chomsky, filósofo norte-americano, ele também um ativista social. O filme critica, denuncia, alerta. Não tem ilusões. Deve ser assistido por quem está incomodado com o momento que atravessa a vida dos brasileiros e por quem quer ampliar os pensamentos. Chomsky foi entrevistado pela equipe de filmagem durante quatro anos, e o filme tem pouco mais de uma hora de duração. Considerado um dos maiores intelectuais vivos, ele expõe o colapso do sonho americano, que era trabalhar duro a vida toda para ter em troca segurança, conforto, boa educação, saúde, emprego quase perene. As promessas não foram cumpridas e o sistema trouxe junto uma desigualdade sem precedentes que tem um efeito corrosivo e prejudicial à democracia.

Contrários as suas posições:

Alan Dershowitz: "Chomsky não tem nenhuma credibilidade entre pessoas sérias que se preocupam com a verdade. Ele seria uma piada se não fosse tão influente entre a esquerda-dura irracional e os acadêmicos anti-intelectuais que propagandeiam seus estudantes ingênuos a se mudarem para o Planeta Chomsky, onde podem viver suas vidas paranóicas privados de qualquer contato com a realidade do planeta Terra.", 13 de maio de 2011.

Arthur M. Schlesinger Jr.: "ele parece se sentir autorizado a esquecer ou distorcer a verdade sempre que ela serve sua conveniência polêmica. Ele começa como um pregador para o mundo e termina como um intelectual trapaceiro."

David Horowitz: "De fato, a influência de Chomsky é melhor entendida não como aquela de uma figura intelectual, mas como o líder de um culto religioso secular - como o aiatolá do ódio anti-americano.", 26 de setembro de 2001.

Camille Paglia: "O ódio de Chomsky aos Estados Unidos é patológico - decorrente de algum problema bilioso com figuras paternas que é muito fétido para ser explorado”.

Richard Posner: "Chomsky é um exemplo irresistível do problema de qualidade que envolve o mercado de intelectuais públicos”.

Favoráveis  as suas posições:

Arundhati Roy: "Mesmo um quarto da evidência que ele compilou teria sido o suficiente para me convencer. Eu costumava refletir porque ele precisava realizar tanto trabalho. Mas agora eu entendo que a magnitude e a intensidade do trabalho de Chomsky é um barômetro da magnitude, escopo e implacabilidade da máquina de propaganda a qual ele se opõe. Ele é como o devorador de madeira que vive dentro da terceira prateleira da minha estante. Dia e noite, eu ouço suas mandíbulas roendo através da madeira, triturando-a em poeira fina. É como se ele discordasse da literatura e quisesse destruir a própria estrutura na qual ela se apoia.", 24 de agosto de 2003.

Chris Hedges: "Sócrates americano", "intelectual mais importante no país", 15 de junho de 2014.

Glenn Greenwald: "[...] o ativista político e intelectual público mais realizado e corajoso da nação [...]

John Searle: "O trabalho de Chomsky é uma das realizações intelectuais mais notáveis da era atual [...] Com o tempo acredito que a maior contribuição dele será que ele deu um grande passo na direção de restaurar a concepção tradicional da dignidade e singularidade do homem."

Norman Finkelstein: "Não posso lhe dizer quantas pessoas, eu inclusive, e isso não é uma hipérbole, cujas vidas foram transformadas por ele. Se não fosse por Chomsky eu teria sucumbido há muito tempo. Bateram e me atacaram em minha vida profissional. É somente o conhecimento de que uma das maiores mentes na história humana tem fé em mim que compensa esse constante, implacável e perverso ataque. Há muitas pessoas que são consideradas nulidades, as chamadas pessoas pequenas desse mundo, que de repente recebem um e-mail de Noam Chomsky. Isso sopra uma nova vida em você. Chomsky provocou muitas, muitas pessoas a perceberem um nível de seu potencial que seria perdido para sempre.", 2010.

Robert Fisk: "[...] um dos maiores filósofos e linguistas da América [...]", 24 de janeiro de 2002.

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De acordo com o Institute for Scientific Information, os 10 autores com o maior número de citações (Arts and Humanities Citation Index) em periódicos acadêmicos entre 1980 e 1992 são, em ordem: Marx, Lenin, Shakespeare, Aristóteles, a Bíblia, Platão, Freud, Noam Chomsky, Hegel e Cícero.

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“A CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZA GERA CONCENTRAÇÃO DE PODER POLÍTICO”.

CHOMSKY.


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