viver à deriva e sentir que tudo está bem...

A vida é uma colcha de retalhos. Todos da mesma cor...

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Resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas...

BOB WEIR E O UNIVERSO MUSICAL DO GRATEFUL DEAD

Grateful Dead promoveu um profundo sentido de comunidade entre os fãs que se estabeleceram na área de Haight-Ashbury, em San Francisco muitos dos quais seguiram a banda nos seus shows por meses ou anos a fio. O Dead disponibilizava alimentação, hospedagem, tratamento de saúde e fazia shows gratuitos em todos os cantos para os seus seguidores, os Deadheads.


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Grateful Dead, uma das maiores bandas norte-americana de rock foi formada em 1965 na cidade de São Francisco, Califórnia, berço do movimento hippie. O grupo ficou conhecido por seu estilo musical eclético, em suas composições com elementos do blues, folk ,rock e country, além das performances que se transformavam numa longa sessão de improvisações.

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Tanta singularidade deu origem a fãs que chegavam a seguir a banda de show em show durante anos. Os admiradores mais fanáticos do Grateful Dead ficaram conhecidos como "deadheads". Adoração era tanta e duradoura que leilões realizados em 2007, com objetos pessoais de um dos principais expoentes da banda, Jerry Garcia, morto em 1995, chegaram a arrecadar mais de um milhão de dólares, por fãs, interessados em guardar algum souvenir de uma das lendas do rock.

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Documentario " The Other One: The Long Strange Trip of Bob Weir " , a  história narrada  pelo  guitarrista Bob Weir que conta a  sua paixão pela música  e a grande amizade com Jerry Garcia que  acompanha os sucessos do icônico Grateful.

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 " The Other One: The Long Strange Trip of Bob Weir " como  documentário se concentra principalmente em Bob Weir e sua contribuição para a banda. Além disso, o filme fala  sobre o melhor amigo e mentor  Jerry Garcia.Observaremos que, se você quiser aprender muito sobre outros membros da banda, isso pode não ser o melhor filme para você.Mas vale como documento de uma época e geração. 

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Five Things We Learned from Bob Weir's New Documentary

he Other One: The Long Strange Trip of o documentário se concentra principalmente em Bob Weir e sua contribuição para a banda. Além disso, o filme fala um pouco sobre o melhor amigo e mentor de Weir, Jerry Garcia. Observaremos que, se você quiser aprender muito sobre outros membros da banda, isso pode não ser o melhor filme para você.

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Bob Weir ao  narrar  grande parte do filme onde  há um monte de " insights "  interessantes e observações sobre si mesmo que fazem deste um filme mais revelador ,especialmente quando ele fala sobre sua vida desde o Grateful Dead que rompeu-se após a morte de Garcia. Também, o mais importante, é muito interessante é  sua energia contagiante.

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Bob Weir e seus companheiros de banda não parecem fazer isso por dinheiro ou fama, mas para uma unidade para executar uma proposta de comportamento social. Bob Weir já realizou mais de 6.000 shows em sua carreira. Assim, para o não iniciados, é muito agradável e vale a pena ver por causa através de  Weir o seu  carinho e respeito fraternal  por Jerry Garcia um ícone na musica e cultura americana.

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Grateful Dead promoveram um profundo sentido de comunidade entre os fãs que se estabeleceram na área de Haight-Ashbury, em San Francisco - muitos dos quais seguiram a banda nos seus shows por meses ou anos a fio. O Dead disponibilizava alimentação, hospedagem, tratamento de saúde e fazia shows gratuitos em todos os cantos para os seus seguidores, os Deadheads.

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Na história da música, nenhum outro grupo fez tantos shows gratuitos quanto o Grateful Dead realizou em toda a sua existência.O ácido lisérgico permeou a vida dos integrantes do grupo que participou do Monterrey Pop Festival em 1967 e do histórico  Festival Woodstock em 1969.

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A habilidade do grupo para assimilar o som de cada membro da banda permitiu que a execução das músicas fluísse para o que o que foi considerado "a transcendência da forma livre e espontânea de improvisação” com shows apresentando canções que eram combinadas com a música que eram executadas.

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O Grateful Dead fez mais de 2.300 excursões (shows) ao longo da sua carreira.Não importa a sua opinião sobre a música deles, a banda Grateful Dead representa um modelo inspirador para a vida e para os negócios. O grupo americano criado em 1965 tem até hoje uma legião planetária de fãs e seguidores, conhecidos como “deadheads”.

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JERRY GARCIA

MURALHA SONORA DO GRATEFUL DEAD

Muralha Sonora do Grateful Dead Mudou a História da Música ao Vivo

JERRY GARCIA, faleceu em 1995, mas afirmava que:

A coisa mais importante é tocar e criar. Todo o resto é secundário;

O trabalho é um assunto de família. É importante proteger, apoiar e compartilhar com uma comunidade mais ampla;

O dinheiro fica em segundo plano para viver o tipo de vida que você quer viver. Você pode criar sua própria economia;

Há armadilhas em ser um renegado, mas elas fazem parte. Aceite os perigos e críticas como um pequeno obstáculo de viver de forma diferente;

Inove sempre que possível.

Estas crenças complementaram uma visão de mundo que estava alinhada com os valores dos hippies dos anos 60 que pretendiam reformar o país e o mundo à sua imagem.

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Hoje em dia todos nos dizem que precisamos promover uma comunidade em torno de seu trabalho e ideias. O Grateful Dead foi pioneiro na criação da comunidade em diversas maneiras, mas principalmente pelo pensamento de seus fãs (“os usuários”), como parte da banda, não como algo separado dela. Essa ideologia norteou muitas das decisões mais inovadoras (e controversas, na época) da banda, como maximizar a experiência de um show, comunicando-se diretamente através de uma lista de discussão e fã-clube, e incentivando a distribuição entre fãs de fitas piratas.

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Os fãs do Grateful Dead queriam gravar cada show. Por isso, a banda permitiu que fizessem isso livremente, criando áreas especiais nas plateias dos shows para gravação. Eles também incentivaram a troca de fitas entre seus fãs, o que atraiu uma base maior de fãs pagantes, essencialmente sendo pioneira no modelo de conteúdo “freemium”. A banda não se preocupava em dar conteúdo gratuito, uma vez que cada show era uma experiência única com o seu próprio valor, algo que os fãs da banda estavam felizes em pagar.

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Em 1968, a maioria das bandas de rock dependia das vendas de álbuns para ganhar a vida e contava para isso com as grandes gravadoras. O Grateful Dead preferiu se concentrar incansavelmente nos shows, que eram uma fonte de renda confiável que a banda podia controlar. Nos anos 70, a banda abriu sua própria gravadora para controlar a produção e a distribuição de suas músicas. Eles vendiam ingressos diretamente aos fãs, burlando as “ticket másters” da vida e os outros pontos de venda. Montar todos esses sistemas foi muito difícil, mas deu ao grupo um controle sem precedentes e margens de lucro mais elevadas.

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Ao longo da história do Grateful Dead, Garcia tocou em várias outras bandas, incluindo New Riders of the Purple Sage, Old and In the Way e Legion of Mary, e apareceu em álbuns com David Crosby, Ornette Coleman, Bob Dylan e muitos outros. Esses projetos paralelos permitiram à Garcia explorar diferentes interesses musicais e estilos em profundidade como bluegrass, jazz ou folk. Trocar ideias com outros músicos e trabalhar com seus congêneres musicais e heróis alimentou a criatividade e o entusiasmo de Garcia, o que certamente beneficiou o seu projeto principal.

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Adote o risco criativo. O Grateful Dead estava quase sempre mudando. Eles adotaram elementos do blues, jazz, country, funk e disco. A composição da banda aumentou e mudou. Eles experimentaram novas canções no palco ao longo de toda a sua carreira. Cada álbum era diferente do anterior na abordagem, tecnologia, som e composições. Os membros do Grateful Dead eram criadores implacáveis, constantemente buscando novos caminhos.

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GRATEFUL DEAD

Uma das raras bandas americanas que representaram a geração da década de 60 e 70 no final do Sec. XX proposta diferenciada nas suas apresentações, sua postura perante o “status quo” de sua época. Grateful Dead hoje não sobreviveria, sua proposta estava muito conectada com a quebra de valores.

Grateful Dead tinha no seu comportamento como objetivo o coletivo de contracultura dos anos 60. Uma das frases associadas a este movimento foi a célebre máxima "paz e amor" em inglês, "Peace and Love", que precedeu a expressão "ban the bomb" ou "proíbam a bomba", a qual criticava o uso de armas nucleares. As questões ambientais, a prática de nudismo e a emancipação sexual eram ideias respeitadas recorrentemente por estas comunidades, era uma das bandeiras de Dead.

 

Grateful Dead como banda optaram por um modo de vida comunitário, tendendo a uma espécie de socialismo libertário, a um estilo de vida nômade e à vida em comunhão com a natureza. Negavam o nacionalismo e a Guerra do Vietnã, bem como todas as guerras.

Grateful Dead abraçava aspectos de religiões orientais como o budismo e o hinduísmo e das religiões das culturas nativas norte-americanas. Estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas, que estava presente em suas letras.. Enxergavam o patriarcalismo, o militarismo, o poder governamental, as corporações industriais, a massificação, o capitalismo, o autoritarismo e os valores sociais tradicionais como parte de uma instituição única sem legitimidade.


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