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FANTASTICAMENTE ELZA A DIVA

Elza Soares atraves do tempo,tornou-se uma das cantoras mais Contemporâneas pela sua produção musical e uma pessoa alem do seu tempo...Elza Soares a verdadeira DIVA...


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O início de sua carreira musical se deu quando ela ainda se apresentava em show de calouros, apresentado por Ary Barroso. Elza Soares tornou-se popular com as canções Se Acaso Você Chegasse, Mas Que Nada, A Carne, entre outros sambas de sucesso. Recebeu indicações ao GRAMMY Awards e foi eleita pela BBC de Londres "a cantora do milênio".[carece de fontes] Em 2007, a cantora foi convidada para cantar o Hino Nacional Brasileiro a cappella na Cerimônia de Abertura dos Jogos Panamericanos Rio 2007.

Já no ano de 2016 se apresentou na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, onde cantou "O Canto de Ossanha" um clássico de Baden Powell e Vinicius de Moraes. Seu último álbum chama-se "A mulher do Fim do Mundo", um disco de Samba Eletrônico lançado em 2015, aclamado pela crítica como um dos melhores discos dos últimos anos da MPB e que lhe rendeu o prêmio de Melhor Álbum na categoria Pop/rock/reggae/hip-hop/funk. Além disso, o disco ainda lhe rende outros frutos, como a indicação de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira e, também, o Prêmio de Melhor música em Língua Portuguesa no 17º Latin Grammy Awards.

Nos anos 70, Elza iniciou uma turnê pelos Estados Unidos e Europa. Na década seguinte, Elza teve um período de depressão e desleixo da gravadora que a fez cogitar encerrar a carreira, antes de se revitalizar com a ajuda de Caetano Veloso, que a convidou para gravar com ele “Língua” em seu álbum de 1984 Velô.

Em 2000, foi premiada como "Melhor Cantora do Milênio" pela BBC em Londres, quando se apresentou num concerto com Gal Costa, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Virgínia Rodrigues. No mesmo ano, estreou uma série de shows de vanguarda, dirigidos por José Miguel Wisnik, no Rio de Janeiro.

Em 2002, o álbum Do Cóccix até o Pescoço garantiu-lhe uma indicação ao Grammy. O disco foi bem recebido pelos críticos musicais e divulgou uma espécie de quem é quem dos artistas brasileiros que com ela colaboraram: Caetano Veloso, Chico Buarque, Carlinhos Brown e Jorge Ben Jor, entre outros. O lançamento impulsionou numerosas e bem-sucedidas turnês pelo mundo.

Em 2004, Elza lançou o álbum Vivo Feliz. Não tão bem-sucedido em vendas quanto suas obras anteriores, o álbum continuou a executar o tema de fazer um mix de samba e bossa com música eletrônica e efeitos modernos. O álbum teve colaborações de artistas inovadores como Fred Zero Quatro e Zé Keti.

Em 2007, nos Jogos Pan-americanos do Brasil, Elza interpretou o Hino Nacional Brasileiro, no início da cerimônia de abertura do evento, no Maracanã. E lançou o álbum Beba-me, onde gravou as músicas que marcaram sua carreira.

Já atuou como puxadora de samba-enredo, tendo passagens pelo Salgueiro, Mocidade e Cubango.

A partir de 2008, a vida e obra da cantora começou a ser pesquisada pela cineasta e jornalista Elizabete Martins Campos, que roteirizou, dirigiu e produziu o longa-metragem "My Name is Now, Elza Soares", em fase de lançamento e distribuição. Realizado pela IT Filmes, o filme já rodou 18 festivais, sendo destaque no “Festival do Rio - Rio Internacional Film Festival”, com quatro indicações: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Fotografia, foi selecionado para a OFFICIAL COMPETITION do “Festival Internacional de Cine Guadalajara”, no México, maior festival da América Latina, recebeu os prêmios de Melhor Filme – Juri Oficial; Melhor Filme Júri Popular; Melhor trilha Sonora, no Cine Jardim, em Pernambuco, Melhor Roteiro no FEST CINE/ (CE). Mesmo antes de ser lançado “My Name is Now” foi noticiado nos principais jornais impressos, rádios, TVs, Portais do País. Indicado ao PRÊMIO NETFLIX em 2016, o documentário conquistou ainda mais visibilidade.

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Em 2010, gravou a faixa Brasil, no disco tributo a Cazuza Treze parcerias com Cazuza, produzido pelo saxofonista George Israel, da banda Kid Abelha. Nesta faixa há a participação do saxofonista e do rapper Marcelo D2. Como grande amiga do artista, já havia gravado Milagres antes, inclusive apresentando-a ao vivo com o próprio Cazuza. Também naquele ano, pela primeira vez a artista comandou e puxou um trio elétrico no circuito Dodô (Barra - Ondina). O trio levou o nome de A Elza pede passagem, arrastando uma grande multidão pelas ruas de Salvador no carnaval daquele ano.

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Ainda em 2010 Elza Soares causa comoção em seus fãs ao tirar a roupa para um ensaio sensual com o Fotógrafo Yuri Graneiro mostrando toda sua elasticidade em poses ousadas.

Em 2011, gravou a música Perigosa, já cantada pelo grupo As Frenéticas, para a minissérie Lara com Z, da Globo. Também neste ano, gravou a música Paciência, de Lenine, para o filme Estamos Juntos.

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Elza Soares em 2015, na cerimônia de abertura da 8ª edição do Festival Latinidades, realizada em Brasília. Em 2012, fez uma participação na música Samba de preto da banda paulista Huaska, faixa título do terceiro CD da banda.

Em 2014, estreia o show A Voz e a Máquina, baseado em música eletrônica acompanhada na palco apenas pelos DJs Ricardo Muralha, Bruno Queiroz e Guilherme Marques. Nesse mesmo ano, a cantora fez uma série de espetáculos intitulada Elza Canta e Chora Lupicínio Rodrigues, em comemoração ao centenário do cantor e compositor gaúcho de marchinhas e samba Lupicínio Rodrigues.

No ano de 2015, Elza Soares lançou o seu disco A Mulher do Fim do Mundo, primeiro álbum em sua carreira só com músicas inéditas. O Pitchfork, um dos sites de música mais importantes do mundo, o elegeu com o título de melhor novo álbum. No artigo, o site diz que Soares “desenvolveu uma das vozes mais distintas da Música Popular Brasileira”.

As canções do disco falam sobre sexo, morte e negritude, e foram compostas pelos paulistas José Miguel Wisnik, Rômulo Fróes e Celso Sim. Nos shows, a cantora vem acompanhada dos músicos Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Romulo Fróes, Felipe Roseno e Guilherme Kastrup, além da participação especial da banda Bixiga 70, do Quadril – Quarteto de Cordas e do cantor Rubi. O álbum surgiu do encontro da cantora com a estética musical contemporânea de São Paulo.

Em 2018, Elza lançou o álbum Deus é mulher.

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