viver à deriva e sentir que tudo está bem...

A vida é uma colcha de retalhos. Todos da mesma cor...

Geraldo Costa

"Em tempos de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário" (George Orwell)

SOPRO CÓSMICO Dimensões se alternam

Sopro Cósmico fantástica gravação com excelentes músicos uma perfeita sonoridade e harmonia,grande prazer em ouvir algo de qualidade.


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“2001, space odissey theme” e seguiu com “Fábrica da Cratera Lunar”, tema mais famoso da Sopro com direito à muitas voltas de solos e um ritmo eletrizante, quase brainstórmico. Segue-as a música “Sopro Cósmico” e “Melancolia”; mais uma vez, elementos de bandas como Doors, Emerson, Lake & Palmer e outras figuras das décadas de 60/70 reafirmam o tom de psicodelia e vertigem que a banda insiste em pregar.

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Trata-se, na verdade, de vertigem pura, onde os instrumentos, sucedendo uns aos outros, acrescentam e crescem sempre muitas sonoridades sugestivas, muitas atmosferas que vão se justapondo como planos, muitos efeitos que vão compondo o quadro onírico inteiro. Seguindo, após: “Hipnose”, música que eu não recordava muito bem, mas que faz jus ao título.

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Pela repetição bastante estranha e questionável de três notas em sucessão… que vão te enloquecendo e te concentrando apenas nelas… 123… 123… tu fica assim ó, 123… e no fundo, tu nem sabe direito, mas tem uma música mucho loka rolando e rompendo no fundo, e aquele 123… 123… sei lá, 123. Dziw.

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O som da Sopro Cósmico é um puro “se jogar de cabeça”. Com certa pressa, sim. Muito afobamento. É um som que se atira no primeiro impulso – um impulso desesperado pela loucura, pela novidade estética proveniente da loucura.

Teclados/baixo no teclado – Max Sudbrack Saxofones e flauta transversal – Mauricio Oliveira Bateria – Marcio Kadush Faixa Dziw: Gravada por Valmor Pedretti Jr. Assobios, guitarra e objetos por Moisés Augusto Rodrigues

Produção musical: Otávio Moura e Max Sudbrack Piano, piano elétrico, baixo no teclado e bateria gravados ao vivo. Sopros, sintetizadores, moog, organ hammond gravados separadamente.

Gravado entre julho e setembro de 2014 no Estúdio Musitek – Porto Alegre – RS Capa – Luísa Prestes


Geraldo Costa

"Em tempos de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário" (George Orwell) .
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