viver à deriva e sentir que tudo está bem...

A vida é uma colcha de retalhos. Todos da mesma cor...

Geraldo Costa

"Em tempos de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário" (George Orwell)

Stone House on Fire pelos sons do deserto e pela lisergia sessentista

A banda carioca Stone House on Fire combina peso, riffs poderosos que alternam entre rápidos e psicodélicos e fuzz oitavado, que cria uma sonoridade ímpar, o que surpreende nas enérgicas e ousadas performances ao vivo, criando experiências imprevisíveis, explosivas e viajantes.


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Lançou em dezembro 2013, de forma independente, o primeiro full lenght ‘Buy This Lie’ e, durante a tour de divulgação, passou pelos estados de RJ, SP e MG tocando com nomes referência do gênero como The Flying Eyes, Mars Red Sky, Anjo Gabriel, Petit Mort entre outros.

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Em junho de 2016 lançou o segundo registro completo, ‘Neverending Cycle’, que obteve bastante repercussão na mídia especializada e foi lançado em K7 pelo selo Cachalote Records (Volta Redonda), em CD pelo Dinamite Records (SP) e numa parceria entre os selos Electric Valley Records (Itália), H42 Records (Alemanha), Dinamite Records (SP), Abraxas (RJ), Lovely Noise Records (RS) e Tropical Fuzz Fever Records (RJ) foi lançado em LP 12″; (dezembro de 2016). Conta ainda a favor da banda a primeira turnê internacional, com mais de 25 shows pela Europa.

Se você está procurando um novo e pesado rock psicológico para preencher esse vazio de algo novo, não precisa procurar mais do que Stone House On Fire. A banda de Volta Redonda, no Brasil, acaba de lançar seu terceiro álbum Neverending Cycle. A fundação da música de Stone House on Fire é influenciada pelos psicodélicos do início dos anos 70.

Stone House on Fire é influenciado pelos sons do deserto e vibrações lisérgicas do final dos anos 60, combinando tons pesados, poderosos riffs que vão do rápido ao psicodélico, muita penugem octavada, criando um som único, pronto para explodir alguns ouvidos.Álbum excelente que tem um pé na magia psicodélica do final dos anos 60 e outro no barulhento stoner / doom , enquanto as suas cabeças balançam como candelabros no glorioso hard rock dos anos 70.


Geraldo Costa

"Em tempos de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário" (George Orwell) .
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